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domingo, 9 de fevereiro de 2014

Vendo o meu Miró.

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Confesso-me sensibilizado com o paleio discurso do nosso primeiro-ministro Passos Coelho, sobre os quadros de Joan Miró, encontrados na posse da quadrilha (de políticos-ladrões-sociais-democratas) do BPN.

Disse o nosso Coelho que é preciso ser “extremamente criterioso” nas opções; “Quando temos dificuldade em ter dinheiro na área da cultura para recuperar o património que precisamos recuperar (…) e não temos dinheiro para isso”.

De certeza que o dinheiro dos Miró, seria para investir na recuperação do património cultural. Quem não acredita em Passos Coelho?

A “dação em pagamento da dívida”, do BPN à CGD, (que possui uma galeria publica de arte) como sugeriu Teixeira dos Santos, está fora de questão para Passos - passemos adiante.

Como isto da recuperação do património é muito importante, não só o da arte, mas também o outro património essencial - que são as nossas vidas, estou disposto a leiloar o meu Miró por tal causa.

Um caneco, mais valioso que as litografias da “Questions D´Art” que rondarão uns 50 dólares. Os canecos partem-se, tornam-se naturalmente raros, como é sabido…

Como um caneco não faz uma colecção do caneco, alguém tem de juntar um caneco das Caldas, para fazer uma colecção do pincel…pois, ou isso!

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terça-feira, 17 de julho de 2012

Buscas no BES e CGD. Em causa privatizações REN e EDP.

Bancos de investimento investigados pelo DCIAP.Jul.2012
Corrupção - Tráfico de Influências – Negócios Escuros - Máfia

O BES Investimento e a Caixa Banco de Investimento, assessores financeiros para as privatizações da EDP e da REN, assim como a Parpública (sociedade gestora do Estado) foram sujeitas a buscas do Ministério Público e da Polícia Judiciária.

Segundo as notícias, as investigações “terão tido origem numa denúncia sobre indícios de tráfico de influências”.

Indícios, indícios, indícios… investigação do DCIAP… costuma dar em nada!

Que a coligação governamental PSD/CDS é uma central de negócios não há dúvida; que as privatizações servem para colocar os seus quadros nas empresas mais importantes do país, não há dúvida; que reina a promiscuidade entre o mundo dos negócios os grandes escritórios de advogados e os órgãos do poder político (executivo e legislativo) não há dúvida.

Dúvida, se alguém ainda a tem, é se a Justiça portuguesa é capaz de combater a Máfia instalada, não tem sido e nada aconteceu agora que nos leve a deduzir que vai passar a ser.

Ainda por cima em empresas como a EDP, onde pontifica o troiko Eduardo Catroga e Celeste Cardona; da REN onde colocaram José Luís Arnault, do BES de Miguel Frasquilho ou da Caixa pública de todos os tachos. 

Os interesses do país e o enriquecimento ilícito dos privados são antagónicos, mas as posições que políticos e ex-políticos têm nos negócios não são próprias de um país honesto.

As privatizações são O grande negócio deste século em Portugal, são fiscalizadas por quem está envolvido nos contratos e acordos, só podem resultar negociatas.

A Justiça podia ter uma palavra, seria assim num país sério, mas a Justiça para estes casos e até prova em contrário – não existe.

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