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terça-feira, 18 de junho de 2013

Caos com imposto automóvel. Sistema bloqueado.

Caos nas finanças com imposto do carro. Jun.2013

O jornal Correio da Manhã faz manchete com o tema do post do ClariNet da última sexta-feira (clicar aqui). A confusão nas repartições de finanças aumentou em todo o país, o sistema informático dos impostos bloqueou após terem sido processadas 1,8 milhões de notificações.

O Fisco suspendeu o envio de mais 2,2 milhões de notificações. Planearam (?) passar das 400 mil do ano passado (referentes a 2008) para 4 milhões (dos 4 anos seguintes) mas fizeram mal as contas à capacidade operacional das tesourarias das Finanças.

Ontem foi notícia a ameaça de agressão de alguns contribuintes a funcionários das Finanças, tendo sido chamada a PSP em três repartições. O governo nem sabe receber.

Uma solução era fazer como Nuno Crato, convocar todos os trabalhadores das Finanças para as tesourarias; recebiam para aí uns 70% dos impostos e deixavam o restante para uma segunda data. Para aí …no início de Julho.

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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Imposto Circulação. Caos nas repartições de Finanças.

Imposto Único de Circulação - caos nas repartições de finanças.Jun.2013

Ontem não se podia ir a uma tesouraria das Finanças, tal a multidão, hoje ainda foi pior. Razão; o governo enviou a semana passada milhares de notificações para pagamento do Imposto Único de Circulação, dos anos 2009, 2010 e 2011. 

Desde que o antigo “selo do carro” deixou de ser selo, são milhares os contribuintes com o pagamento em atraso. O ano passado foram 400 mil convocados para pagar o imposto referente a 2008, agora não conheço números, mas a rotura dos serviços é evidente. Eu vi.

O direito de audição tem o prazo de 15 dias, as Finanças querem receber dentro do actual trimestre.

A data (fim do trimestre) faz lembrar a justificação de Lobo Xavier, no último “Quadratura do Circulo” acerca do não pagamento dos subsídios de férias pelo governo. Estão a gerir ao trimestre. 

No caso dos subsídios será mais que o actual trimestre, e é mais que gerir a receita e a despesa. É um acto vingativo que vai contra a decisão do Tribunal Constitucional e por isso ilegal; é também prepotente e economicamente irracional. 

Mas que fazer? Passos Coelho disse no Parlamento que pagar os subsídios em Junho, ou Novembro, ou Dezembro, não influencia a economia. 

Passos é um vazio.

Um vazio mais esvaziado que o inexistente vazio legal, engendrado para não pagar os subsídios. 

Quer maçar… apenas, e só, maçar os portugueses. Isso vai pagar.

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