Despertado no Facebook para uma entrevista do major Fonseca da GNR à jornalista Olívia Santos da RTP (AQUI), parece-me estarmos perante uma iniciativa perigosa, no que se refere aos direitos instaurados no 25 de Abril.
O programa da GNR “Interlocutor Local de Segurança” foi inicialmente visto como forma de aproximar a “Guarda” dos cidadãos. Segundo declarações do major Gonçalo Carvalho à TVI, não pretende “formar pessoas para denunciar”, mas teve na referida entrevista à RTP uma outra definição – inequívoca.
A jornalista perguntou se a função era “para passar informações da polícia para os cidadãos ou também sobre os cidadãos para a polícia: O major Fonseca respondeu “Exatamente, ou seja, é claro que há uma relação biunívoca”.
Como a linguagem matemática não é fácil, a jornalista insiste, “…Se estes parceiros, estes interlocutores têm algum tipo de responsabilidade no sentido de passar informações sobre os cidadãos para a polícia – se eles são também um pouco os vossos agentes”. Ao que o oficial responde, “Acaba por ser, acaba por ser”.
Ora - não pode ser!
Esta coisa que a GNR diz ter ido buscar à Dinamarca, tivemos em Portugal desde 36/37, altura da fundação da Legião Portuguesa, até ao 25 de Abril.
Com a Legião criou-se uma estrutura de informação do Estado contra os potenciais inimigos e perigos internos; que incluíam para além das milícias e o para-militarismo, a vigilância pública e protecção civil, a ajuda aos desvalidos e o “auxílio às forças de segurança”.
Estão vivas muitas vítimas da desprezível rede de informadores (bufos) do regime fascista: Não pode tentar instalar-se qualquer sucedâneo, sem que os democratas e as instituições do regime democrático as denunciem e combatam.
Nem precisam dizer que tipo de informações vão recolher, filtrar e canalizar; estamos em crise económica e social profunda, todos os assuntos da vida comunitária são passíveis de ser relevantes; depende do estado da Democracia e a nossa já teve mais saúde.
A seguir à tentativa de militarizar a segurança interna uma rede de informadores é visibilidade demais para intentos obscuros.
É assunto para os deputados levantarem na Assembleia da República, para ser seguido pela Comissão Parlamentar de Direitos, Liberdades e Garantias.
Bufaria – “defesa civil do território” – Nunca Mais.
Para ver últimos posts clicar em – página inicial
Perante o número recorde de desemprego - 16,3% - mais uma vez ouviu-se um governante dizer que o “governo está empenhado” (em resolver o problema). Já tínhamos ouvido o mesmo de vários ministros “o governo está empenhado”.
Agora soube-se pelo Banco de Portugal que “pela primeira vez desde 1997, o crédito malparado às empresas em Portugal superou a barreira dos 10% em Novembro”.
Que o governo ande empenhado a resolver algum problema - duvida-se; que muitas empresas e famílias estejam empenhadas - é um facto.
O problema não são só as cobranças duvidosas dos bancos, são também os pagamentos não atempados entre clientes e fornecedores. Metade dos problemas de cobranças, que eu tenho, é com clientes que não recebem do incumpridor Estado e por isso não cumprem comigo.
Se o governo se empenhasse a pagar o que deve, havia menos gente empenhada.
Talvez para dizer que está empenhado em qualquer coisa, o ministro das Finanças recebeu uns feirantes que se manifestavam frente ao ministério. É assombroso!
Há quem esteja em greve há mais de um ano, como na CP, e o governo não negoceia. Nos portos, as greves, segundo diziam o governo e os patrões, punham em causa as exportações e destruíam a economia, mas mesmo assim o governo não recebia os estivadores.
Agora, o ministro Vítor Gaspar recebe pessoalmente empresas de diversão (para pobres). Aproveitem o empenho do ministro, algo assim, vindo da casa assombrada, é prodigioso. É decerto milagre de São Matraquilho.
Para ver últimos posts clicar em – página inicial
Um jornalista espanhol disse em tempos, a uns amigos meus, que as “chicas desnudas”, publicadas na sua revista, ajudavam a vender os artigos sérios; e mostrava, na época, uma entrevista com Daniel Cohn-Bendit.
Não sou adepto da garota da página três, mas a função pin-up aparece habitualmente nos blogues; chamam-se António Borges (sem mais nada), Álvaro (dos pastéis), Passos Coelho (com qualquer mistela), Cavaco (com e sem BPN) etc. (e tal)! Se as chicas desnudas vendem, um blogue vestido com chicos destes, devia dar. Errado.
O balanço de 2012, do ClariNet, (ainda a tempo) com milhares de visualizações de páginas deste blogue sobre as eleições gregas (três posts) faz pensar sobre o papel dos blogues.
Nas dez publicações mais vistas em 2012, estão para além das três sobre a Grécia, de quem se sabia pouco; duas sobre a manifestação de 29 de Setembro e as restantes em temas como a emigração, os mercenários portugueses na Síria, que a comunicação social portuguesa nem tocou; o bacalhau que já vem do ano anterior e os cães de raças perigosas, um assunto actual. Da política diária, entrou os cortes nos subsídios.
Este ano ainda não apareceram por aqui as pin-ups, dei-me umas merecidas férias; voltam quando o que está a quebrar tiver mais fraturas expostas. O que se passa na América Latina, e na Itália (sabe-se tão pouco da Itália por cá) é mais importante para nós que esta fase politiqueira interna.
Por ordem, as dez publicações aqui mais lidas em 2012:
06/05 – Eleições na Grécia – pré-resultados.SYRIZA surpreende.
07/05 – Eleições na Grécia. Resultados finais. Que saída?
12/09 – Manifestação 29 de setembro. Greve Geral CGTP e UGT?
29/09 – Manifestação 29 de setembro. Greve Geral. Governo Rua.
10/12 - Bacalhau, como escolher, como comprar e preparar.
12/03 – Drama da emigração. Não há empregos lá fora.
25/06 – Mercenários. Para-quedistas portugueses presos na Síria?
03/04 – Corte subsídios; férias, Natal, doença, maternidade.
05/05 – Eleições na Grécia. Quem são os partidos?
25/08 – Cães. Raças perigosas, donos ignorantes ou psicopatas.
(clicar nos textos a cor para ler os artigos)
Para ver últimos posts clicar em – página inicial
As facções no partido de Chávez e a luta secreta pelo poder é a nova criação da guerra de 4ª geração contra o regime venezuelano. Com origem na imprensa espanhola e dos Estados Unidos está a ser replicada, como habitualmente, a nível internacional.
Chávez continuará a ser o Presidente da Venezuela, diz Maduro (Público) e diz também Diosdado Cabello, reeleito presidente da Assembleia Nacional (AN) da Venezuela.
A constituição apenas prevê a “falta absoluta” do presidente para não ser assim, e ele não falta; segundo constitucionalistas venezuelanos está ausente autorizado pela AN (maioria e oposição) que de facto aprovou por unanimidade a sua saída para tratamento. Mas para interpretar Constituições, temos a nossa discórdia interna, e basta.
Mais relevante é na notícia do Público, assinada por Ana Gomes Ferreira, dizer-se que Maduro e Cabello “pertencem a alas diferentes do Partido Socialista Unificado da Venezuela, no poder”, comprando do “EL País” uma fracção “desenvolvimentista e tecnocrata” para Diosdado Cabello.
O conhecimento do trajecto político de ambos e ambos com Chávez contradiz esta fantasia. Maduro conhece Chaves em 1992, quando sua mulher Cília Flores, actual Procuradora-Geral da República, defendia o então tenente-coronel Hugo Chávez, preso após falhar um golpe de Estado. O então tenente Diosdado Cabello participou com Chávez nesse golpe de 4 de Fevereiro de 1992 contra Carlos Andrés Pérez.
Daí para cá estiveram sempre juntos, na fundação do Movimento Quinta República (MVR) que levou Chávez ao poder, na sua dissolução para criar o Partido Socialista Unificado da Venezuela (PSUV) e aceitando todos os cargos políticos por eleição ou nomeação presidencial.
No golpe de estado de 11 de Abril de 2002, que derrubou Chávez por dois dias, após o restabelecimento legal é Cabello que assume provisoriamente a presidência, tomando como primeira medida enviar uma força da armada para resgatar Chávez da ilha La Orchila, pôr-se em causa, hoje, a sua lealdade a Chávez, é um disparate.
Igual disparate é espalhar, para dividir, que Nicolás Maduro é próximo dos cubanos, como Chávez, e Cabello não. Um empresário amigo a viver há muito na Venezuela dizia-me o ano passado que o 2º homem politicamente mais necessário ao regime era o presidente da AN.
O PSUV, partido maioritário, não é um partido de quadros, a defesa do chavismo assenta nos “círculos bolivarianos”, organizações de base com algumas semelhanças aos CDRs da Revolução Cubana. Criados após a vitória de Chávez de 1998, com recursos do Estado, terão entre 2 a 2,5 milhões de membros, Cabello foi o responsável pela sua dinamização, sendo assim, mais o homem com ligações fortes ao aparelho do regime (ultrapassa o aparelho do partido) que a invencionice do “tecnocrata desenvolvimentista”.
O Chavismo não é fácil de entender à luz de leituras históricas viciadas, do partido único para impor o socialismo, da ditadura militar ou estatal para impor uma sociedade alternativa. Coexistem com a democracia parlamentar projectos diferenciados de investimento público; dirão que é pouco democrático Chávez dispor dos fundos do petróleo, que usa para suprir as necessidades básicas da população – perguntem aos timorenses se não preferiam isso à miséria.
Os interesses portugueses na Venezuela e em toda a América Latina não são os mesmos que os de Espanha ou dos Estados Unidos, espera-se que a imprensa portuguesa perceba isso.
Para ver últimos posts clicar em – página inicial
Passou agora pelo canal Euronews uma rubrica sobre a situação na Venezuela. Como habitual nestas alturas, correm as previsões e chamam-se os especialistas para estampar o futuro. Na Euronews não há surpresas.
Um professor de política da Flórida inventou uma “luta secreta pela sucessão”, uma “grande batalha, não só entre as pessoas que são pró-Chávez, que são chavistas, mas também no contexto daqueles que temem que a oposição tente eliminar todos os benefícios que o chavismo teoricamente conquistou”. (sublinhado meu) está justificado o convite da Euronews.
Depois apareceu um académico russo, Boris Martynov. Como foi Hugo Chávez quem abriu a América Latina à Rússia, esperava do Expert alguma simpatia pela política que tão útil tem sido para os “putins”.
Nada; para além de banalidades e da surpresa (para qualquer um) de ter respondido à pergunta: – “O que sabemos do sucessor, Nicolás Maduro?” com um – “Infelizmente, não sabemos grande coisa”; Martynov disse ao que vinha. Depois de falar do “radicalismo” e do “anti-americanismo exacerbado”, acrescentou, “e todos os lemas socialistas, que já não são populares, porque o tempo para a oposição socialismo-capitalismo, esquerda-direita, foi ultrapassado”. E é o Boris “Expert on Latin America”.
Os portugueses pagam 2 milhões de euros pela Euronews, através da RTP, inclui a publicidade institucional deste país governado como se sabe.
Duas coisas que não valem a pena - vender isto e ouvir os Boris.
(Chávez - ver AQUI)
Para ver últimos posts clicar em – página inicial
Os responsáveis dos jornais deviam saber que têm um papel social e educativo. Deviam saber que a maior parte dos leitores ficam-se pelos títulos. Deviam ter vergonha de estupidificar quem os lê. O jornal i, de hoje, deu relevo de capa online ao título enganador (em cima). Chega a ser perigoso.
De que serve dizer no texto que “acumular peso continua a ser perigoso. Um IMC (índice de massa corporal) acima de 35 (considerada obesidade grave) conduz a um aumento claro de risco de morte”; com um título destes?
Façam lá um estudo sobre quantos leitores leram ou vão ouvir falar no título e não leram mais nada.
A propósito, e com a devida vénia, um post do ensartaos:
ler mais AQUI
Para ver últimos posts clicar em – página inicial
Chávez sofreu “complicações” após “grave infecção pulmonar”.
Em que ficamos, Chávez está em coma induzido e têm programado desligar a máquina ou acredita-se nos comunicados oficiais do governo venezuelano?
O ministro da Informação e Comunicação, Ernesto Villages, deu esta madrugada a informação número vinte e tal sobre o estado de saúde do presidente Hugo Chávez. Disse que Chávez ainda está a sofrer de insuficiência respiratória como consequência de uma severa infecção pulmonar. (integralmente, AQUI)
Não contradiz nada do dito antes oficialmente, é no entanto muito diferente do propagado pela comunicação social portuguesa nos últimos dias, baseada na nada confiável notícia do jornal espanhol ABC, do dia 2 de janeiro.
O ABC não é confiável porquê? Experimentem pesquisar por «ABC Fidel Castro» na Net. Foi o ABC, que deu Fidel como moribundo/agonizante, com uma “embolia massiva na artéria lateral direita”, em Outubro passado. O que levou o próprio Fidel a responder - ver (AQUI) no próprio ABC. É um modo de vida, não é jornalismo, não pode ser replicado por jornalistas.
O papel aguenta muito, mas a Internet tem um outro tempo de memória e arquivo, fica e consulta-se rapidamente, coisa a que os jornalistas formados para a imprensa que se lê e vai embrulhar castanhas assadas, ainda não apreenderam.
Online, o boato vende mas não compensa, o rumor passa ficando como único e fundamental efeito, a descredibilização dos órgãos de informação que o transmitiram. Há temas que não vale a pena abrir em certos jornais, há jornais que já não compensa ler… nem os títulos.
A discussão que o jornalismo encetou sobre os efeitos da Internet nos jornais e a consequente opção de notícias online merece aprofundamento pelos próprios, depressa e bem não há quem, e não se manipula com os pés.
O maior perigo para os profissionais da informação é haver já muita informação online, mais credível e objectiva que alguma produzida pelos meios tradicionais e os seus profissionais.
A Internet não mata os jornais, são os jornais que se vão suicidar para a Internet.
(Chávez - ver AQUI)
Para ver últimos posts clicar em – página inicial
Quatro dos oito oficiais do exército chileno, ao tempo de Pinochet, acusados formalmente na última sexta-feira do assassinato do cantautor Víctor Jara, estão detidos desde ontem.
É uma marca importante na conduta da Magistratura e da Investigação forense chilenas, que em 40 anos não conseguiram levar à Justiça os executores de Víctor Jara.
O músico chileno foi preso, torturado e assassinado, no Estádio de Santiago do Chile, aquando do golpe militar de Augusto Pinochet, em 1973. Foi vítima de tortura no estádio transformado em prisão, segundo testemunhas presenciais partiram-lhe as mãos à coronhada vindo a executá-lo a 16 de Setembro, com 44 tiros. O seu corpo foi encontrado dias depois, junto de um cemitério.
Segundo a investigação, os autores materiais da execução foram os ex-tenentes Hugo Sánchez Marmoti, que está preso, e Pedro Barrientos Núñes, a viver nos Estados Unidos e cujo pedido de extradição foi iniciado. Dos cúmplices do homicídio qualificado estão detidos, Jorge Smith Gumuncio, Edwin Dimter Bianchi e Nelson Hasse Mazzei, todos antigos oficiais do exército e da confiança dos generais golpistas.
É significativo que com um governo em que partidários de Pinochet voltam ao poder, em que há homenagens públicas à ditadura, e ameaças de morte a dirigentes estudantis feitas por funcionários do estado, a Justiça chilena demonstre a intenção de julgar os militares que assassinaram prisioneiros civis desarmados.
Nunca é tarde para apanhar os culpados do terror.
Para ver últimos posts clicar em – página inicial
Cavaco falou. Para não começar o ano mal, falemos de outra coisa…(enquanto Cavaco falava fazia dez anos que Giorgio Gaber morreu).
Do autor de “Qualcuno era comunista”; (de “duas pessoas em um” a “duas misérias em um só corpo”). Uma história próxima.
Liberdade
Giorgio Gaber (1972)
Eu quero ser livre, livre como um homem.
Como um recém-nascido perante somente a natureza
e que caminha na floresta com a alegria de perseguir uma aventura,
sempre livre e essencial - fazendo amor como se fosse um animal,
inconsciente como um homem satisfeito pela própria liberdade.
A liberdade não é uma estrela sobre uma árvore,
não é sequer o vôo de uma mosca,
a liberdade não é um campo livre,
Liberdade é participação.
Eu quero ser livre, livre como um homem.
Como um homem que precisa procurar com a sua fantasia
e que encontra esse lugar apenas na sua democracia,
que tem o direito de votar e que passa a vida a delegar
que conseguindo controlar encontra a sua nova liberdade.
A liberdade não é uma estrela sobre uma árvore,
não é sequer ter uma opinião,
a liberdade não é um campo livre,
Liberdade é participação.
A liberdade não é uma estrela sobre uma árvore,
não é sequer o vôo de uma mosca,
a liberdade não é um campo livre,
Liberdade é participação.
Eu quero ser livre, livre como um homem.
Como o homem mais evoluído que se eleva com a sua inteligência
que desafia a natureza pela força da incontestada ciência,
que se entusiasma no espaço sem limites do cosmos
convencido de que o poder do pensamento é a única liberdade.
A liberdade não é uma estrela sobre uma árvore,
não é sequer um gesto ou uma invenção,
a liberdade não é um campo livre,
Liberdade é participação.
A liberdade não é uma estrela sobre uma árvore,
não é sequer o vôo de uma mosca,
a liberdade não é um campo livre,
Liberdade é participação.
(Tradução caseira oclarinet)
Para ver últimos posts clicar em - página inicial
Dezembro de 2012 foi um mês de desassossego, aqui e lá fora. Termina à maneira de Hollywood, com o desarme da bomba do “abismo orçamental” americano - no último momento. Aliás, para lá do último momento, o que só é possível nos argumentos cinéfilos e por efeitos especiais, coisa em que o senado americano “vai muito à frente”.
O facto de boa parte da Europa estar já no abismo fiscal, e nós particularmente, em queda desamparada dentro do abismo, não deixa que a nossa querida imprensa se congratule ruidosamente com a boa nova para a classe média americana. Não haverá recessão nos Estados Unidos, o que seria insuportável - por cá a malta aguenta…
O que seria da classe média portuguesa se a sua congénere dos Estados Unidos tivesse de pagar mais impostos? Ao certo ninguém sabe, mas diz o argumento que seria uma tragédia global só equiparada ao futuro choque do asteroide Apophis com a Terra.
No dia 1 de cada mês, os posts mais lidos no mês anterior no “ClariNet”:
No observatório que representa este blogue, os dados dizem, que em Dezembro 2012 havia por aqui duas vezes mais gente preocupada com o bacalhau, que com outra coisa. Não é um fenómeno de Portugal, é de portugueses espalhados pelo mundo e de muitos brasileiros. Dura todo o ano desde que o post foi publicado em 2011, em Dezembro de 2012 excedeu tudo. As primeiras dez publicações:
10/ 12 (2011) – Bacalhau, como escolher, como comprar e preparar.
27/12 – Padre italiano culpa as mulheres da violência sexual.
11/12 – Coligação vai treinar rebeldes sírios.
10/12 – Alemanha. Peer Steinbruck quer governar com Os Verdes.
12/12 – Álvaro o mentor? A reindustrialização da Europa.
16/12 – Passos: Tirar dinheiro das pensões é constitucional.
15/12 – Manif. 15 Dez. Milhares pedem veto do Orçamento 2013.
26/12 – Um bom discurso de Passos Coelho - e da oposição.
14/12 – CDS sem voz no governo, diz Portas - malandrice (!).
6/12 – Ângela Merkel e Netanyahu concordaram em discordar.
(clicar nos textos a cor para ler os artigos)
Para ver últimos posts clicar em – página inicial