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sexta-feira, 18 de julho de 2014

Carlos Costa idêntico a Vítor Constâncio.

Carlos Costa enganado. Jul.2014
 
O pedacinho que hoje vi, da audição parlamentar ao governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, dá para dizer: Volta Constâncio, estás perdoado.

Perante as perguntas de deputados da oposição, sobre a reacção atrasada do Banco de Portugal às manigâncias no grupo BES, ouviu-se o mesmo troco do tempo da supervisão Constâncio; “ninguém está a coberto de uma fraude”, as respostas da supervisão dependem “da qualidade da informação fornecida”, informou Carlos Costa.

Até se acredita nas dificuldades dos reguladores (da supervisão) em descobrirem contas marteladas, fraudes são trapaças que só o são quando descobertas. O que é difícil de engolir é a campanha de elogios a Carlos Costa que a “máquina da propaganda” tem difundido.

Como se fosse mais fácil no tempo de Constâncio fisgar o esquema ardiloso do BPN mais o banco Insular e noventa e tal offshores, que agora chegar ao tribofe, Grupo BES, BES Angola, Família Espírito Santo.

Na verdade, supervisão, só a do super-homem e quando não está perto de kriptonite.
Há criminalidade em rede no sistema financeiro; as ocultações e as conivências na pirâmide de gente-bem e insuspeita, já são demasiadas para não se duvidar de tudo e de todos.

A ética não mora onde as dependências e cumplicidades entre o poder político e o dinheiro (muito dinheiro) é Deus.

Soube agora (disse-o Carlos Costa) que mesmo os testes de stress à banca estão dependentes da tal “qualidade de informação fornecida”. Testes de esforço que foram por cá garantidos inclusivamente pela Troika.

É de ficar stressado.

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quarta-feira, 2 de abril de 2014

BPN.Campanha esfarrapada já nada tapa.

Cúmplices de burlões manobram caso BPN.Abr.2014

Joguinhos baixos de Durão Barroso e tentativa de aproveitamento político do PSD e do CDS, do caso BPN, estão a dar com os burros na água.

Num texto enviado ao PÚBLICO, Miguel Beleza, Teodora Cardoso, José da Silva Lopes, Artur Santos Silva e Rui Vilar dizem que “a supervisão bancária não é um sistema de investigação de crimes financeiros” e que “é irrealista a imagem criada de um supervisor que pudesse acompanhar em tempo real os milhões de operações que ocorrem a cada instante no sistema financeiro”.

Já ninguém tem pachorra para o descaramento dos burlões e dos seus cúmplices. O BPN era um negócio sujo de figuras gradas do PSD, financiou gente sem escrúpulos das suas franjas ao seu topo. Os portugueses estão a pagar do seu bolso por essas vigarices. Tal escumalha se tivesse um mínimo de vergonha nas fuças, escondia-se.

Oliveira e Costa aguarda prescrição dos crimes BPN.Abr.2014

E… como diz Silva Lopes, “ninguém fala no Dr. Oliveira e Costa”. Melhor, falar até se fala… mas é para noticiar que Oliveira e Costa pede a prescrição do caso BPN…!

Tenham vergonha!

(sobre a tramóia clicar na etiqueta em baixo-BPN)

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