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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Francisco José Viegas plagiou Beppe Grillo.

Grandola no Parlamento.Fev.2013

Ministério das finanças confirma que a acção de fiscalização aos consumidores foi apenas experimental (Público). Como já é hábito; barro à parede para ver a reacção pública… dá barraca…volta atrás… era só uma experiência. Uns anjinhos.

Já aqui tinha chamado o tema antes de ontem, como muita outra gente noutros lados, mas a acção do ex-responsável pela Cultura neste governo, Francisco José Viegas, deu uma difusão capital à tolice do Fisco (de Passos Coelho).

O “tomar no cú” usado por Viegas, é uma expressão com provas dadas na política, em vários idiomas. 

O que poucos saberão é que o nome do “MoVimento 5 Stella” (cinco estrelas) que está à frente de Mario Monti nas intenções de voto italianas (eleições a 24 e 25 deste mês) tem origem no V de vaffanculo (à letra - vai tomar no cú)

Beppe Grillo, um comediante italiano, agora candidato eleitoral com seu “M5S”, organizou em 2007 as primeiras grandes manifestações anti-corrupção convocadas via redes sociais. Realizadas em várias cidades do país e embaixadas italianas ficou conhecido pelo “Dia Vaffanculo”; ao primeiro V-Day seguiu-se um outro em Turim, o V2-Day, em 2008. Em Itália pegou.

Viegas sabe disto, tem dedo para perceber que tudo o que meta cú é suficientemente popularucho para funcionar; pouco interessa se quer limpar o seu…passado no governo; de resto não ofende, e o Facebook Party está com ele. Foi uma pequena graça.

Mas como dizia um meu amigo da serra algarvia, pequena figura, “tudo o que é pequeno tem graça…menos os pães”! Ora o tempo é de escassez, as manifestações não podem ficar pelo alívio do Facebook Party. 

Há rua amanhã e dia 2 de Março. O resto - vaffanculo.


Outras concentrações AQUI

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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Boa. Multar consumidores por não pedir factura.

Novos descobrimentos portugueses.Fev.2013

“Ditosa pátria que tais filhos tens”. Não advém das brumas da memória, nasceu na mioleira dos novíssimos descobridores portugueses. O Fisco espalhou a notícia de que os “consumidores estão obrigados a garantir que lhes seja passada factura no acto da compra” e informou já ter instalado processos pelo incumprimento da obrigação da exigência de factura”.

Acabam de desresponsabilizar, à luz do entendimento popular, os fornecedores e comerciantes da obrigação de passar factura. Muitos já se faziam esquecidos, ou surdos (como escrevi aqui), agora tiraram-lhes o peso de cima.

Com o barulho dos secadores (ou das luzes), com o tilintar dos talheres e o berreiro dos pedidos, não vai ser fácil encontrar algum comerciante - que não queira - a ouvir pedir factura. Então nos postos de combustível (comigo já são dois que passam papelinhos em vez de factura) vai ser uma surdez profunda. 

A DECO diz que “é uma exigência que não faz sentido e dificilmente será implementada” e lembra que “é o prestador de serviços que recebe o nosso dinheiro e que com ele paga os seus impostos”. Pelos trabalhadores dos impostos, o sindicalista Paulo Ralha disse à Lusa; “não temos meios, mas mesmo que os tivéssemos, não temos estatuto legal que nos permita actuar imediatamente”, na prática, disse, “não temos nem competências, nem autoridade para efectuar esses autos”.

Depois temos a situação de quererem fazer de cada cidadão, fiscal das Finanças – e à força. Não é assim que têm a participação das pessoas para combaterem a economia paralela e a evasão fiscal, não é com brutalidade e ameaças. 

Vão descobrir que não é metendo tanta água que chegam a navegadores.

PS. Porque é que nos postos de combustível, e só aí me acontece, depois de passarem um papel sem valor, já não podem fazer a factura?

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