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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Borla nos transportes públicos para juízes, vergonha.

Transportes gratuitos para Magistrados.Out.2012


Juízes não pagam transportes públicos, mas não querem que se saiba.

O governo tem previsto na proposta do Orçamento de Estado para 2013, eliminar o transporte gratuito dos funcionários das transportadoras e de várias categorias de funcionários do Estado, entre eles procuradores e juízes.

O Jornal de Notícias teve acesso a um e-mail, da direcção do Sindicato dos Magistrados para os seus associados, no qual se diz haver a “garantia da senhora ministra de que tal norma será retirada”. 

A ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, garantiu à direcção do Sindicato dos Magistrados, uma situação de excepção para os juízes.

Depois do aumento dos transportes e passes para os utentes “normais”, do fim de descontos para jovens e idosos, que já referi (aquiaqui – e aqui), os senhores magistrados e juízes têm um tratamento “anormal”.

Tão anormal que dificilmente se inscreve nas exigências da troika. Ou então recua-se para não chatear um sector, que, (dizem) derrubou o governo anterior, e troika-se o recuo por uma marrada noutro desgraçado sem poder algum. Porque, como diz o povo acerca dos bodes: - “cabrão que recua, forte marrada vai dar”.

Aliás, a cabeçada chocante do arranjinho nem são as borlas, são os segredos de comadres em que tudo é tratado. Diz o citado e-mail; “seria conveniente que não se discuta na comunicação social este episódio” (…) “poderia dificultar o recuo por parte do governo”.

Trata-se de vergonha, de ter vergonha. E também de falta de vergonha, de não ter vergonha.

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sexta-feira, 20 de abril de 2012

Ministra da Justiça. Reposição dos subsídios, nem em 2015.

Ministra da Justiça não garante subsídios em 2015. Abr.2012 

A ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, admitiu em entrevista à Antena 1 que o corte dos subsídios de férias e de Natal vá para além de 2015 - depende do “espaço”, um novo vocábulo da terminologia complicativa da comunicação do governo.

Disse a ministra: “Para mim era claro que o programa de assistência financeira se estende até 2014, e portanto, naturalmente que só a partir de 2014 haveria espaço. Para mim, não vejo lapso – se houver espaço”. Em seguida faz depender a normalização dos subsídios da fezada; “Esperemos que a situação europeia não se agrave”.

João Semedo, do Bloco, em reacção às palavras da ministra acusa todo o governo de mentir, disse à antena 1: - “A ministra da Justiça acaba de confirmar aquilo que todos os portugueses já tinham percebido: o Governo mentiu. Relvas, Passos Coelho, Vítor Gaspar, mentiram aos portugueses relativamente à reposição dos subsídios. Não houve lapso nenhum”, todos os ministros sabiam que, pelos vistos, só em 2015 é que seriam repostos, mesmo assim parcialmente.


Portanto, os únicos portugueses que sabiam essa data de 2015 como momento da reposição dos subsídios eram os membros do Governo. Mas a ministra diz uma outra coisa, é que, provavelmente, nem em 2015, o que significa que também desta vez o próprio primeiro-ministro e o ministro das Finanças continuam a mentir aos portugueses. É também esse o sentido que têm as palavras da ministra da Justiça”; finalizou o deputado João Semedo.

Se me permite o deputado do BE, com quem concordo, já era esse o sentido das palavras de Passos Coelho no início do mês. Escrevi-o em 4 de Abril – AQUI – num post com o título “Subsídios de férias e Natal em 2015? Passos e Gaspar mentem.”

Disse. «A história da reposição dos subsídios de férias e Natal é uma trafulhice pegada.
Passos Coelho afirmou hoje que os subsídios aos funcionários públicos e pensionistas só regressam em 2015”, resume a comunicação social. O primeiro-ministro disse: “Tem de haver um processo que nos vá permitindo ao longo do tempo repor esses subsídios. Quanto tempo vai demorar não sei, porque não sei quais as condições em 2014 e 2015”. Portanto nem sequer garante a reposição em 2015


A ministra confirma, mentiras e desmentidos são apenas estratégias de comunicação. O governo não tem a mais pequena ideia do que anda a fazer e se resulta em alguma coisa, governa (?) sem rumo ou destino e arrasta todo o pais consigo.

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