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sábado, 15 de dezembro de 2012

A Belém - 15 de Dezembro - 15 horas.

MSE - CARTAZ - 15DEZ.Dez.2012

                                                    (Foto da manif. AQUI)

O MSE apela à participação de todos os trabalhadores, precários, subempregados e desempregados, na manifestação organizada pela CGTP-IN para este sábado, dia 15 de dezembro.

A concentração está marcada para as 15 horas, no Largo de Alcântara, e seguirá em desfile até Belém. As palavras de ordem são “Não ao OE 2013” e “Não à exploração”.

O MSE, como movimento de trabalhadores, não podia deixar de apoiar as lutas dos trabalhadores da CGTP-IN contra as políticas deste governo do desemprego e vai estar presente na manifestação.



 Sobre as Empresas de Trabalho Temporário

Comunicado do Movimento Sem Emprego 

O recrutamento de trabalhadores com recurso a agências de trabalho temporário tem vindo a subir nos últimos anos de tal forma que a facturação anual destas agências chega já aos 600 milhões de euros. 

O MSE denúncia estas empresas que não são mais do que instrumentos de promoção e perpetuação do trabalho precário, sem direitos, mal pago. São intermediárias entre o trabalhador e o patrão que vivem de lucros conseguidos através da usurpação de parte do salário dos trabalhadores e que legitimam a desresponsabilização das empresas perante estes. 

Assim, o MSE questiona: afinal qual o papel do Centro de Emprego? Gerir subsídios de desemprego? Controlar os trabalhadores desempregados para, à primeira oportunidade, lhes retirar o subsídio? Manipular os números de desemprego? Porque não é o estado, através do Centro de Emprego, a cumprir esta tarefa? Porque é que estas empresas têm uma facturação de milhões de Euros e os Centros de Emprego não cumprem o seu papel?

Exigimos o fim das empresas de trabalho temporário e que o Centro de Emprego assuma a função para o qual foi criado: promover o emprego com direitos.

MSE 11/12/12

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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

29 Novembro. Manifestação de Estivadores.

oclarinet.Desemprego e trabalho precario nos portos. Nov.2012

Na Assembleia da República debate-se hoje a proposta da nova lei sobre o regime jurídico do trabalho portuário. Na rua estarão os estivadores, suas famílias e outros apoiantes da sua luta, em mais uma manifestação contra as intenções do governo de precarizar o trabalho nos portos portugueses.

Já em Agosto se antevia que as greves nos portos podiam estender-se a outros países; hoje, vários portos europeus paralisam entre as 13.00h e as 15.00h, em solidariedade com a luta dos estivadores portugueses. Delegações de sindicatos dos portos europeus juntam-se à manifestação dos estivadores, que se concentra às 13.00h na Praça do Município em Lisboa, de onde partirá para a frente da Assembleia da República.

in Estivadores de Aveiro.Nov.2012
A nova lei, origem de várias greves nos últimos meses, tem vindo a ser contestada pelos trabalhadores portuários com bastante firmeza. Passaram por ameaças de requisição civil, por exigências patronais de substituir os estivadores por militares e pela intransigência do governo em não negociar com os sindicatos.

No dia em que está agendada a discussão da proposta de lei, pelos deputados, é altura dos portugueses demonstrarem, mais uma vez, apoio à luta dos estivadores. A sua luta é pelo trabalho com direitos e contra a precariedade laboral, reivindicações de todos os trabalhadores.

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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Substituir os estivadores por militares. A demência.

Estivadores contra a precariedade.Nov.2012
 
Os agentes de navegação devem ter visto na carga policial de ontem uma oportunidade para subir a parada e pedir a militarização do país. A sua associação (Agepor) desafiou, segundo os jornais, o governo a substituir os estivadores em greve, por militares.

Diz a Agepor que a requisição civil não resolve o problema, o que já se sabia.

A greve na estiva (ver aqui) tem estado sujeita à mais descarada contra-informação, continuando os jornais a relatar que há impasse nas negociações entre o governo e os sindicatos, e o próprio ministro Álvaro a dizer nas televisões que continuam a negociar, quando não houve reuniões entre o governo e os grevistas, coisa que os sindicatos vêm pedindo há meses.

Não é a greve mas a causa da greve que está a prejudicar as exportações e a economia. Antes do governo querer precarizar o trabalho portuário nada de anormal se passava nas exportações e na actividade da estiva. É mais uma das asneiras deste governo com efeito lesivo na economia.

A proposta dos operadores portuários é inqualificável, substituir trabalhadores em greve parcial por militares, decerto para fazer as horas extra, pagas por não sei quem e a que preço, só lembra a um cabo feito general num golpe de Estado. 

Militarizar a função de quem tenha contratos normais de trabalho seria o cúmulo da desfaçatez fascistoide. 

Precários e militares, o sonho duma sociedade em que o chefe dá elogios muito fortes a quem tem a coragem de ir trabalhar pois está a lutar por Portugal e por vencer adversidades. (já ouvi isto em qualquer lado)

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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Ameaça de requisição civil na greve dos estivadores.

Pre-aviso de greve Estivadores Novembro.Out.2012

A última vaga de greves nos portos portugueses iniciaram-se em Agosto, como aqui demos nota. Em Setembro aumentou a contestação, após o governo ter chegado a acordo com alguns sindicatos minoritários, (representam de 15 a 20% dos trabalhadores), sobre um novo regime jurídico do trabalho portuário.

Outubro foi um mês de greves rotativas dos trabalhadores dos portos, pilotos de barra e administrativos. As associações patronais reagiram, ainda na primeira quinzena, pedindo a aplicação de medidas drásticas. A requisição civil foi um “instrumento” nomeado pelos empresários, e chegou ao parlamento pela voz do PSD e do CDS.

O sindicato dos estivadores marcou um novo período de greve de 23 até ao fim deste mês, e na semana passada emitiu um pré-aviso de greve, prolongando a greve de 31 de Outubro até às 8.00horas de 7 de Novembro. Hoje, na comunicação social, volta a falar-se em requisição civil.

No dia do “Cerco a S. Bento” um manifestante/estivador entregou-me um panfleto que procura esclarecer a “importância da greve”. Está em "estivadeportugal" (clicar aqui)  com o seu manifesto. Esclarece.

A batalha dos trabalhadores portuários é provavelmente a mais importante e com melhores condições de sucesso, das lutas contra a precariedade no trabalho e os despedimentos; deve por isso ser seguida e apoiada.

A greve dilata-se no tempo, porque o governo nada fez para negociar com os sindicatos que representam 80% dos trabalhadores portuários.

Tal como as manifestações de rua, de centenas de milhares de pessoas, vão ter de se repetir, até que o governo entenda que não pode ir contra a vontade da maioria.
 

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sábado, 30 de junho de 2012

A manifestação de 30 de Junho. Lisboa.



Fotos 4 Manif.30 Junho.Jun 2012

Atendendo às organizações que aderiram à manifestação do Movimento Sem Emprego, realizada em Lisboa, o número de participantes terá ficado aquém do esperado. As convocatórias via redes sociais são muito incertas e o Movimento luta com falta de outros meios.
Fotos 1 manif.30 junho.Jun2012
 
De qualquer maneira marcaram uma presença combativa e terão eco na imprensa que esteve presente. Também serve para corrigir os desacertos da convocatória e organização com vista a outras realizações. A mobilização de desempregados para manifestações nunca será tarefa fácil; não há razão para desalento mas vários equívocos a emendar.

Fotos 2 manif.30 junho. Jun2012
 
Para já, a multidão de desempregados sabe que há entre si um grupo de militantes que se manifestam, as coisas começam assim.

Fotos 3 Manif 30 Junho.Jun2012

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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Movimento Sem Emprego convoca manifestações.



Convite público para a organização da manifestação
pelo Direito Ao Trabalho.


Do site do MSE (Movimento Sem Emprego):


“Somos um grupo de trabalhadores desempregados, sub-empregados e precários que tem vindo a dinamizar o Movimento Sem Emprego e estamos empenhados na luta contra o desemprego e pela justa divisão do trabalho.

Por isso respondemos prontamente ao chamado de um grupo de desempregados do Porto, que lançou um manifesto pelo Direito ao Trabalho e deu o mote para uma manifestação para o próximo dia 30 de Junho, Sábado, às 15h, para dar voz nas ruas das duas maiores cidades do país, o descontentamento face às políticas do governo, à austeridade que a troika tem vindo a impor aos trabalhadores e ao impacto que o desemprego crescente tem na vida de todos nós”.

Ler mais aqui

Até dia 30 divulga as iniciativas, comunicados, cartazes e vídeos do MSE, por uma manifestação unitária de portugueses, pelo direito ao trabalho e ao trabalho com direitos.

Visita a página do MSE, participa na recolha de fundos, partilha o Manifesto – Luta contra o desemprego e a precariedade no emprego.

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quarta-feira, 2 de maio de 2012

1º de Maio - Lisboa - fotos.

1º de Maio - A Luta Continua.

No 1º de Maio conta-se com aqueles que pelo menos há 38 anos estão presentes, mas ainda mais com a juventude, gostei particularmente da demonstração dos Trabalhadores Precários, estão vivos – e sem medo!

No 1º de Maio relembramos (os mais velhos) o primeiro em democracia, a participação organizada de alguns e a aderência do povo, foi o princípio da era do megafone depois de anos de mutismo.


Entre a festa de 74, as divergências no PREC e o divisionismo sindical perpetrado pelos partidos políticos, a história do nosso Dia do Trabalhador teve grandiosas jornadas e dias menos participados. Este foi grande, apesar de haver uma central sindical “comprometida” com o governo.

Como dizia ontem Ignacio Toxo das Comisiones Obreras, o Movimento Sindical é a última trincheira.

O meu megafone, agora, é um ClariNet, tenho uma bateria de fotos que irei deixar na página do Facebook do blogue e em publicações sobre as lutas sectoriais do mundo do trabalho. Ficam aqui só meia dúzia para não sobrecarregar a página.

No desfile
1º Maio. A marcha da manifestação.Até à Alameda
1º Maio. Arménio Carlos - CGTP.
Houve malta nova
1º Maio. Malta nova...e menos nova
1ºMaio. Gente menos nova. 
Precários sem medo
1º Maio. Precários sem medo...mesmo sem medo
1º de Maio. Qual medo...  E a Luta Continua
1º de Maio. A luta continua! SEMPRE! SEMPRE!

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