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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

PSD abandona CDS. Dois marmelos irreconhecíveis.

oclarinet.blogspot.com - por natureza - morta. Out.2013

A coesão nos partidos do governo é tão sólida que Cavaco Silva só pensa em juntar o PS para uma perfeita harmonia troikana. Luís Amado e quejandos também.

Depois temos cenas, como hoje no Parlamento, em que PSD deixa o CDS sozinho a defender o corte das pensões. Nem com a oposição a puxar pela língua da bancada do PSD, apareceu alguém a acompanhar o deputado centrista João Almeida, na defesa da medida.

O mal está lá, disfarçam uns dias, fazem juras públicas de afecto e fidelidade, mas a natureza deste PSD e deste CDS prometem divórcio. Com um empurrão daqui e outro dali, o governo abana. 

E ainda não se conhecem em concreto as medidas do Orçamento de Estado para 2014…

Promete.


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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Declaração de voto de João Almeida, dirigente do CDS.

Porta-voz do CDS.Nov.2012

O deputado João Almeida, num documento citado pelo Expresso, justifica ter votado favoravelmente o Orçamento de Estado (OE) para 2013, dizendo que o seu voto “não se justifica pelo conteúdo do Orçamento, mas antes pelas implicações que teria a sua não aprovação”.

João Almeida, depois de votar o orçamento, assinala “cinco riscos muito significativos” do OE, são eles:

“A carência de justificação clara para a dimensão do ajustamento necessário;

A difícil sustentação do cenário macroeconómico;

A desproporção entre o esforço do estado e o esforço solicitado às famílias;

A insuficiência das alterações introduzidas, em sede de especialidade;

E a introdução de medidas que comprometam reformas futuras”.

Diz depois que da falta de justificação do Orçamento, decorre “um primeiro risco de credibilidade, acrescido de um problema de aceitabilidade”.

Nada credíveis e totalmente inaceitáveis, são as declarações de voto dos deputados da direita que aprovaram o Orçamento. Pensarão eles que sacodem a água do capote? 

São os responsáveis por medidas que levarão mais miséria a mais lares, têm aliás total noção disso como se observa em João Almeida. Mas o tacho político é muito útil e os deputados do CDS/PP anteveem para si um futuro incerto. 

É o baixo nível a que chegou a honestidade política de alguns deputados e partidos.

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