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terça-feira, 24 de abril de 2012

Associação de Oficiais das F.A. com Manifesto da A25 de Abril.

Oficiais das Forças Armadas revêem-se no Manifesto da A25 de Abril. Abr. 2012

A Associação dos Oficiais das Forças Armadas revê-se na posição assumida no Manifesto da Associação 25 de Abril.

Em declarações à Antena 1, o presidente da Associação de oficiais, Coronel Manuel Cracel, disse, nomeadamente:

“Revemo-nos na generalidade daquilo que é dito através do Manifesto da Associação 25 de Abril; porque, de alguma forma vemos, que não só os militares mas as próprias Forças Armadas têm sido alvo de medidas que, algumas delas, nós consideramos afronta – e que de alguma maneira se encaminham para a própria descaracterização e desarticulação da instituição”.

Após caracterizar a parte mais relevante das reivindicações dos militares, Manuel Cracel referiu-se ao clima político em que vivemos afirmando:

“Este estado de espírito que reina e vai grassando na população, pode levar a situações que não são desejáveis, nem por nós, e espero (que nem) pela generalidade dos cidadãos – mas, a verdade é que este estado de espírito é algo que se vai verificando e que nos deixa muito preocupados.

Até porque isto, pode ser o prenúncio do caminho para a própria desagregação do Estado, uma coisa que ninguém desejaria, não é”!?... (SIC)

A esta hora não se sabe se Passos Coelho vai responder aos oficiais no activo, com a mesma arrogância que teve para com as individualidades que são, goste-se delas ou não, enormes perante a sua pequenez política. O mais provável é que as palavras dos oficiais nem passem nos noticiários de logo. Foram ditas, ficam aqui.

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segunda-feira, 23 de abril de 2012

Abril não desarma. Manifesto da Associação 25 de Abril.

Associação 25 de Abril.Abril 2012

Manifesto "Abril não Desarma" da Associação 25 de Abril



Abril não desarma

Há 38 anos, os Militares de Abril pegaram em armas para libertar o Povo da ditadura e da opressão e criar condições para a superação da crise que então se vivia.

Fizeram-no na convicta certeza de que assumiam o papel que os Portugueses esperavam de si.

Cumpridos os compromissos assumidos e finda a sua intervenção directa nos assuntos políticos da nação, a esmagadora maioria integrou-se na Associação 25 de Abril, dela fazendo depositária primeira do seu espírito libertador.

Hoje, não abdicando da nossa condição de cidadãos livres, conscientes das obrigações patrióticas que a nossa condição de Militares de Abril nos impõe, sentimos o dever de tomar uma posição cívica e política no quadro da Constituição da República Portuguesa, face à actual crise nacional.