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segunda-feira, 12 de maio de 2014

Discutir o futuro. Ai Jesus…

A televisão hoje.Mai.2014

Como é bom voltar ao meu país, abrir a tv, e verificar que está uma mesa de especialistas a discutir o futuro…

…e logo o futuro que tanto interessa ao bom povo – o futuro de Jesus (o Jorge)!

Arre!


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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

A violência da praxe.

Irrevogável irregovável. Fev.2014

A maior parte das vezes em que os canais nacionais de TV estão a “dar notícias”, estou de costas, frente ao monitor do computador. Por vezes ouço aqui ao lado, - isto é uma violência! - O quê? - As legendas! Ter dado aulas de português e ler o rodapé das “têvês”, pode ser irritante.

Hoje, logo pela manhã, a violência da praxe. Não aquela dos doutores da mula ruça, isentos (não se sabe porquê) de cumprir o código penal, mas das legendas. Confrontos no Rio; deve ser o Rio do mês passado (tal como na canção do Zeca, de 1975, o PPD fascista era do Sábado passado, calculem); com bombas de chorar que são para fugir; dentro e fora da estação porque chove pancada em qualquer época. Come-se.

Ao mesmo tempo, “RETIRADA DE MARCELO NÃO É IRREGOVÁVEL” passa a correr na tira das gralhas fugidias. Esperamos esperançados que na próxima volta a bicha tenha voado, mas a cada nova viagem o “irregovável” retorna. “Irregovável” é irrevogável porque veio para ficar, seja qual seja o desacordo ortográfico.

É como aquela mosca da TV que não se sabe se volta, volta não volta, pela atracção das luzes se pelo cheiro da programação.

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quarta-feira, 8 de junho de 2011

O jornalismo dos "directos" para coisa nenhuma.

oclarinetjornalistasjun2011

Os jornalistas correm, atropelam-se, empurram-se, furam por entre a multidão de colegas, para ter o microfone ou gravador perto de quem querem tirar umas palavras, os homens das câmaras fazem o mesmo à procura do melhor ângulo; para o filme, o directo, ou a foto. Atrás, uma parafernália está montada, meios técnicos e humanos foram deslocados para levar ao telespectador a notícia fresca, acabada de fazer. Na ponta disto tudo – um papel! É verdade, um papel a que chamaram “comunicado”, que podia ir para as redacções dos órgãos de comunicação por qualquer outro meio; fax, e-mail, pombo-correio ou pelas redes sociais tão do agrado dos políticos.
Num país em crise, onde se pede a todos contenção nas despesas, dezenas de trabalhadores pagos para exercer profissões especializadas, são enviados para fazerem de paquetes, outros para filmar o paquete e outros para levar a todas as casas o filme do paquete. Estes paquetes de luxo o que representam na produtividade nacional? Quanto custou ir buscar um comunicado ao vivo e em directo?