Ivo Miguel Barroso, professor da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, considera que utilizar a Língua Portuguesa segundo as normas do novo Acordo Ortográfico é “inconstitucional” e apresentou queixa na Provedoria de Justiça; diz o lide do artigo do jornal Público de hoje onde o professor se explica.
O assunto “acordo ortográfico” é polémica para durar, depois de Vasco Graça Moura ter relançado o tema com a iniciativa tomada no CCB; e do editorial do Jornal de Angola do passado dia 8, que entre outras coisas afirma que “há coisas na vida que não podem ser submetidas aos negócios”, agora é um homem do Direito a insurgir-se contra o Acordo Ortográfico e a apresentar queixa na Provedoria de Justiça.
A coisa está viva – coisas da língua!
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