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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

5 de Outubro, Lisboa. Implantação da República.

5 de Outubro - Lisboa - Praça do Município. Out.2013

Celebrar em Lisboa; a Independência, a Liberdade e a República, nas respectivas datas históricas, foram promessas do presidente da Câmara António Costa, em 2012.

Estranhamente não há qualquer anúncio de cerimónias oficiais da iniciativa da autarquia, no dia 5 de Outubro. Ao que sei vão-se realizar na Praça do Município, sem qualquer aviso público (até agora, a 2 dias da data). Depois das vicissitudes das comemorações de 2012 é algo inesperado. 

No discurso das comemorações do ano passado, António Costa garantiu: - “A Câmara Municipal de Lisboa continuará no futuro a organizar as cerimónias comemorativas da implantação da República, no dia 5 de Outubro, e a participar nas comemorações do 1º de Dezembro". Disse.

Lembremos que o governo actual tirou os feriados nacionais às datas do 5 de Outubro e do 1º de Dezembro, e que em 2012 as celebrações foram recheadas de peripécias, da bandeira portuguesa içada ao contrário ao novo cenário. 

Em 2012, pela primeira vez desde 1910, as celebrações oficiais não aconteceram na Praça do Município, tendo sido desviadas para um local fechado, o Pátio da Galé. Segundo a imprensa noticiou há um ano, a alteração terá sido por pedido de Cavaco Silva, a António Costa, evocando razões de segurança, concretamente o “risco de manifestações populares”.

Como sabemos, Cavaco não se livrou nesse dia, das sacudidelas das manifestações populares. O que se passará este ano? O medo de manifestações populares alastrou?

Celebrar o 5 de Outubro, dia da Implantação da República em 1910 e também o dia da assinatura do Tratado de Zamora de 1143, do reconhecimento da soberania portuguesa, é dia de Manifestações Populares

Queiram ou não queiram.

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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

5 de Outubro. Incidentes nas comemorações.

oclarinet.Bandeira portuguesa as avessas.Out.2012
Bandeira içada ao contrário na Praça do Município

 
As comemorações do 5 de Outubro deste ano ficam marcadas por vários incidentes; Cavaco Silva e António Costa içaram a Bandeira Nacional atabalhoadamente, e… ao contrário – (assim permaneceu).

Manifestantes conseguiram furar a segurança e intervir nas comemorações, ainda no discurso do presidente da República; uma jovem fê-lo cantando e uma senhora contando a situação de dificuldade por que passa. 

 Manifestante gritante metida na rua.Manifestante cantante.


                                                                    Cavaco não disse nada e António Costa fez um discurso que chateou os apoiantes do governo. 

Realce para a confirmação, pelo presidente da Câmara de Lisboa de que continuará a haver cerimónia oficial (tal como do 1º de Dezembro) no dia das comemorações do 5 de Outubro, na capital, apesar do fim do feriado decretado pelo governo.

Espera-se que as próximas comemorações não obedeçam, como estas, à indecente rejeição do Presidente da República em ir para o local próprio e histórico, seja por razões de segurança ou outras. 

Meterem-se num pátio, escondidos, com medo de vaias, é ridículo e não funciona como método de esquiva. O melhor era o Sr. Presidente pensar porque é que o povo o persegue com apupos.

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