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sexta-feira, 21 de junho de 2013

Velhos depois dos 65 e velhos antes dos 50.

Novos velhos - velhos novos. Jun. 2013

Um parecer do Conselho Económico e Social (CES) lembra que idosos pesam 19,2% no total da população, sendo que 90% depende das pensões para sobreviver.

O CES recomenda a “actualização do valor das pensões mínimas” e que o Estado consiga “viabilizar um novo período de vida activa” além dos 65 anos.

Sendo conselhos que merecerão simpatia, esbarram com a realidade de termos o governo que temos. A política actual, de desinvestimento e cortes, é contraditória com o aproveitamento da população disponível para criar ou ajudar a criar riqueza.

Os mais velhos que desejem, e são muitos, poderiam ter ocupações que os realizassem e ao mesmo tempo fossem úteis numa sociedade produtiva e solidária, mas para isso era necessário que o nível de desemprego não fosse o que é.

Com o desemprego jovem existente e a perda de emprego da população na casa dos quarenta e cinquenta anos, (o mais das vezes considerados “velhos” para readquirirem um emprego) ocupar aqueles que atingiram a idade da reforma é problemático e pode ser conflituante.

Mas é de considerar, numa política alternativa da que temos; que liberte os jovens qualificados dos empregos de ocasião, que permita o regresso dos empresários levados à falência pela política e a criação de empregos normais. Pois é de normalidade que Portugal precisa.

É coisa para começar a fazer após a queda deste governo. Logo a seguir.

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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Pensões mínimas congeladas. Nova mentira do governo.

Cortes nas pensões.Dez 2011

Segundo diz hoje a comunicação social, os “novos cálculos para os primeiros três escalões de pensões mínimas” determinam que “quem recebe mais de 246 euros de pensão fica sem aumento”. Já em 2012.

Esta notícia é contraditória com o discurso do ministro da Caridade, (o que trocou a motoreta pelo carrão do Estado) que disse há poucos dias que as pensões mínimas iam ser actualizadas acima da inflação.

Há limites para os sacrifícios e há limites para a tolerância dos portugueses. Os enormes roubos à classe média foram justificados pela necessidade de não abranger os mais pobres entre os necessitados. Agora verifica-se que a insensibilidade social deste governo Passos/Portas é infinita. Só param quando forem postos na rua.
 
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