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terça-feira, 17 de julho de 2012

Buscas no BES e CGD. Em causa privatizações REN e EDP.

Bancos de investimento investigados pelo DCIAP.Jul.2012
Corrupção - Tráfico de Influências – Negócios Escuros - Máfia

O BES Investimento e a Caixa Banco de Investimento, assessores financeiros para as privatizações da EDP e da REN, assim como a Parpública (sociedade gestora do Estado) foram sujeitas a buscas do Ministério Público e da Polícia Judiciária.

Segundo as notícias, as investigações “terão tido origem numa denúncia sobre indícios de tráfico de influências”.

Indícios, indícios, indícios… investigação do DCIAP… costuma dar em nada!

Que a coligação governamental PSD/CDS é uma central de negócios não há dúvida; que as privatizações servem para colocar os seus quadros nas empresas mais importantes do país, não há dúvida; que reina a promiscuidade entre o mundo dos negócios os grandes escritórios de advogados e os órgãos do poder político (executivo e legislativo) não há dúvida.

Dúvida, se alguém ainda a tem, é se a Justiça portuguesa é capaz de combater a Máfia instalada, não tem sido e nada aconteceu agora que nos leve a deduzir que vai passar a ser.

Ainda por cima em empresas como a EDP, onde pontifica o troiko Eduardo Catroga e Celeste Cardona; da REN onde colocaram José Luís Arnault, do BES de Miguel Frasquilho ou da Caixa pública de todos os tachos. 

Os interesses do país e o enriquecimento ilícito dos privados são antagónicos, mas as posições que políticos e ex-políticos têm nos negócios não são próprias de um país honesto.

As privatizações são O grande negócio deste século em Portugal, são fiscalizadas por quem está envolvido nos contratos e acordos, só podem resultar negociatas.

A Justiça podia ter uma palavra, seria assim num país sério, mas a Justiça para estes casos e até prova em contrário – não existe.

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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Autarcas do PSD e CDS com "tachos" nas Águas de Portugal.

O ClariNet A ÁGUA É NOSSA!


A ministra polivalente (agricultura, mar, ambiente, território) Assunção Cristas, do CDS/PP, nomeou autarcas do PSD e do seu partido, em partes iguais, para a administração da Águas de Portugal (AdP), (Manuel Frexes, PSD, e Álvaro Castelo-Branco, CDS). Como quem parte e reparte deve ficar com a melhor parte, juntou o seu colega de partido Gonçalo Martins Barata da comissão política do CDS para director do sector financeiro da AdP.

O partido de Paulo Portas cada vez que vai para um governo arrisca-se a ficar sem ninguém para atender os telefones, é o problema dos governos de coligação, têm de dividir os “tachos” e o CDS/PP tem pouca gente para acompanhar; por isso Celeste Cardona tem de se dar à canseira de saltitar de lugar em lugar para “servir” o seu partido.

As nomeações políticas, descaradas, do governo de Passos Coelho e Paulo Portas contradizem as promessas eleitorais. O emprego partidário em lugares de excelentes remunerações, onde os quadros dos partidos não chegariam por mérito próprio, continua a ser uma pecha da nossa sociedade. Passos Coelho e Paulo Portas, tiveram muitos votos de portugueses por se insurgirem contra a distribuição pelos partidos de lugares nas empresas públicas, enganaram (também nisto) muita gente.

O realmente relevante, para além do “taxismo”, é que estes políticos vão preparar a privatização de uma empresa, que dá bom lucro ao país, e gere o bem público mais essencial, que é a Nossa Água.

Tem de se passar da indignação para um protesto organizado contra a privatização das Águas de Portugal.


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