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sábado, 30 de junho de 2012

A manifestação de 30 de Junho. Lisboa.



Fotos 4 Manif.30 Junho.Jun 2012

Atendendo às organizações que aderiram à manifestação do Movimento Sem Emprego, realizada em Lisboa, o número de participantes terá ficado aquém do esperado. As convocatórias via redes sociais são muito incertas e o Movimento luta com falta de outros meios.
Fotos 1 manif.30 junho.Jun2012
 
De qualquer maneira marcaram uma presença combativa e terão eco na imprensa que esteve presente. Também serve para corrigir os desacertos da convocatória e organização com vista a outras realizações. A mobilização de desempregados para manifestações nunca será tarefa fácil; não há razão para desalento mas vários equívocos a emendar.

Fotos 2 manif.30 junho. Jun2012
 
Para já, a multidão de desempregados sabe que há entre si um grupo de militantes que se manifestam, as coisas começam assim.

Fotos 3 Manif 30 Junho.Jun2012

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Apupos – o roteiro dos governantes.

Ministro Álvaro apupado na Covilhã (img.RTP).Jun2012
Sua excelsa insignificância, o ministro Álvaro, o etecetera mais fútil e incompetente da governação, foi apupado na Covilhã e não percebeu nada do que lhe aconteceu. A demonstrá-lo está a tentativa de desvalorizar a contestação, disse a banal criatura que “em todas as grandes mudanças, há vozes descontentes”.

Vejamos um quadro da mudança:quadro da mudança. A redução das receitas fiscais e o aumento das prestações sociais, previstos como resultado das medidas recessivas, por toda a gente excepto pelo governo, aumentou o défice para 7,9% do PIB, acima do registado no mesmo período de 2011. Com a meta anual de 4,5% de défice, como principal objectivo da governação austeriotónica, vêm aí mais pedidos de ajuda, mais endividamento e mais medidas de austeridade. Esta é a mudança em curso.

À insuficiência do ministro nem lhe ocorreu que estava num distrito em que foram despedidos 700 trabalhadores nos últimos dois dias, que a converseta do “diálogo social” é uma estupidez perante o facto de cada dia mais famílias estarem sem ganha-pão.

O ministro Álvaro Santos Pereira é apenas uma caricatura do governo, um boneco sem jeito nem presença, a imagem crua da inépcia política. Os outros responsáveis, como Victor Gaspar, resguardam-se do contacto com o povo e andam com segurança pessoal reforçada, são sinais do apoio popular que têm.
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Passos Coelho, Cavaco (principalmente depois de deixar passar a lei laboral) e a própria ministra da Justiça já provaram os apupos populares. Os apupos aos governantes vieram para ficar, são manifestações de desagrado que têm expressão mediática, pelo menos até os jornais e as televisões receberem ordem de as censurarem. O nosso “jornalismo” é muito obediente.

Manifestações sem promoção nos meios de comunicação são as dos desempregados, que hoje vão para a rua em várias cidades. O ClariNet vai estar na de Lisboa, às 15.00 horas, do Largo de Camões a S. Bento.

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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Movimento Sem Emprego convoca manifestações.



Convite público para a organização da manifestação
pelo Direito Ao Trabalho.


Do site do MSE (Movimento Sem Emprego):


“Somos um grupo de trabalhadores desempregados, sub-empregados e precários que tem vindo a dinamizar o Movimento Sem Emprego e estamos empenhados na luta contra o desemprego e pela justa divisão do trabalho.

Por isso respondemos prontamente ao chamado de um grupo de desempregados do Porto, que lançou um manifesto pelo Direito ao Trabalho e deu o mote para uma manifestação para o próximo dia 30 de Junho, Sábado, às 15h, para dar voz nas ruas das duas maiores cidades do país, o descontentamento face às políticas do governo, à austeridade que a troika tem vindo a impor aos trabalhadores e ao impacto que o desemprego crescente tem na vida de todos nós”.

Ler mais aqui

Até dia 30 divulga as iniciativas, comunicados, cartazes e vídeos do MSE, por uma manifestação unitária de portugueses, pelo direito ao trabalho e ao trabalho com direitos.

Visita a página do MSE, participa na recolha de fundos, partilha o Manifesto – Luta contra o desemprego e a precariedade no emprego.

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