terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Vodafone. Factura sem Nº de Contribuinte.

Dono - estamos a ser perseguidos.Jan.2013

Vodafone manda pôr número de contribuinte à mão.

Só se for na tua terra! Nunca ouviram?

Nos últimos dois dias aconteceram-me coisas a fazer lembrar uma canção do Rui Veloso, “parece que o mundo inteiro se uniu para me tramar”, é verdade. Deve haver “estrelas no céu” (por cima do coberto de nuvens) mas cá em baixo não assoma uma chama de lamparina de azeite.

Para além dos meus caudalosos problemas, pequenas situações calcam-me a existência. A perseguição começou após meter gasóleo em Alfragide; a marca branca deixou-me às cores, o funcionário disse que não ouviu pedir factura e fiz uma dádiva involuntária ao fisco e talvez à GALP. Logo a mim que tenho no verso do cartão multibanco o número de contribuinte, em vez da assinatura, para facilitar a vida a quem ainda quer a vida mais facilitada.

Pessoal a servir o público, sem jeito para dar feno a vacas, abunda neste país. Transferir os dados de um telemóvel avariado para um novo, demorou horas na TMN de um centro comercial. Primeiro não era possível, depois não aparecia o cabo indicado, etc e tal…até aparecer um segundo jovem com mais disposição para se mexer e resolver os problemas inultrapassáveis num ápice.

Há pouco, nova perturbação. Como estava perto duma loja Vodafone, entrei para carregar a pen da banda larga que estou a usar, pedi a factura (muito antes de dar o cartão multibanco) com número de contribuinte e fui informado que não imprimiam o número no recibo - “para depois pôr à mão”. 

Disse à funcionária que isso não era legal e ela respondeu “acha que a Vodafone ia fazer uma coisa ilegal”. Saí e “carreguei” numa caixa multibanco fazendo eu o trabalho de inserir o NºContribuinte. Na dúvida telefonei ao meu contabilista e ele garantiu-me que “nas facturas electrónicas os dados dos consumidores têm de ser colocados electronicamente”. Só faltou dizer-me:

Ó Mesquita; é assim em todo o lado, pôr o número de contribuinte à mão numa factura electrónica… só se for na tua terra.

E não é… que é? Na Vodafone da minha terra…é!

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2 comentários:

Maria Eduarda Colares disse...

E o que é que fez o cão, no meio de tudo isto?!...

Carlos Mesquita disse...

Por inerência da raça, nestas ocasiões nada faz. Instintivamente, não distingue um amigo de um inimigo. O “Labrador” não sabe o que é um ladrão ou um ser malévolo em corpo de gente, quando muito avisa ladrando a chegada de estranhos, ao mesmo tempo que vai até eles abanando o rabo de contente. Em cada esquina um amigo – é o que é.
Seria um eficaz eleitor segundo os nossos padrões.

Já agora, o “cão” é cadela, chama-se Lua e faz biscates de modelo (sem remuneração extra) para o blogue.