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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Vigília em Belém. Veto – Demissão - Eleições.

Vigília em Belém. Dez.2013
 
Concentrações Distritais da semana de Indignação e Luta (clicar na imagem)

A semana de Indignação e Luta convocada pela  CGTP, tem hoje uma jornada em Belém, onde se vai “Exigir do presidente que vete politicamente o Orçamento de Estado 2014, demita o governo e convoque eleições antecipadas.”

Vamos Lá!

O ClariNet esteve sem “NET” uns dias, retoma a normalidade
“dentro de momentos”.


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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Manifestação 1 de Novembro. Fotos.

Foto Manif. 1 de Novembro. Nov.2013

Milhares de manifestantes foram rejeitar o Orçamento de Estado aprovado hoje, na generalidade, pela maioria de direita no Parlamento. No próximo dia 26, dia da votação final,  o povo volta a S. Bento.

Foto2 Manif.1 de Novembro. Nov.2013

Para alguns “jornalistas” estiveram “centenas de manifestantes”. Como se vê, o largo frente a S.Bento foi pequeno para albergar a multidão presente que se estendeu pelas ruas de acesso. Se estiveram centenas foram “dezenas de centenas”!

Foto 3 Manif. 1 de Novembro. Nov.2013

Foi um cerco. Os mais velhos vieram da “Estrela”.

Foto 4 Manif. 1 de Novembro. Nov. 2013

Do “Rato” vieram os da margem norte.

foto 5 Manif.1 de Novembro. Nov.2013

De “Santos” vieram os da margem sul.

Foto 6 Manif. 1 de Novembro. Nov.2013

Presentes os trabalhadores da Administração Pública. Em Greve Nacional no Dia 8 de Novembro, contra o roubo nos horários de trabalho nos salários e nas pensões.
PELA DEFESA DOS SERVIÇOS PÚBLICOS – CONTRA OS DESPEDIMENTOS

A LUTA CONTINUA

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Guião 1 de Novembro.

Destino - São Bento. Contra o orçamento.Nov.2013
(Fotos Manif. AQUI)

Concentração em S.Bento às 10 horas

Contestar aprovação do Orçamento com manifestação em S. Bento.

 (o secretário-geral da CGTP Arménio Carlos).

Recusar o Orçamento de Estado
Exigir a demissão do governo e a realização de eleições antecipadas.

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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Cavaco Silva amnésico. Portugal um país anormal.

Apesar de Cavaco Silva, Portugal ainda vai ser um país normal.Out.2013

Apesar de Cavaco Silva, Portugal ainda vai ser um país normal.

Já me passou a fase de não estar para os ouvir, foi rápido. Cavaco Silva ou é o “estadista” mais ignorante da Europa (e arredores) ou anda a mentir pelos cotovelos. 

É preciso descaramento para dizer sobre a marcação de eleições antecipadas que, e cito: “É bom que Portugal seja na Europa um país normal; e na Europa, de que fazemos parte, (o normal) é os mandatos serem cumpridos” e ainda no mesmo sermão “Não queiramos ser um país anormal dentro da Europa, caso contrário os outros olham para nós – e os mercados também, e dizem; aquele país é ingovernável”.

Será que Cavaco Silva está “informado” sobre como os governos, nos países governáveis da Europa, chegaram ao poder, será Cavaco Silva tão ignorante e desatento que não tenha dado por eleições antecipadas na maior parte dos países europeus?

Não deu Cavaco pelas eleições antecipadas no Luxemburgo, que na semana passada deram a vitória ao seu amigo Jean-Claude Junker? Ou há quatro dias, por eleições antecipadas na República Checa? Talvez o nosso presidente não tome as pastilhas de vitamina B1 e tenha perdido a memória recente.

Suponho que o transtorno amnésico de Cavaco Silva não lhe permitirá ir até à Alemanha de Schroder que perdeu a maioria que tinha há sete anos, numas eleições antecipadas.

Decerto que nunca ninguém daquela Casa Civil lhe terá falado de eleições antecipadas mais ou menos recentes em países como a Áustria, Bélgica, Bulgária, Polónia, Grécia, Irlanda, Portugal (!), etc. Países tão diversos politicamente como a Dinamarca e a Eslovénia tiveram eleições antecipadas a seguir a eleições antecipadas.

Cavaco Silva nunca ouviu falar em eleições antecipadas em Itália! Não sabe que até a Holanda teve eleições antecipadas.

O melhor para tentar recuperar a memória do nosso presidente era um exercício com figurinhas de políticos, daqueles mais próximos. Quando se lembrar que há dois anos Zapatero saiu do poder em Espanha, tendo havido eleições antecipadas, está a caminho de se recordar das eleições antecipadas no Reino Unido, o eleito e seu amigo David Cameron ficava-lhe grato pela lembrança.

Para ajudar a memória do esquecido presidente (deste azarado país que tais líderes tem), vamos dia 1 de Novembro, na próxima sexta-feira às 10 horas, à Assembleia da República - chumbar o orçamento e exigir Eleições Antecipadas.

  Apesar de Cavaco Silva, Portugal ainda vai voltar a ser um país normal.

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quarta-feira, 17 de julho de 2013

Compromissos e salvação nacional. As negociações.

Gertrud Hohler no Público.Jul.2013
 
E se a discussão fosse se devemos sair da Zona Euro?

O nervoso miudinho, que reina pela comunicação social e redes sociais, sobre as reuniões entre partidos, não faz sentido. A semana passada disse aqui que ”nada é certo, excepto que o PS não se suicidará politicamente, aderindo às fantasias cavaquistas”. Até ver mantém-se, mas depende do desfecho.

O PS pode vir a precisar de um PSD; não é, obviamente, este. Está portanto a fazer de conta, estão aliás todos a fazer de conta, incluindo o PCP e o Bloco de Esquerda (BE). Os jogos partidários (de todos) são mais…jogos florais. 

Ao PCP, BE e alguma esquerda avulsa, convém dizer que o PS está a viabilizar o governo. Ninguém sabe sequer o que se discute, mas afirmar alianças programáticas do PS com os partidos do governo, pode induzir no eleitorado que o centro esquerda português já não existe; é tudo da direita - por decreto digital.

Daí à excitação de um governo (verdadeiramente!) de esquerda do PCP mais BE é um fósforo. Demonstra que a matemática não é um problema apenas dos alunos do 9ºano. Tal governo é tão possível como eu estar a falar mandarim dentro de três quartos de hora, sem sotaque. 

Nada une o PCP ao Bloco, aproxima-os as cadeiras em S. Bento, e só; O PCP e o KKE grego são o que resta da ortodoxia soviética, ditos anti-capitalistas e adversos ao “jogo burguês” do sistema. Sendo uma forma satisfatória de viver no sistema capitalista, bem com a consciência e com o corpo, dizem ambos que governam quando o povo quiser. Seja isso o que seja não nos serve.

O KKE acusa o Syriza de criar ilusões, o PCP recusa reunir com o PS pelas mesmas razões. Os entendimentos à esquerda nunca incluirão organicamente o PCP, é das outras esquerdas que pode nascer um novo bloco unitário. O BE foi esperança que resultou fracasso, hoje pode ser parte não o aglutinador. 

Ontem, o BE até enganou a Renovação Comunista, em minha opinião a única organização, da nossa esquerda, capaz de fazer uma análise política com mais de duas parcelas. Ou João Semedo mentiu quando disse que a reunião com o PS era “sem condições prévias” ou os negociadores exorbitaram as funções.

O certo é que ninguém procura acordos com ninguém, procuram ganhar ou não perder posição. É um simples jogo de entalanço e desentatanço com fins eleitoralistas. 

Uma mistificação sem compromissos ou salvação nacional. Há negociações mas o negócio são as eleições.

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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Paulo Portas demite-se?

Cavaco dá a Portas oportunidade de se demitir.Jul.2013

Paulo Portas em Belém para falar com o presidente Cavaco Silva.

É uma oportunidade de ouro para o ainda ministro dos Negócios Estrangeiros e ex-futuro- vice-Primeiro-ministro pedir a demissão, irrevogável, de todos os cargos no governo.

Depois do discurso, e das propostas, de Cavaco Silva, ninguém  levava a mal – a Portas – que o fizesse.

A vingança serve-se fria e mais instabilidade já não é possível.

PS: Não se demite - voltamos à anormalidade!

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quarta-feira, 10 de julho de 2013

Cavaco demite-se. E a democracia, pá?

Cavaco demite-se.Jul.2013

Cavaco sem surpresa sobre o fundamental das eleições antecipadas – recusa! Com o mesmo argumentário de espalhar o medo cá dentro com medo de lá de fora. Obedece aos mercados e aos ditames dos donos da Europa, sem surpresas.

Cavaco esquece a democracia, quer arranjinhos entre partidos, um Compromisso de Salvação Nacional. Até suspende as suas funções ao propor uma personalidade para fazer a negociata entre PS,PSD e CDS. O PS dificilmente vai estar pelos ajustes, seria transformar a palavra dada num “irrevogável à Portas”.

Cavaco diz que eleições antecipadas poderiam levar a novo programa de ajustamento. Vamos ver o que está a provocar o evidente segundo resgate. 

Este governo é o governo do presidente e vai continuar a ser até sair do poder.

Cavaco quer distanciar-se do governo, não engana. Ou o governo continua, e continua, ou há eleições e se ouve os portugueses. Não há “Compromissos” sem a participação dos eleitores. Nunca há boas razões para suspender a democracia.

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sábado, 6 de julho de 2013

Manifesto PSD/CDS verso manifestações.

  foto1 Manif.6 Julho Belém-Jerónimos. Jul.2013

Passos Coelho e Paulo Portas trocaram de cadeiras, não mudam as políticas, no fundamental nada muda. A farsa deprimente, de um governo sem governo ou crédito político, a manter-se, é até à próxima crise interna. Tentam resolver os problemas da sua imensa prole autárquica, partidário-dependente, assustada com eleições e a consequente perda de bons negócios ou tão só de emprego certo. 

O PSD e o CDS têm medo das eleições por causa do desemprego (dos seus), os que querem eleições também é por causa do desemprego, mas do resto da população que vive da economia real e não da economia atracada à política.

 foto2 Manif.6 Julho Belém-Jerónimos. Jul.2013foto3 Manif. 6 Julho Belém - Jerónimos Jul.2013











A manifestação de hoje em Belém, com calor tórrido (havia muito mais manifestantes na sombra das árvores do Jardim da Praça do Império que ao sol) significa que vai haver resistência na rua, contra todas as adversidades, seja o tempo, seja a propaganda fascistoide que filou a comunicação social dos grandes meios.

foto4 Manif. 6 julho Belém - Jerónimos. Jul.2013

As virtudes da luta de oposição, nas ruas e nos locais de trabalho, estão confirmadas pelos problemas no seio do poder. Na manifestação de Belém exigiu-se que se ouça o país que quer eleições, é uma reivindicação da democracia perante o espectáculo lamentável de Passos e Portas, e o falhanço das políticas do governo e da troika.

Não se acredita na estabilidade governamental desta coligação PSD/CDS, com o seu passado, o presente, e o futuro próximo, para mais com os cortes programados de 4,7 mil milhões de euros. “Travar esta política derrotar estas medidas” tem sido tarefa do movimento sindical. Manter a pressão para o governo ir embora é encargo para a maioria insatisfeita da população portuguesa.

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