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terça-feira, 23 de abril de 2013

A promessa. Outra UGT com o novo líder Carlos Silva.

Uma nova UGT. Abr.2013
O post (aqui) de há precisamente um ano.

Prometia muito e afinal…! Pode vir a ser o epílogo da história da mudança de secretário-geral da UGT. Quero crer que com Carlos Silva, a submissão da UGT às conveniências da troika contra os interesses de quem trabalha, não continue.

Carlos Silva já assumiu querer outra atitude; perante os “acordos na concertação”, o governo e os credores. Também indiciou maior abertura à colaboração com outros sindicatos e a CGTP. 

No entanto, o que revelará uma viragem fundamental, será não permitir o uso da sua assinatura para dar no exterior a ideia de haver acordo social em Portugal, quando é generalizada a oposição à política do governo e da troika.

João Proença fica historicamente ligado ao pior período da UGT, de colaboracionismo com interesses anti-patrióticos, mais graves que a infidelidade aos anseios dos trabalhadores que representa. 

Proença ameaçava muito, mas demonstrou ser um “encolhido”; Carlos Silva promete, espera-se que não seja uma decepção. Os mais sectários, dentro e fora do movimento sindical, nada esperam da UGT, eu confio na neutralização do papel negativo que a central sindical tem tido. 

A UGT, se não for a bandeira virtual (mas usada), da chamada paz social, já é um pau. Um pau a bater para o lado certo.

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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Governo, Parceiros Sociais e Parlamento. Tudo a leste.

Governo foi ao ar...Set.2012
 
A crise política é patente. Está tudo à espera para ver se o governo vai ao ar nos próximos dias. 

O ano parlamentar abriu com declarações políticas para passar o tempo e justificar o vencimento. Os deputados estiveram de férias, chegaram decerto de muito longe, em cima da abertura da sessão e não tiveram tempo para se inteirarem do que se passa no país. Conversa mole.

A reunião do governo com os parceiros sociais, em que Passos Coelho tentou apanhar um comboio que já partiu, foi mais da mesma conversa mole. A CAP teve a única posição clara, pediu um recuo na TSU, e garantiu que os trabalhadores agrícolas receberão dos empresários do sector, o que o governo eventualmente tirar com a taxa. 

João Proença da UGT disse que “o governo tem de fazer uma revisão global da taxa social única”, o que não tem tradução para português, e o presidente da CIP mostrou-se satisfeito com a “abertura do primeiro-ministro” o que sendo traduzível não quer dizer nada.

A CGTP não foi convidada, não perdeu grande coisa, mas pediu uma reunião urgente com o primeiro-ministro. A CGTP não ser recebida nem por Passos Coelho nem por Cavaco Silva, antes do Conselho de Estado, como solicitou, diz bastante do estado da crise política, e de como o poder a quer resolver.

A chamada “Concertação Social” volta a reunir na próxima 2º feira, se ainda houver governo na próxima 2ª feira.

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