A Palestina é membro de pleno direito da UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. Dos 173 países que votaram a proposta de adesão, 107 votaram a favor, 14 contra e 52 abstiveram-se.
Dos Estados membros da União Europeia onze votaram sim à adesão; Áustria, Bélgica, Chipre, Finlândia, França, Grécia, Irlanda, Luxemburgo, Malta, Eslovénia e Espanha. Cinco votaram contra; República Checa, Alemanha, Lituânia, Holanda e Suécia. Os restantes onze abstiveram-se; Bulgária, Dinamarca, Estónia, Hungria, Itália, Letónia, Polónia, PORTUGAL, Roménia, Eslováquia e Reino Unido.
Onze a favor, cinco contra e onze abstenções, a União “bem” dividida. Os 14 que votaram contra para além dos cinco europeus foram; Austrália, Canadá, Israel, Palau, Panamá, Samoa, Ilhas Salomão, Estados Unidos da América e Palau.
A favor, do Afeganistão ao Zimbabué, votaram os BRIC, (Brasil, Rússia, Índia, China) África do Sul, Noruega, Indonésia, etc. A maioria do mundo de África, Ásia, América Latina e Países Árabes. A Palestina está aceite como membro da UNESCO deixando de estar na condição de país observador. Representa uma grande vitória da justiça sobre o lóbi sionista e um passo muito importante para o reconhecimento da Palestina como Estado pela ONU – o passo seguinte.
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