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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Fitch baixa Portugal a "lixo" por falta de crescimento.

Carvalho da Silva (Greve Geral) Nov.2011
No dia em que se realizou em Portugal a maior Greve Geral de sempre nos sectores público e privado, outra das grandes agências de rating – depois da Moody´s a 5 de Julho – dá nota “junk bond” (lixo) a Portugal. A Fitch Ratings considera o “cenário macroeconómico negativo” para além do desequilíbrio orçamental e o elevado endividamento conhecido.

Também a agência chinesa Dagong baixou o rating de Portugal para a mesma condição. O nível “lixo” significa que é desaconselhável o investimento em divida portuguesa.

Não vai haver crescimento devido à austeridade imposta pela troika e às medidas do governo de Passos Coelho que vão no sentido de aumentar ainda mais a recessão. Sem criação de riqueza é impossível pagar os empréstimos contraídos, é a perspectiva das agências. Após a classificação da Fitch subiram naturalmente os juros das Obrigações do Tesouro portuguesas.

A Fitch, que tinha ameaçado com o corte agora feito, acrescenta que Portugal continua sobre observação e que a tendência negativa pode levar a novos cortes no rating.

A agência de rating “percebeu” que o objectivo de baixar o défice em 2011 só fui possível com os fundos de pensões da banca, e entende que “para 2012 o risco de derrapagem é grande”.

A política de empobrecimento dos consumidores internos e de asfixia das empresas com a falta de crédito bancário, está a deixar a economia sem meios de funcionar. O que espera os portugueses são mais medidas de consolidação para 2012, ou seja mais cortes nos rendimentos, mais impostos e menos serviços públicos essenciais. Foi contra isso a Greve Geral de hoje.

O governo vai teimar na ofensiva contra a população, os trabalhadores, os pensionistas e os jovens vão ter de endurecer a luta contra a agressividade do governo.

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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Efeito Boomerang, banca americana afunda em Wall Street.

Ratings Nov 2011
Há precisamente 15 dias e a propósito da Grécia, escrevia aqui:

- “O futuro da Grécia não pode ser imposto pelo estrangeiro, pela estratégia dos ricos da Europa de sacrificar alguns países para manter a estabilidade do euro. Não funciona, o caos imposto à Grécia está a espalhar o caos na Zona Euro e já atinge outros Continentes.

Era barato salvar a Grécia, optaram por puni-la, agora o boomerang anda desordenado a bater nos reais culpados dessa decisão”.

Atente-se nesta notícia:

Nova Iorque, 16 nov (Lusa) – A agência de notação financeira Fitch alertou hoje que os maiores bancos norte-americanos podem ser "muito afetados", no caso de a crise de dívida soberana da Europa se espalhar, criando uma cascata de choques.
A Fitch, uma das três grandes agências de 'rating' mundiais, afirmou, num relatório hoje divulgado, que os bancos norte-americanos podem ser "muito afetados" se a crise de dívida europeia continuar a alastrar a outros países além dos que já estão em apuros, como a Grécia, Irlanda, Itália, Portugal e Espanha.
Depois deste alerta, as cotadas bancárias em Wall Street afundaram: o Bank of America e o JP Morgan Chase desvalorizaram 3,7 por cento, o Goldman Sachs 4,1 por cento e o Morgan Stanley 7,9 por cento.

In Jornal i

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