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domingo, 9 de junho de 2013

Prism. É legal sermos espiados na Internet?

Utilizadores da Internet são espiados.Jun 2013

Nos últimos dias surgiu a informação de um programa (mais um) de ciberespionagem, o “Prism”. 

O The Guardian revelou que agências governamentais americanas recolhem diariamente milhões de registos de chamadas, tendo acesso (indirecto) em tempo real a chats, Facebook e Google. O Washington Post denunciou o acesso a dados dos servidores dos gigantes da Internet, entre outros, Microsoft, Yahoo, Skipe e Apple.

Para os mais avisados não é novidade a ciberespionagem, nem a abrangência da actuação, o que talvez não se tenham apercebido é que foram mandados espiar com a protecção da lei americana. 

Hoje, o jornal Público traz declarações do director dos Serviços Secretos dos Estados Unidos, James Clapper, aborrecido por terem destapado a careca do programa “Prism”. Diz também que o “Prism” é legal, “uma vez que foi debatido no Congresso e tem a supervisão de um tribunal dos Serviços Secretos”.

Obama já tinha dito, (antes de ontem) que o programa de “vigilância” da Agência de Segurança Nacional (NSA) sobre os utilizadores da Internet “visa apenas cidadãos estrangeiros”. Pois, nós incluídos.

Já não bastava, estarmos sujeitos a normas feitas por europeus que não elegemos, também o poder americano decide sobre a nossa vida e privacidade.

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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Alepo, exército sírio obriga a retirada dos rebeldes.

Rebeldes retiram de Alepo.Ago.2012

Síria. Segundo noticia o jornal The Guardian, “ao nascer do sol desta quinta-feira e após uma noite de intensos bombardeamentos” os rebeldes “retiraram todas as suas unidades de combate do bairro de Salahedin, no sul de Alepo”. A notícia é confirmada por repórteres estrangeiros e pelos próprios rebeldes.

Já ontem havia notícias do abandono de posições por parte dos rebeldes, como resultado da ofensiva das forças pró-governamentais. É um revés para a oposição armada (e seus aliados externos) que pretendia usar Alepo (a 60 km da fronteira turca) como posição para receber auxílio estrangeiro e ponto de partida para operações militares.

A “Batalha de Alepo” foi considerada decisiva pela oposição armada ao regime sírio, pelos seus apoiantes estrangeiros, e pelo próprio governo sírio. Utilizada na guerra mediática nos últimos dias, o insucesso rebelde custa a ser noticiado nos órgãos noticiosos nacionais, como é já habitual.

Líderes dos rebeldes disseram a repórteres no local, que a retirada é de “carácter táctico” como já tinham dito quando da retirada de Damasco. O exército sírio anunciou que prendeu oficiais turcos e da Arábia Saudita em Alepo.

A guerra da Síria está dependente (sempre esteve) do que as potências estrangeiras conseguirem fazer; as forças internas da oposição armada, mesmo apoiadas por mercenários estrangeiros, parecem condenadas ao malogro militar.

PS: A noticia de hoje é que "chefe do protocolo de Assad desertou".
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