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sexta-feira, 21 de junho de 2013

Velhos depois dos 65 e velhos antes dos 50.

Novos velhos - velhos novos. Jun. 2013

Um parecer do Conselho Económico e Social (CES) lembra que idosos pesam 19,2% no total da população, sendo que 90% depende das pensões para sobreviver.

O CES recomenda a “actualização do valor das pensões mínimas” e que o Estado consiga “viabilizar um novo período de vida activa” além dos 65 anos.

Sendo conselhos que merecerão simpatia, esbarram com a realidade de termos o governo que temos. A política actual, de desinvestimento e cortes, é contraditória com o aproveitamento da população disponível para criar ou ajudar a criar riqueza.

Os mais velhos que desejem, e são muitos, poderiam ter ocupações que os realizassem e ao mesmo tempo fossem úteis numa sociedade produtiva e solidária, mas para isso era necessário que o nível de desemprego não fosse o que é.

Com o desemprego jovem existente e a perda de emprego da população na casa dos quarenta e cinquenta anos, (o mais das vezes considerados “velhos” para readquirirem um emprego) ocupar aqueles que atingiram a idade da reforma é problemático e pode ser conflituante.

Mas é de considerar, numa política alternativa da que temos; que liberte os jovens qualificados dos empregos de ocasião, que permita o regresso dos empresários levados à falência pela política e a criação de empregos normais. Pois é de normalidade que Portugal precisa.

É coisa para começar a fazer após a queda deste governo. Logo a seguir.

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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Inactivos. Portugal tem o maior aumento da Europa.

oclarinet.blogspot.com - Desemprego record em Portugal.Abr.2013

Ouvi a notícia no rádio do carro (enquanto procurava trabalho). São 261.000, os portugueses que não trabalham nem estão inscritos no desemprego, segundo o Eurostat - gabinete oficial de estatística da União Europeia.

“Destes, quase todos, 231 mil, estão disponíveis para o mercado, mas pura e simplesmente já não fazem nada há semanas para procurar emprego. Mais 35 por cento em apenas um ano”. Informa a rádio TSF, salientando ainda o subemprego em “part-time” - “que cresceu 16 por cento em Portugal no último ano”.

São números a somar aos 17,6% de desemprego (Eurostat) que representa um crescimento superior à média da EU; sendo que, do desemprego total, a taxa de jovens com menos de 25 anos é já de 38,6%. 

Se contarmos com a emigração e as consequências das novas medidas recessivas que estão na forja, estaremos a viver tempos de destruição de emprego em Portugal como não há memória.

O governo do PSD e do CDS diz que o “Emprego” é a sua prioridade.

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