Passos Coelho aumenta os sacrifícios, tira rendimentos aos trabalhadores, avança decididamente no caminho da recessão. Entre outras medidas vai cortar os subsidios de férias e de Natal (acima de 1.000 euros) aos funcionários públicos.
Passos Coelho mentiu durante a campanha eleitoral, está a fazer o que disse que nunca faria, mentiu na apresentação das últimas medidas quando afirmou que bastariam, e mente agora porque olhando para o caso grego, a seguir as estas outras se seguirão.
Enganaram-se nos cálculos das receitas, que ainda vão baixar nos próximos tempos, enganaram-nos com as medidas da troika que poriam Portugal no bom caminho, e enganaram-nos com a obrigatoriedade de cumprir o memorando de entendimento, que como se vê no exemplo da TSU não é aplicado e nada acontece de negativo.
O governo é incapaz de negociar alternativas com a troika e pior de tudo não é capaz de apresentar uma medida de estímulo à economia.
A situação está má e piorará se os portugueses cruzarem os braços. Ou há força para impedir a política de aprofundamento da recessão ou as empresas e os empregos desaparecem em tal número que Portugal levará muitos anos a recompor-se.
E pensar que a classe média portuguesa derrubou o anterior governo por causa das deduções fiscais.
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1 comentário:
Coitado! Ele não mentiu! Em qualquer coisa que escrevi, já não sei onde, quase uma ano antes de o homem ser eleito, apostava em que, logo que chegasse ao Governo, o sujeito descobriria que "afinal não lhe tinham dito tudo, a situação era muito pior do que pensava (ou lhe tinha sido comunicado pelos malandros do Governo anterior), ou qualquer coisa semelhante, pelo que o coitado - contrariadíssimo! - seria obrigado a tomar medidas mais gravosas. Ganhei a aposta! Não me consigo livrar destes meus dotes de profeta!
Mais a sério, penso que devemos exigir às autoridades competentes que internem esse bando de loucos que, muito mais velozmente que o Sócrates, conduzem o País para o abismo. A menos que se considere que sejam imputáveis e, nesse caso, deverão ser rapidamente julgados por crimes de lesa- pátria, se, entretanto, não forem degolados, apedrejados ou esquartejados pelas multidões em fúria, para cuja formação e consequentes acções desaustinadas estão a trabalhar tão deliberada e cuidadosamente.
Suspeito que ainda vamos ter coelho guisado prá ceia de natal... Atenção, prefiram o perú: estará, eventualmente, menos esturricado, e o tal coelho deve ser muito indigesto.
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