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terça-feira, 29 de outubro de 2013

Milagres servidos em pires, para acompanhar tremoços.

  Milagres num Pires. Out.2013 
Nos últimos dias, cada vez que ouço um governante, mudo de canal. É falta de paciência para os atender. Fui de manhã em trabalho, de Lisboa ao Alentejo, escutando rádio. Surgiu um som de ministro e, antes de mudar de posto, ouvi, de raspão, Pires de Lima falar em milagre económico. Esqueci-o na companhia da música.

De volta a casa, já de tarde, ligo a televisão e ouvi, também de raspão, Passos Coelho a falar em qualquer coisa... “atirar areia para os olhos”, e atirei com um of ao aparelho.

Há dois dias que o governo não sai dos rádios, das televisões e dos jornais, num cerco cacofónico. Querem tirar-nos o repouso, pretendem empanturrar-nos com aldrabices políticas em doses letais, querem-nos emouquecer com overdoses de ministros e criadagem do governo. 

É esquema!

Mas é também desespero. Aludir a “milagre económico” nesta calamidade nacional, é usar a bomba atómica do embuste publicitário. O que há acima dos milagres? Só Deus - e é apenas para os crentes (como se sabe, em milagres até os ateus acreditam).

Como com as aflições do governo e seus serviçais posso bem, não ligo, só desligo! Nada do que acrescentem, através de paleio, altera a realidade que eu vivo e que verifico que os outros vivem.

Querem afrouxar a nossa indignação através de trapaças mil vezes repetidas, tem sido só mentiras atrás de mentiras. Mas há quem não se fique, e os próximos dias são a continuação de lutas, greves, e manifestações.

É uma resposta ao esquema dos falsos milagres, servidos em pires para acompanhar tremoços.

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sábado, 4 de fevereiro de 2012

Isto está mal - também para os publicitários.


Frente
Ferragens.Fev.2012


Verso (ou vice-versa)
Centro Optico.Fev.2012
A hora é de poupança, já se sabe. Um folheto, formato A6, deixado no pára-brisas do meu carro, é um sinal de que o sector da publicidade anda a usar métodos de consociação. Na natureza há várias evidências de trabalho conjunto dos animais pela sobrevivência, como é exemplo o uso dos afídios pelas formigas; as formigas transportam os pulgões até as folhas, estes cortam-nas, e as formigas mamam a seiva.

Um folheto, a uma cor, com publicidade a ferragens dum lado e a um centro óptico do outro, pode ser entendido como uma estratégia de aproveitamento do papel dos dois lados (coisa inviável em papeis como o higiénico), o público alvo será o mesmo como deve ter ditado o estudo de marketing desenvolvido; o que não se sabe é onde os promotores se encontraram. Terá sido o oftalmologista que foi à loja comprar uma bigorna de afinar lentes, ou o ferramenteiro que foi tratar do olho?

Que isto anda mal na publicidade sou testemunha, ainda não me estreei com um trabalhinho este mês por mais meias horas que acrescente ao horário de trabalho; mas como se vai trabalhar no dia de carnaval o mês está safo.

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