sábado, 15 de dezembro de 2012

Manif.15 Dez. Milhares pedem veto do Orçamento 2013.

foto manif.15 Dez.Milhares pedem que presidente cumpra a Constituio.Dez 2012

Perante dezenas de milhar de manifestantes concentrados frente ao Palácio de Belém, Arménio Carlos, da CGTP, pediu ao presidente da República para ouvir o povo.

“Ouça o povo e exerça os poderes que a Constituição da República Portuguesa lhe concede.

Ouça o povo e não cometa o erro de promulgar o Orçamento de Estado para depois solicitar a fiscalização sucessiva.

Ouça o povo e envie de imediato o Orçamento de Estado para o Tribunal Constitucional, para que este faça a respectiva fiscalização preventiva.

Ouça o povo, mas ouça bem - e não promulgue este Orçamento de Estado”.

Foi isso que dezenas de milhar de manifestantes exigiram hoje a Cavaco Silva.

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2 comentários:

CLV disse...


Mais uma vez na História portuguesa o partidão volta a pedir ao Américo Tomás que demita Salazar. Prosseguem com uma indigência política muito assinalável. Melhor seria dirigirem-se às Forças Armadas para relembrar-lhes que a sua acção política do dia 24 de Abril de 1974 está a ser destruída por uns neo-fascistas e que, por isso mesmo, compete-lhes restaurar a Democracia e a Soberania Nacional. Hitler também teve uma maioria!!! Se não forem as Forças Armadas nada acontecerá.

Para quem acredita nas virtudes do 25 de Abril - que as teve - em caso de aflição deve dirigir-se a quem instalou o regime e não aos idiotas que o perverteram.

CLV

Carlos Mesquita disse...

Discordo CLV. Todas as manifestações frente ao palácio de Belém destinam-se a pressionar a presidência da República. António José Seguro não o quer pressionar, tu acha que nada serve pressioná-lo e muitos outros desvalorizam as pressões; mas a verdade é que as “virtudes do 25 de Abril”, após o derrube de Marcelo, emanaram das pressões nas ruas e nas empresas.

Muitos, à esquerda, temos qualquer história de maltratos por gente do PCP, (gente que já nem está lá) não é razão para ver nele um papão que tudo controla, ainda menos quando, como dizes, vemos uma sociedade a ser “destruída por neo-fascistas”. O PC é anti-fascista, assim como muito democrata que nem é de esquerda.

CGTP e PCP não é o mesmo, embora a comunicação da direita e o sectarismo de alguns à esquerda o afirmem. Nas manifestações da Inter, estão, além do “partidão”, os partidinhos, movimentos sociais e muito mais pessoas que nunca serão controladas ou usadas pelo PCP.

Se mais independentes participassem, menor seria o aproveitamento político-partidário e mais efeito teria na oposição ao poder. Eu apoio e vou às manifs da Inter sem complexos, fui sindicalista da Inter e de CT de fábrica, estou entre a minha gente.

Lamento que alguma da minha gente (ainda mais chegada) não me acompanhe…enquanto não vem outro 25 de Abril ou o D. Sebastião.