Seguir esta família só com mola no nariz. Mais um negócio obscuro.
Empresa então gerida pelo actual conselheiro de Estado (Marques Mendes) vendeu por 51 mil euros títulos que o Fisco avaliou em mais de três milhões.
Vender acções abaixo do preço de custo é chão que dá laranjas, pelo menos desde que se soube há três anos (três!), que Oliveira e Costa comprou acções da SLN por 2,10 euros e vendeu a Cavaco Silva a 1 euro.
Marques Mendes e o seu sócio (na direcção do PSD e na empresa Isohidra) Joaquim Coimbra (pois, o da SLN/BPN) venderam acções que “valiam 60 vezes mais” e segundo o Fisco, lesaram o Estado em 773 mil euros.
Os prejuízos do Estado com o negócio laranja da Isohidra são para juntar aos prejuízos do Estado com outras empresas da mesma família, do BPN a ramificações várias. O Público informa que, “para além da Isohidra, 51%, a Enersistems é detida em 30% pela Fomentinvest, gestora de participações em várias empresas da área do ambiente e energia com vários contratos com o Estado, e onde Pedro Passos Coelho trabalhou.
Isto anda tudo ligado. Se ainda fosse uma “Isohidra” isolada, mas é uma Hidra de muitas cabeças.
Na Itália da Mafia, a acção da Justiça, obrigou os partidos com dirigentes envolvidos em negócios escuros (e com vergonha na cara) a mudarem de nome, cá nada muda, nem o nome. Tem de haver muitas cumplicidades.
Fazem o que querem com o dinheiro público, parte dele roubado aos salários e pensões.
Até quando?
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