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quinta-feira, 20 de março de 2014

Mais de 148 personalidades defendem a saída do euro.

oclarinet.blogspot.com - De noite também há flores.Mar.2014

Coincidências; 74 nacionais da esquerda à direita têm o apoio de 74 estrangeiros dos EUA à Alemanha. Nem mais um, nem menos um, para descanso dos neurónios. Comunicação é assim mesmo.

Manifesto dos 74 transpôs a fronteira, só aqueles que defendem a saída de Portugal da Zona Euro ainda não se sentaram, em número e tendências suficientes, à volta de uma folha para redigir um manifesto. Manifestam-se por aí (e por aqui) da esquerda à direita e dos EUA à Alemanha. Quantas personalidades defendem a saída de Portugal do euro?

Há militantes do Bloco de Esquerda, do Partido Comunista e independentes que vêm sustentando para além da inevitável reestruturação da dívida a saída de Portugal do euro. Muitos mais consideram um colossal erro histórico termos aderido à moeda única, mas não retiram dessa certeza a consequência inevitável, que é emendar o erro o mais depressa possível.

Recuperar a soberania monetária; ter moeda própria e meios de política para intervir na economia nacional tem de ser tema da campanha para as Eleições Europeias.O pós-troika na obediência ao tratado orçamental e com o euro como moeda será a continuação do empobrecimento dos portugueses, por dezenas de anos.

A divergência insanável entre os portugueses e os políticos será por não haver partidos com coragem para recusar a estratégia europeia de anexar Portugal através da dívida e do euro.

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quarta-feira, 12 de março de 2014

Finalmente há consenso (nos conselheiros de Cavaco).

Passos-Portas-Cavaco-  o consenso.Mar.2014

Ser conselheiro de alguém que nunca se engana até é fácil, basta estar sempre de acordo com o aconselhado. Sevinate Pinto e Vítor Martins esqueceram que na corte de Cavaco Silva nem todos os bobos têm perdão. 

Foram por isso exonerados por Cavaco Silva, diz-se que a pedido dos próprios, do cargo de consultores do Presidente da República. Razão próxima, terem assinado o manifesto dos 70.

É um sinal importante na políticazinha palaciana portuguesa, finalmente há consenso em algum lado - em Belém. Os consultores de Cavaco ficam a saber que têm de andar na linha.

Não será um consenso para esta legislatura e para a próxima, mas vai durar enquanto Cavaco durar, na coligação com Passos e Portas.


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terça-feira, 11 de março de 2014

70 Personalidades mais um. Saída falsa.

Cautelar- Limpa - ou Saída Falsa...Mar.2014
 

Passos Coelho tem medo do manifesto subscrito por 70 personalidades de diversos quadrantes políticos.

Primeiro-ministro reage duramente ao manifesto que pede a reestruturação da dívida. Passos diz que o manifesto “envia a mensagem errada aos que confiam no país”. É na troika e nos “mercados” que pensa Passos Coelho, não é no país.

O país sabe que não é possível pagar a dívida nestas condições sem acabar com o país, o próprio Cavaco Silva criou a ficção de um crescimento nominal do produto da ordem dos 4 por cento e taxa de juro semelhante, para lá por volta de 2035 chegarmos aos famigerados 60% da dívida.

Mais duas décadas de austeridade, com crescimentos que já não temos há 40 anos e impossíveis de atingir com Portugal na Zona Euro.

Para Passos Coelho a reestruturação da dívida é tabu, para os 70 será tabu discutir a saída do euro. Sabemos que não é para todos, que para alguns apelar à reestruturação da dívida é o passo que pode ser dado em comum com personalidades de lugares tão distantes como Ferreira Leite e Louçã.

Mas, sendo inevitável a reestruturação da dívida portuguesa, sendo justo lembrar a solidariedade com a Alemanha no pós-guerra, não se sabe o que é uma “reestruturação responsável” no “espaço institucional europeu”. Não se sabe que “espaço institucional europeu” os 70 vêm na Europa.

Todos estarão de acordo com o manifesto, de que Portugal “não vai contornar sozinho o problema do excesso de endividamento, já que perdeu a soberania monetária e cambial para intervir na economia”.

E recuperar a soberania monetária e cambial para intervir na economia? Sair do euro! Passar dificuldades por poucos anos, em vez da eternidade de austeridade oferecida. Não é para este manifesto!

Falar em sair do euro é capaz de enviar “a mensagem errada aos que confiam no país”.


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