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quinta-feira, 27 de junho de 2013

O país não está parado, anda para trás.

O Conselho de Ministro esteve reunido a trabalhar um sound bite que resumisse a sua atitude perante a Greve Geral.
No final da reunião, o ministro da presidência e porta-voz das conclusões de tanto trabalho, enunciou - “o país não está parado”. Está dito. Há matéria para parangonas e fotos ilustrativas.

Greve Geral 27 de Junho - S.Bento. Jun.2013

No outro lado, trabalhadores de todos os dias, pararam. Pararam mesmo, para protestar por o seu país estar a andar para trás. O país real, feito de pessoas e das suas dificuldades quer outra redistribuição do rendimento do trabalho, quer menos dentadas do governo nos seus salários, quer um salário mínimo que não envergonhe a existência e lhes corte a vida, quer a dignidade de fazer parte da discussão sobre o seu futuro, quer negociar a contratação colectiva e saber por onde anda o dinheiro que descontou para a reforma. 

Quer coisas simples.

Quer afirmar - Basta de andar para trás!

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quarta-feira, 26 de junho de 2013

O Povo Unido – É Mais Bonito.


oclarinet.blogspot.com - Greve Geral 27 de Junho. Jun.2013

A Greve Geral é dos trabalhadores. Passos Coelho é o único primeiro-ministro da democracia punido com três greves gerais, duas das quais (24 Nov.2011 e amanhã) convocadas em conjunto pelas centrais sindicais, CGTP e UGT. Terá efeito relevante nos transportes e espera-se grande adesão com as críticas balofas do costume. A greve geral junta o movimento sindical, é o mais valioso politicamente.

Para Carlos Silva, líder da UGT, “o dia 27 é o dia de um grito de insubmissão às políticas de austeridade” e o “momento que o movimento sindical tem, para dizer basta a quem nos governa”. 

O secretário-geral da UGT sustenta que “esta política, implementada nos últimos dois anos falhou,” pois “ o país continua a empobrecer, o desemprego aumenta, a economia não cresce, os empresários não investem”. “Basta de políticas de austeridade”, diz Carlos Silva.

Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP, afirmou que “uma grande adesão dos trabalhadores à próxima greve geral corresponde a uma grande derrota do governo e uma fragilização da sua base de apoio”. 

O líder da CGTP diz ter assistido nos plenários que realizou, à disponibilidade de trabalhadores que votaram PSD, para participar na greve geral. Arménio Carlos acusa o governo de provocar o conflito quando aprova legislação que desregula as relações laborais e reduz a protecção social e as condições de trabalho. (imprensa)

CGTP e UGT juntas novamente numa greve geral. Falava-se disso desde a Jornada de Luta da CGTP de 29 de Setembro, que transformou o Terreiro do Paço no Terreiro do Povo. João Proença (ex-líder da UGT) ficou pelos ameaços, acreditando nos acordos na Concertação Social. Já nessa altura Carlos Silva defendia a renúncia do acordo tripartido, há portanto, circunstancialmente, novas condições no movimento sindical.

Os trabalhadores portugueses têm neste momento, sindicatos independentes e as duas centrais sindicais a bater para o mesmo lado, é o instante para – unidos - afirmarem a urgência da mudança de governo. 

O governo está unido contra todos os trabalhadores…

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terça-feira, 18 de junho de 2013

Parque Industrial da Autoeuropa adere à Greve Geral.

Greve Geral 27 de JUNHO. Jun.2013
As Comissões de Trabalhadores do parque industrial da Autoeuropa decidiram hoje aderir à Greve Geral do próximo dia 27.

A decisão foi tomada em reunião, na fábrica da Volkswagem, pelos representantes das Comissões de Trabalhadores das empresas instaladas no Parque.

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