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sábado, 8 de março de 2014

Onde pára a Máfia? Quem pára a Máfia?

A Justiça e o Negócio Obscuro.Mar.2014
 
Banco de Portugal pede que julgamento do BCP não tenha mais interrupções para evitar prescrições.

No país das cunhas, o Ministério Público e o Banco de Portugal procuram tapar a vergonha e a desonra com requerimentos de última hora ou mesmo fora de tempo; quem os lê até pode pensar que alguém se tem interessado em que se faça justiça no caso BCP, como de todos os outros casos envolvendo a cambada graúda.

Ninguém, dos vários poderes do Estado, tem demonstrado algum pudor pela humilhação a que a Justiça (com letra grande) está sujeita em Portugal. Da incompetência da investigação e da acusação, dos adiamentos às multi-complexidades dos processos, das sucessões de recursos às prescrições, é uma via desanimada que desagua sempre em coisa nenhuma.

Sempre.

Não pode ser por acaso!

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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Banqueiros não se entendem. O confisco dos depósitos.

Resgate ao Chipre foi unânime no Europrupo. Mai.2013
 
Fernando Ulrich não está com outros banqueiros portugueses; não admite o movimento de contas de depósito para cofres e considerou “boa notícia” taxar depósitos acima de 100.000 euros.

Em entrevista ao Financial Times citada pelo Público, os presidentes do BCP e do BES alertam para o perigo da propagação de “vírus de Chipre”. Mostram-se preocupados com o corte (confisco) dos depósitos acima de 100.000 euros, feitos no Chipre, e suas repercussões na banca.

As declarações de líderes políticos europeus, sobre os resgates dos bancos, põem em causa a segurança dos depósitos bancários, depreende-se das palavras dos presidentes do BCP e do BES.

Já se sabia. No entanto, a apreensão não é geral na banca portuguesa, Fernando Ulrich, presidente do BPI, disse no início deste mês, que taxar depósitos acima de 100.000 euros, era “uma boa notícia”.

O BPI desmente ter afirmado ao Financial Times ter clientes a movimentar dinheiro de depósitos para cofres, é um sinal que o BPI não quer dar e percebe-se; Uma banca que não serve - nem para emprestar, nem para guardar o dinheiro e movimentá-lo, não serve para nada.

Muito dinheiro deve estar a mexer-se, (não para cofres) para fora de Portugal; as razões não serão apenas a insegurança nos depósitos, que está instalada, mas também a desconfiança por uma banca que, embora o Banco de Portugal diga ser segura, é notícia por incobráveis e toxicidades.

O sobre-endividamento das famílias e o desemprego em crescendo, as dividas das empresas e as falências a continuarem, não dão saúde à banca. 

Há um efeito boomerang, o mundo financeiro imaginava estar imune à crise, onde controla o poder político, mas o dinheiro não é elástico, quando falta muito falta para todos. Até os banqueiros vão perceber isso.

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