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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Miguel Macedo. A cigarra a formiga e o disparate.

Cigarra ou formiga - um sem vergonha.Set.2012

Por mais que chova, com um ministro da Administração Interna incendiário, a época dos fogos não acaba. Mais um disparate de ministro, mais uma patetice.

Miguel Macedo com a fábula da cigarra e da formiga ofende quem trabalha e aqueles que, querendo trabalhar, não o podem fazer por não ter emprego. Mas ele não alcança.

GNR protege turismo ministerial.Set.2012

Será que trabalhar é fazer turismo pelo Douro, como a ministra Cristas, ou fazer inaugurações de quartéis de bombeiros como ele faz. Os trabalhadores portugueses sabem o que é trabalhar, não são preguiçosos; se alguém do governo conhecesse o país saberia isso.

Imaginará Miguel Macedo, o que passam todos aqueles que foram atirados para o desemprego pelas políticas do seu governo?

Até quando vamos ter de aturar as cigarras madraças deste governo? Ainda não perceberam que o povo não os quer? Ou estão à espera de provas mais definitivas de que o povo não os quer?

Mais um ministro queimado. Fará algum sentido uma remodelação do governo? Quem fica deste para o próximo? Entre incompetentes e cigarras ociosas que só servem para “mandar bocas” quem se aproveita?

Já não podem sair das tocas dos ministérios sem a protecção da GNR ou da PSP. Quando saem e abrem a boca, é para provocar toda a gente. 

São insuportáveis!

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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Novo protesto de Vitivinicultores Durienses.

Manifestação de 30-08-2011 Nov2011

Hoje, “Marcha Lenta” na Régua e na A 24,
Início às 9:30 horas. Saída da Rotunda das Freguesias – Régua.

Promovida pela AVIDOURO – Associação dos Vitivinicultores Independentes do Douro, com o apoio da CNA – Confederação Nacional da Agricultura, é a terceira acção pública de protesto nos últimos quatro meses.
A “Marcha Lenta” foi aprovada no Plenário de 6 de Novembro onde ficou decidido “que enquanto não fossem tomadas medidas concretas para a resolução da situação muito difícil que se vive na Região Demarcada do Douro, os protestos seriam para continuar”. Ficou aí determinado realizar, em data a designar, uma Grande Manifestação no Porto.

Comunicado:

No seguimento da resolução aprovada no “Plenário de Vitivinicultores” do início deste mês, AVIDOURO, com o apoio da CNA, promove uma “Marcha Lenta” de protesto e reclamação. Vamos todos, chamar a atenção dos Governantes e da Opinião Pública para a situação muito difícil que se vive na Região Demarcada do Douro.

AVIDOURO e os Vitivinicultores Durienses reclamam ao Ministério da Agricultura, ao Governo e ao Comércio dos Vinhos:

Melhores Preços à Produção do Vinho do Douro e do Vinho Generoso / Porto.
Mais Benefício para os Pequenos e Médios Vitivinicultores.
Saneamento financeiro justo e mais poderes para a instituição Casa do Douro.
A devolução ao IVDP dos 8 milhões de Euros tirados à Região pelas Finanças.
Linhas de Crédito Bonificado, a longo prazo, para desendividamento e para investimento dos Agricultores e do Sector Cooperativo.
A manutenção dos Direitos de Plantação da Vinha para além de 2015.
Queremos Serviços Públicos acessíveis e de qualidade na nossa Região.
NÃO, às Portagens na A 24.
QUEREMOS PRODUZIR E PROMOVER A REGIÃO DEMARCADA DO DOURO!
QUEREMOS AJUDAS PÚBLICAS DE EMERGÊNCIA PARA ACUDIR À CRISE!
Os Vitivinicultores Durienses também reclamam ao Governo e às troikas:
NÃO ao aumento de Impostos! NÃO aos “cortes” orçamentais!
Queremos o Orçamento de Estado com mais verbas para a Agricultura e para a Produção Nacional!
Queremos outras e melhores políticas agrícolas e de mercados!

AVIDOURO

Post anterior; clicar em “O Douro em perigo. Agricultores em pé de guerra”.

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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

O Douro em perigo. Agricultores em pé de guerra.


Pequenos e médios agricultores do Douro manifestaram-se na Régua contra “o roubo” de 25.000 pipas de “benefício”. A crise que vive o Douro põe em causa a sobrevivência de milhares de agricultores, e assim a própria região, considerada património mundial.

A manifestação foi convocada pela Associação dos Vitivinicultores Independentes do Douro (AVIDOURO), juntou milhares de produtores, tendo alguns chegado a partir a porta de vidro do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP) onde queriam entrar, espalharam e pisaram uvas na rua, expressando veementes protestos como é visível no vídeo. A GNR identificou 5 manifestantes.

A situação da Região Demarcada do Douro é muito difícil e com tendência para se agravar, sendo necessário um “Plano de Emergência” como afirma a AVIDOURO aqui.
«A “pedra angular” da estrutura socioeconómica de toda a Região Demarcada do Douro, é a atribuição anual do “Beneficio” – quantidade de Vinho do Douro que cada Lavrador ou empresa pode transformar anualmente em Vinho Generoso/Porto.»

O MAMA OT (Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e Ordenamento do Território) ainda tentou impedir a manifestação “dispensando” o presidente do IVDP. Mas os agricultores sabem que o problema duriense não se resolve com cosmética, não é tirando ou pondo gravatas que a ministra resolve estes assuntos, estes são sérios.

O governo e o partido de Paulo Portas (o do boné à lavrador) que domina o ministério, teve aqui uma primeira evidência de que as medidas de austeridade e cortes, irão levar a protestos que ultrapassarão as clássicas movimentações enquadradas pela oposição partidária ou até dos sindicatos. Estão a ser atingidas as pessoas, a sua forma de vida e subsistência, e sabe-se que só passando da indignação silenciosa para a demonstração de rua serão ouvidos. A política de mais impostos sobre quem trabalha e cortes de benefícios pagos com o dinheiro desses impostos tem de ter oposição dos portugueses. Empobrecimento das famílias e paralisia da economia são as únicas coisas que o governo de Passos Coelho e Paulo Portas conseguiram até agora.