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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Chavez regressa à Venezuela, vivo.

Chavez anunciou no Twiter o regresso à Venezuela.Fev. 2013

Presidente Venezuelano recorre ao Twitter para anunciar que está de volta a Caracas, onde vai prosseguir os tratamentos oncológicos. (Público).

O director – adjunto do Expresso, Nicolau Santos, assumiu no site do semanário, a culpa do “tempo de antena” dado a Artur Baptista da Silva, o falso consultor da ONU.

Se Chávez sobreviveu, por agora, à terrível doença, graças a um qualquer milagre, maior milagre seria ver em qualquer jornal um pedido de desculpas pelas notícias falsas acerca do estado de saúde de Chávez. 

Os meios de informação nacionais deram como confiável as notícias do jornal espanhol ABC, (ver aqui) que “asseguravam estar programado um desligamento” da máquina suporte de vida à qual Chávez estaria ligado. Durante semanas foi feita uma campanha de especulação e desinformação. 

Aqui chegados faltam os pedidos de desculpas aos leitores e telespectadores; Artur Baptista da Silva ainda dizia coisa com coisa sobre economia, enquanto o jornal ABC já era conhecido pelas notícias falsas que veiculava. 

Assim…

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Saúde de Chávez complica jornalismo.

Noticia o jornal espanhol ABC.Jan.2013

Chávez sofreu “complicações” após “grave infecção pulmonar”.

Em que ficamos, Chávez está em coma induzido e têm programado desligar a máquina ou acredita-se nos comunicados oficiais do governo venezuelano?

O ministro da Informação e Comunicação, Ernesto Villages, deu esta madrugada a informação número vinte e tal sobre o estado de saúde do presidente Hugo Chávez. Disse que Chávez ainda está a sofrer de insuficiência respiratória como consequência de uma severa infecção pulmonar. (integralmente, AQUI)

Não contradiz nada do dito antes oficialmente, é no entanto muito diferente do propagado pela comunicação social portuguesa nos últimos dias, baseada na nada confiável notícia do jornal espanhol ABC, do dia 2 de janeiro.

O ABC não é confiável porquê? Experimentem pesquisar por «ABC Fidel Castro» na Net. Foi o ABC, que deu Fidel como moribundo/agonizante, com uma “embolia massiva na artéria lateral direita”, em Outubro passado. O que levou o próprio Fidel a responder - ver (AQUI) no próprio ABC. É um modo de vida, não é jornalismo, não pode ser replicado por jornalistas.

O papel aguenta muito, mas a Internet tem um outro tempo de memória e arquivo, fica e consulta-se rapidamente, coisa a que os jornalistas formados para a imprensa que se lê e vai embrulhar castanhas assadas, ainda não apreenderam.

Online, o boato vende mas não compensa, o rumor passa ficando como único e fundamental efeito, a descredibilização dos órgãos de informação que o transmitiram. Há temas que não vale a pena abrir em certos jornais, há jornais que já não compensa ler… nem os títulos.

A discussão que o jornalismo encetou sobre os efeitos da Internet nos jornais e a consequente opção de notícias online merece aprofundamento pelos próprios, depressa e bem não há quem, e não se manipula com os pés. 

O maior perigo para os profissionais da informação é haver já muita informação online, mais credível e objectiva que alguma produzida pelos meios tradicionais e os seus profissionais.

 A Internet não mata os jornais, são os jornais que se vão suicidar para a Internet.

(Chávez - ver AQUI)

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