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sábado, 28 de dezembro de 2013

Olli Rehn. as mesmas condições com ou sem cautelar.

Troika continua depois da saída da troika. Dez.2013

O vice de Durão Barroso, Olli Rehn, veio premiar-nos com um artigo da sua opinião, sobre a nossa situação. 

Dá conselhos, de formidável inovação, como dizer; “promovam o crescimento e emprego, sem esquecer a disciplina orçamental”. Faz de La Palice; “o sucesso ou o fracasso da estratégia para repor a sustentabilidade da dívida pública será aferido pelo acesso de Portugal aos mercados de dívida soberana e a taxas de juro comportáveis”. Diz também o notável Olli Rehn, que o nosso “ajustamento é notável”. Nota-se.

No meio do seu paleio desenxabido do costume, o vice- presidente da Comissão Europeia deixou o recado de que “o caminho da responsabilidade orçamental tem de continuar”. Para ele (e para a Comissão Europeia), “o futuro imediato do país passa por condições que serão as mesmas com ou sem cautelar”. 

Sendo a Comissão, uma das três patas da troika, quer dizer que a troika continua por cá, depois da saída da troika. Que não haja dúvidas.

Pela notícia, Olli Rehn despede-se com as provocações habituais ao Tribunal Constitucional; “há algumas das reformas orçamentais e estruturais que o governo português adoptou que foram consideradas constitucionais, enquanto outras esbarraram em interesses instalados”.

A raivinha de dentes destes mandaretes do imperialismo germânico, só tem equivalente nos vende pátrias que pululam por Portugal.

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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Bruxelas e o governo querem a TSU – Nós Não!

oclarinet. Governos de garotos...Rua.Set 2012

Reina a confusão no governo. PSD e CDS andam entretidos em jogadas politiqueiras infantis, tentando cada qual ficar menos mal na fotografia. A crise política instalada dificilmente é resolvida com os actuais actores, o que não é má notícia.

Entretanto, Merkel defendeu hoje mais austeridade para Portugal, e um porta-voz de Bruxelas, (do comissário Olli Rehn) condicionou o desembolso da próxima tranche do empréstimo a Portugal, ao “sucesso integral da quinta revisão do memorando”. Revisão onde o governo fez aprovar a estupidez da TSU.

Porta-voz dos Assuntos Economicos da Comissao Europeia.

A Comissão Europeia veio em socorro de Passos Coelho dois dias após a grandiosa demonstração do povo português nas ruas do país. O governo, o Presidente da República, os membros do Conselho de Estado, o Parlamento e os partidos, sabem qual é o sentimento geral dos portugueses; só podem assumir a defesa do interesse nacional. E agora sim – por patriotismo!

Portugal tem imposições internacionais (que urge rever) em relação à dívida, mas não tem a obrigação de se sujeitar a doutrinas económicas e políticas para negociar empréstimos. Sabemos que na realidade não é assim, trata-se da coincidência ideológica entre os governantes que temos e o poder actual na Alemanha e por extensão na Comissão Europeia.

Não vale a pena dizer mais nada sobre a TSU, ninguém a desejou e todos os agentes da economia real a rejeitam. Mas vale a pena lembrar que as manifestações de Sábado passado não foram apenas contra a TSU, foram contra a política do governo e da troika. 

O governo de Passos Coelho, Paulo Portas e Vítor Gaspar, até aqui apenas provou incompetência, confirmou a impreparação para governar e demostrou arrogância. Uma insolência de garotos com o rei na barriga, que tem de acabar o mais rapidamente possível.

A manifestação de Sábado vai ter seguimento, é preciso não desmobilizar.


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