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quinta-feira, 20 de março de 2014

Mais de 148 personalidades defendem a saída do euro.

oclarinet.blogspot.com - De noite também há flores.Mar.2014

Coincidências; 74 nacionais da esquerda à direita têm o apoio de 74 estrangeiros dos EUA à Alemanha. Nem mais um, nem menos um, para descanso dos neurónios. Comunicação é assim mesmo.

Manifesto dos 74 transpôs a fronteira, só aqueles que defendem a saída de Portugal da Zona Euro ainda não se sentaram, em número e tendências suficientes, à volta de uma folha para redigir um manifesto. Manifestam-se por aí (e por aqui) da esquerda à direita e dos EUA à Alemanha. Quantas personalidades defendem a saída de Portugal do euro?

Há militantes do Bloco de Esquerda, do Partido Comunista e independentes que vêm sustentando para além da inevitável reestruturação da dívida a saída de Portugal do euro. Muitos mais consideram um colossal erro histórico termos aderido à moeda única, mas não retiram dessa certeza a consequência inevitável, que é emendar o erro o mais depressa possível.

Recuperar a soberania monetária; ter moeda própria e meios de política para intervir na economia nacional tem de ser tema da campanha para as Eleições Europeias.O pós-troika na obediência ao tratado orçamental e com o euro como moeda será a continuação do empobrecimento dos portugueses, por dezenas de anos.

A divergência insanável entre os portugueses e os políticos será por não haver partidos com coragem para recusar a estratégia europeia de anexar Portugal através da dívida e do euro.

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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Alemanha dá emprego e tira vantagens do desemprego.

Alemanha escolhe mão-de-obra no desemprego que criou na Europa. Mai. 2013
Os enceradores de soalhos – guache de Malevitch

Espanha vai colocar 5000 jovens por ano no mercado de trabalho alemão.

A solução encontrada pelo governo de Mariano Rajoy para o desemprego jovem, que se cifra em 56% da população activa espanhola com menos de 25 anos, é emigrar. Também!

O movimento migratório de quadros desempregados europeus, para a Alemanha, obedece à estratégia de Ângela Merkel, de assim suprir as necessidades da sua economia. Há um ano (aqui) definiu esse plano e explanou-o numa reunião de líderes europeus em Bruxelas.

Dois meses antes (aqui) a preocupação do governo Merkel era de readmitir trabalhadores alemães já reformados, e seduzir os que estavam a atingir a idade da reforma a ficarem nas empresas, (com alguma flexibilidade laboral).

O desemprego na Europa, que a política de austeridade imposta pela Alemanha aumentou sobremaneira, serve os interesses alemães e só alemães. A circulação de jovens pelo mercado europeu de trabalho seria até vantajoso para os países de origem, se não fosse em massa, se feito na perspectiva de regresso, e numa realidade de economias mais equilibradas.

Mas o panorama das economias do sul não caminha para a estabilidade. A pós-troika independente e viável não existe - continuando na Zona Euro; com mais divida, juros mais altos, e menos economia, não vamos lá.

Quem sair da sua terra, não volta tão cedo e muitos jamais voltarão. Como dizia aqui há dois meses, a mobilidade faz-se num só sentido, desnatando de quadros os países do sul, quadros esses que custaram uma boa parte da divida desses países a formar. 

À Alemanha, fica-lhe bastante mais barato utilizar os quadros formados no estrangeiro, com o dinheiro dos contribuintes e dos pais dos jovens, das economias agora em dificuldades.

O Estado germânico está a ganhar com o afundamento de outras economias europeias. Sou dos convictos, de que Portugal não inverte a sua situação enquanto não sair do euro (AQUI).

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