Sócrates, nascido no demo de Alopécia, estaria hoje careca de saber que cada vez que se fala nos tabloides da sua mãe, ou dos seus familiares, é para desviar as atenções.
Aproveitar a mãe de Sócrates para fazer política é feio…e daí talvez não!
A mãe de Sócrates chamava-se Feneretes, diz-se que fazia de parteira.
Feneretes são uma família portuguesa de sindicalistas de direita, uma porção do PS e outros lotes do PSD e do CDS, que dá pelo apelido ou nomeada FNE.
Os Feneretes da FNE também fazem partos.
Nuno Crato, o grávido, tem contado para a sua prenhe ininterrupta e os seus desmanchos, com os cuidados obstétricos dos Feneretes.
O último desenlace abortivo está a ser a “prova de avaliação de conhecimentos,” um dos estados interessantes de Nuno Crato. Os Feneretes cortaram o cordão umbilical para agradar e a pedido do parturiente, com a paridela mal consumada.
Como resultado, temos uma reacção para debelar a infecção geral, provocada por um parto que não devia ser feito. O Crato não sabe parir e os Feneretes não sabem assistir.
Amanhã, quinta-feira, toda a família do corpo docente/doente e maltratado vai-se manifestar frente a São Bento – e lá dentro.
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