domingo, 16 de fevereiro de 2014

Passos Coelho ouve “insultos” em Castelo Branco.

Passos Coelho mal recebido em Castelo Branco. Fev.2014

É notícia (lusa) que Passos Coelho foi hoje “insultado” por manifestantes em Castelo Branco.

Como não li na notícia, nem até agora ouvi ou vi nas televisões quais foram os insultos, supõe-se que ultrapassam os apupos habituais que brindam os passeios domingueiros dos nossos governantes.

O que será para o relatador - insulto? Que pena não sabermos, quando afinal sabemos tudo o que se passa nas manifestações de fascistas, da América Latina à Ucrânia.

Será que as expressões, ditas em muitas das manifestações (e por todo o lado) contra este governo e o primeiro-ministro, vão passar a ser qualificadas pelos mensageiros das notícias, como se lhes encomendassem pareceres jurídicos.

Se calhar não são insultos.

Cá em casa, já tenho ouvido a uma professora reformada, aliás, de esmerada educação, alguns comentários (como quando lê os gamanços da sua pensão) impróprios para menores. Será isso insulto?

Ou é a expressão (vernácula) de quem está a ser insultado?


Para ver últimos posts clicar em – página inicial






1 comentário:

Teresa Baptista disse...

Impropérios... Insultos & interjeições... ahahahahahahahaha
Convém que se diga que, no hemicíclo, os ilustres deputados podem insultar-se, desde que não recorram ao uso de termos (e gestos) vernáculos, protegidos que estão por conveniente imunidade política.
A cidadania também é uma instituição democrática e na minha opinião, sempre que um cidadão, um popular, profere uns tantos e criativos impropérios contra um político está também protegido por imunidade, mas popular... Lá que não é elegante, não é!
Os insultos, assumem muitas vezes a forma de difamação, por exemplo, quando se chama corrupto a um político, estamos a difamá-lo o que é grave... lol... e pode conduzir um cidadão à prisão, ou a desgraçar-se para pagar ao difamado competente indeminização. Por outro lado, se o sistema tenta provar a corrupção do político visado, as provas forense são rapidamente contestadas e anuladas por douta decisão judicial!
As interjeições, vernáculas, ou simples exclamações, são mero desabafo. Não transportam mal nem intenção.