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quarta-feira, 2 de abril de 2014

BPN.Campanha esfarrapada já nada tapa.

Cúmplices de burlões manobram caso BPN.Abr.2014

Joguinhos baixos de Durão Barroso e tentativa de aproveitamento político do PSD e do CDS, do caso BPN, estão a dar com os burros na água.

Num texto enviado ao PÚBLICO, Miguel Beleza, Teodora Cardoso, José da Silva Lopes, Artur Santos Silva e Rui Vilar dizem que “a supervisão bancária não é um sistema de investigação de crimes financeiros” e que “é irrealista a imagem criada de um supervisor que pudesse acompanhar em tempo real os milhões de operações que ocorrem a cada instante no sistema financeiro”.

Já ninguém tem pachorra para o descaramento dos burlões e dos seus cúmplices. O BPN era um negócio sujo de figuras gradas do PSD, financiou gente sem escrúpulos das suas franjas ao seu topo. Os portugueses estão a pagar do seu bolso por essas vigarices. Tal escumalha se tivesse um mínimo de vergonha nas fuças, escondia-se.

Oliveira e Costa aguarda prescrição dos crimes BPN.Abr.2014

E… como diz Silva Lopes, “ninguém fala no Dr. Oliveira e Costa”. Melhor, falar até se fala… mas é para noticiar que Oliveira e Costa pede a prescrição do caso BPN…!

Tenham vergonha!

(sobre a tramóia clicar na etiqueta em baixo-BPN)

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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Silva Lopes presente na manifestação contra Merkel.

Silva Lopes contra Merkel.Out.2012

José da Silva Lopes, o economista português com a mais longa carreira técnica e política, na área da economia e finanças públicas, disse ontem que estará “presente nas manifestações quando estas visarem os políticos europeus, nomeadamente, a chanceler alemã Ângela Merkel”.

Antes de ontem a comissão Executiva da CGTP marcou um protesto (acção de rua) para o dia da visita de Ângela Merkel a Portugal - dia 12 de Novembro – dois dias antes da Greve Geral. 

A posição de Silva Lopes tem um importante significado político. Por ser quem é, e por colocar o protesto na dimensão europeia. 

Lembremos que o governo e os seus apoiantes têm em relação à Europa e às instâncias internacionais uma posição de obediência subserviente. Também boa parte dos críticos do governo vai na conversa do poder, de identificar os males nacionais como tendo origem em Sócrates e “termos vivido acima das nossas possibilidades”. Paul Krugman junta-lhe “os malefícios da dívida” para lhes chamar as lérias populares da Europa.

As ingenuidades analíticas anti-socráticas, que nos trouxeram aqui e dificultam ver a muitos a razão da crise, não são fáceis de contrariar, a campanha foi ao nível dos Pastorinhos de Fátima, é crença que terá peregrinos por muito tempo.

O que é fundamental nesta situação é saber se a classe média, atingida sobremaneira com as medidas do governo, está disposta a alterar a situação, juntando-se em massa aos protestos de rua, (hoje já ninguém diz que as manifestações não servem para nada).

A participação de Silva Lopes em demonstrações de protesto ajuda a ultrapassar algumas reticências, quer sectárias, quer classistas. É por isso uma boa notícia.

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