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domingo, 19 de maio de 2013

Sondagem. Mais de 80% contra a troika. Democracia já!

oclarinet.blogspot.com - Denunciar acordo com a troika. Mai.2013

Dos inquiridos pela Eurosondagem só 10,8% consideram que o memorando da troika deve ser cumprido.
41,5% Defendem a denúncia do memorando e 41% a sua renegociação.

A maioria política da Assembleia da República já não representa o desejo da maioria dos portugueses.

O presidente da República, eleito por 23,15% dos eleitores, também não interpreta o sentimento maioritário existente na sociedade portuguesa.

É hora de povo português voltar a votar para eleger um Parlamento representativo da sua vontade.

Eleições!

Em nome da Democracia!

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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Sondagem. Maioria de esquerda e grande descida do PSD.

Sondagem.Partido Socialista vale tanto como PSD e CDS juntos.Set.2012

PS com mais sete pontos que o PSD, esquerda (PS, CDU, BE) com mais 24 pontos que a soma do PSD e CDS; é a conclusão da primeira sondagem (Universidade Católica) após a grande manifestação de 15 de Setembro.

PS - 31%; PSD – 24%; CDU – 13%; BE – 11%; CDS – 7%; Outros – 3%;
 Brancos e Nulos – 11%.

O Partido Socialista já estava ligeiramente à frente do PSD na sondagem (Eurosondagem) realizada de 10 a 13 deste mês, após os anúncios, na semana anterior, sobre a Redução dos Escalões do IRS”, e de “Menos um Salário no Privado”. 

O tombo significativo do PSD, de 12 pontos no barómetro da “Católica” ou de 9 pontos em relação à “Eurosondagem”, após a manifestação de 15 de Setembro, significa uma perda de confiança de difícil reversibilidade, com os maiores números de sempre nos votos brancos e nulos. Desta vez é a base social de apoio do PSD que está desiludida com quem elegeu. 

Os partidos claramente anti-troika sobem no conjunto aproximadamente 33,5%, o que quer dizer que a contestação não é apenas sobre a TSU, enquanto o Partido Socialista lidera não subindo e há maioria de esquerda por causa da grande descida do PSD. O CDS não acompanha o desastre PSD. Resultou o distanciamento de Portas em relação à política de austeridade; em rigor não é verdade, mas funcionou.

O plano de António José Seguro é chegar a primeiro-ministro como chegou a líder do PS, esperando que o desgaste governativo elimine o adversário. Tal atitude, quando se está a implementar a destruição do país, é cobardia e colaboracionismo com um programa ideológico contrário aos fundamentos do período democrático pós 25 de Abril.

O governo de Passos Coelho como existia no início do mês foi ao ar. Não são operações de cosmética, mostrando-se agora bom aluno em relação às críticas internas, da sociedade e do próprio PSD, que alteram a matriz extremista que tem evidenciado. 

Já antes anunciaram predisposição para o diálogo, com recaídas constantes na arrogância de cariz totalitário. Nenhum indicador diz que o plano da troika terá sucesso ou que este governo será, algum dia, capaz de inverter a situação de penúria generalizada para onde caminhamos.

A sondagem só confirma; este governo, como o conhecemos, tem os dias contados, e quanto menos tempo exercer o poder menos difícil será a recuperação do país.

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