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terça-feira, 26 de março de 2013

BRICS criam Banco de Desenvolvimento. Afastam FMI/BM.

BRICS - Brasil- Rússia - Índia - China - África do Sul. 40% da população mundial. Mar 2013
BRICS no Mundo - 1/4 do PIB 40% da População
 
Os países emergentes de maior dimensão reunidos em Durban, África do Sul, confirmaram hoje a criação de um Banco de Desenvolvimento para financiar o bloco BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Presentes na cimeira, como convidados, estão os presidentes de Angola e de Moçambique. 

A quinta cimeira “BRICS”, de Durban, que se realiza sob o lema “Associação para o Desenvolvimento, a Integração e a Industrialização”, com a criação da nova instituição financeira internacional, lança uma alternativa ao Banco Mundial, ao Fundo Monetário Internacional (FMI), e às suas políticas.

O financiamento interno de projectos nos países emergentes, espera remover a dependência das principais economias mundiais, deixando de usar o dólar ou o euro nas suas transações. Não estando ainda decidida a questão da moeda própria, (um artigo na Telesur alvitrava uma solução como o Sistema Unitário de Compensação Regional, promovido por Hugo Chaves para o comércio entre os países componentes da ALBA).

Outro tema de grande relevo, em Durban, é a constituição de um fundo comum de moeda estrangeira, para os BRICS poderem partilhar as reservas de divisas em caso de crise económica.

Não se sabe ainda, a que ponto as conclusões da cimeira influenciarão a política económica global, ou a situação do nosso país no âmbito dos PALOP, mas já se vêm consequências positivas para os países emergentes, com a criação do Banco de Desenvolvimento. 

Nós, por cá, contamos com um BCE, banco de subdesenvolvimento por “desenho” ou “calibração” germânica.

Submergimos.

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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

OEA aprovou apoio ao governo do Equador.

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 A Organização dos Estados Americanos (OEA) aprovou hoje, uma resolução que apoia o Equador na questão do asilo diplomático de Julian Assange e das ameaças do Reino Unido.

A reunião extraordinária da OEA, como da Alba (18/8) e Unasul (19/8), demonstrou solidariedade da América Latina e Caribe ao Equador.



A resolução que “rejeita qualquer tentativa que ponha em risco a inviolabilidade das representações diplomáticas” foi aprovada por consenso, tendo os Estados Unidos e o Canadá recusado assinar a parte em que a declaração manifesta “solidariedade com o Equador”.

A “inviolabilidade das representações diplomáticas” era o essencial da observância do Direito Internacional, posto em causa com a ameaça da Inglaterra em invadir a embaixada do Equador em Londres.

As reservas dos Estados Unidos, sendo “naturais”, (nem queriam que a OEA abordasse o assunto) acabam por não impedir que o colectivo de 35 Estados - membros das Américas apoie o Equador no litígio diplomático com o Reino Unido.

A OEA pede ao Equador e ao Reino Unido diálogo “que permita resolver as actuais divergências”.


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domingo, 19 de agosto de 2012

Assange pede a Obama que renuncie da caça às bruxas.

Julian Assange agradece ao presidente do Equador. Ago.2012

Julian Assange assomou a uma janela da embaixada do Equador em Londres. Perante uma manifestação de apoiantes e em directo para várias televisões do mundo, disse para Obama renunciar à caça às bruxas contra o Wikileaks, e tomar a decisão correcta.

Julian Assange grato pela  firmeza dos apoiantes.

Julian exigiu respeito pela “liberdade de expressão” e apelou para que termine a perseguição a jornalistas e às suas fontes.

Julian Assange grato aos pases da America Latina

Pediu que os EUA libertem o soldado Bradley Manning, detido pela alegada relação com o site Wikileaks, e agradeceu aos países da América Latina, citando-os, ao presidente do Equador, e a todos os que continuam a apoiar a sua luta pela liberdade.
   A Luta Continua.



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Assange. ALBA adverte Inglaterra e OEA convoca reunião.

Alba adverte Reino Unido. Ago2012

 O Equador tinha pedido às organizações regionais americanas; OEA, Alba e Unasur, respostas sobre a questão da concessão de asilo diplomático a Julian Assange e as ameaças do governo britânico de invadir a sua embaixada em Londres.

O conselho permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA) reuniu na sexta – feira. Ficou marcada uma reunião extraordinária de todos os ministros dos Negócios Estrangeiros para dia 24 de Agosto. A decisão foi aprovada por todos os 22 países sul-americanos mais o México, 3 votaram contra, os Estados Unidos, o Canadá e Trindade e Tobago; Barbados, Bahamas, Honduras, Jamaica e Panamá abstiveram-se.

A organização de cooperação Alba, que junta oito países, reuniu ontem o seu conselho político e avisou a Inglaterra das “graves consequências” da violação do espaço da embaixada equatoriana.

Em conferência de imprensa a Alba declarou: “Advertimos o governo do Reino Unido acerca das graves consequências, que se desencadeariam no mundo todo, no caso de uma agressão directa à integridade territorial da república irmã do Equador em Londres”. 

Foi ainda informado que têm discutido algumas iniciativas, que não querem tornar públicas mas que serão partilhadas com “governos amigos do continente e do mundo”.

Estranhamente (!?) a comunicação social portuguesa não noticiou nem a decisão da OEA nem a reunião da Alba. Apenas soubemos que os Estados Unidos não reconhecem o asilo diplomático de Assange.

Talvez seja necessário um qualquer grupo punk ir para o Santuário de Fátima cantar as notícias que a liberdade de expressão (à portuguesa) censura.

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