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sábado, 17 de novembro de 2012

Cimeira Ibero-americana. Europa não aprende.

Dilma criticou austeridade.Nov.2012
Rajoy incrédulo de que Dilma Roussef tenha criticado a austeridade.

  Os Estados português e espanhol podiam ver a América Latina menos como oportunidade e mais como exemplo; eles viveram profundas crises económicas, tiveram a presença do FMI e ultrapassaram as dificuldades. 

Mas os governos de Portugal e Espanha não aceitam lições dos países que colonizaram, nem sequer escutaram os seus discursos, como foi o caso de Mariano Rajoy, que em conferência de imprensa disse que se Dilma Roussef criticou o modelo de austeridade não foi na sua (dele) presença.

Dilma não tem feito outra coisa quando se refere à crise europeia e mundial, foi assim no G 20, na V Cimeira Brasil – União Europeia (ver aqui). Agora disse que “a confiança não se constrói somente com sacrifícios”.

Deu o exemplo do Brasil onde “na última década 40 milhões de brasileiros saíram da pobreza”. Disse:

 - “O Brasil vem defendendo, não só no G 20, que a consolidação fiscal exagerada e simultânea em todos os países não é a melhor resposta à crise mundial, e pode inclusive agravá-la, levando a uma maior recessão”.

“Não é só o Brasil, toda a América Latina mostra seu dinamismo económico, seu vigor democrático de maior equidade social, graças às políticas que privilegiam o crescimento económico como inclusão social”. 

A América Latina vem desenvolvendo instrumentos de cooperação regional como assinalou Dilma, “depois do Mercosul e da Unasul, a comunidade de Estados latino-Americanos e Caribenhos (CELAC), tem 33 países”.

O que nós vemos na Europa é o estertor da União Europeia e da moeda única, a falta de cooperação e solidariedade entre os países mais ricos e aqueles que passam por dificuldades.

Os europeus podiam olhar para a América Latina e aprender, mas com governos incultos, como os actuais da Península Ibérica, não é imaginável.

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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Conclusões da reunião do G 20 são um fiasco total.

G20


A reunião do G 20, (países ricos e emergentes) foram dois dias de conversa, nos quais Ângela Merkel e Sarkozy tentaram fazer passar o conto do vigário.

Queriam que países externos à União abastecessem o Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF). Uma nega geral foi a resposta; resume-se no que disse o primeiro-ministro do Canadá, Stephen Harper, “não vemos nenhuma razão para que o Canadá – ou, com franqueza, qualquer outro país – contribua para esse apoio financeiro”. Dilma Roussef até se riu com a “proposta desonesta”.

Como queria Merkel que algum país se atravessasse na aventura se a própria Alemanha se recusa a guarnecer de mais meios o FEEF? Ainda por cima com a recuperação impossível da Itália no horizonte.

A palhaçada teve o supremo epílogo na declaração de que todos os países membros vão trabalhar de forma coordenada, comprometendo-se cada um no seu país a adoptar as medidas em favor da recuperação mundial. Traduzindo, – todos juntos e cada um a tratar de si.

Esta Europa está uma vergonha, já não possui qualquer credibilidade no Mundo.

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