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sábado, 20 de julho de 2013

Ministro da Saúde grego recebido a soco em hospital.

Os ataques a Adonis Georgiadis sobem de tom, de pastéis a socos. Jul.2013

Portugal a Grécia fazem caminhos semelhantes. Como dizia a semana passada, umas vezes vamos à frente outras atrás. No que toca à recepção popular de ministros, a Grécia deu um passo marcante; marcou o ministro da Saúde, Adonis Georgiadis, a murro.

O caso deu-se há dois dias, aquando da visita do governante ao Hospital Attiko de Atenas. Os funcionários do hospital tinham emitido um comunicado declarando o ministro “persona non grata”, mas ele fez a visita. 

Foi recebido, segundo a imprensa grega, com apupos de dezenas de manifestantes e gritos de “fascista”. Mais uns empurrões e entraram em vias de facto, tendo sido golpeado a soco no pescoço e no rosto, dizem as crónicas.

Os protestos eram contra os cortes na Saúde, o encontro com os manifestantes foi causado pela recusa do ministro em sair pelas traseiras, como aconselhava a polícia. 

Georgiadis chamou “bando de fascistas” aos agressores, que identificou como militantes de uma coligação radical de esquerda (ANTARSYA), enquanto os manifestantes chamaram fascista ao ministro, por ele vir da organização ultra-nacionalista LAOS, onde foi seu porta-voz. (ver aqui partidos gregos).

Como curiosidade diga-se que o LAOS foi fundado, em 2.000, por militantes extremistas expulsos da Nova Democracia, e que o deputado Adonis Georgiadis, foi expulso do LAOS o ano passado, por apoiar as medidas do governo. Agora faz parte do executivo da Nova Democracia.

Nota sobre a imagem acima: Em abril de 2012 o mesmo Adonis foi a uma pastelaria dos arredores de Atenas, supõe-se que para comer um bolo e sofreu um ataque dos clientes que o reconheceram. Levou com bolos, iogurtes, mostarda e outras iguarias à mão, até fugir do estabelecimento.

Por cá temos ficado pelos apupos, a única ocasião de “acção directa” (simbólica) foi aquela do “homem certeiro falha ovo na ministra Conceição Cristas” (ver AQUI).

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terça-feira, 16 de julho de 2013

Grécia. Tsipras eleito líder do Syriza unificado.

oclarinet.blogspot.com - Congresso do Syriza elege Alexis Tsipras. Jul.2013

Tsipras foi eleito líder, no congresso fundador do Syriza como partido unificado, que terminou este domingo. A minoria de eurocépticos registou uma subida significativa.

O congresso da maior organização da esquerda grega, que passou de 4% de votos em 2009 para 27% o ano passado, ocorre em profunda crise. A taxa de desemprego na Grécia é de 27,4 – mais do dobro de 2010, no início do primeiro resgate – devendo manter-se, segundo o FMI, acima de 21% até 2016.

A Grécia é um país destruído pela inoperância europeia e pelas medidas da troika, onde a juntar à crise da divida pública e crise bancária há uma crise política de representação. A recomposição partidária tem encaminhado a Nova Democracia mais para a direita e aumentado a ameaça fascista. A crise é também a crise do centro político e a ascensão dos extremos.

O Syriza, agora o maior opositor de esquerda, deu o passo para deixar de ser uma coligação de muitas fracções e passar a partido unificado, no entanto permanece a oposição interna organizada e estratégias políticas divergentes.

A principal corrente de oposição à direcção agora eleita, a Plataforma de Esquerda, de Panagiotis Lafazanis, elegeu mais de 30% do Comité central. Acresce que 20% dos delegados votaram em branco e que não houve nenhum candidato forte em oposição a Tsipras. Poderá significar dificuldades para a gestão interna do (agora partido) Syriza.

Enquanto a maioria do Syriza quer a remissão parcial da divida e o não pagamento temporal de juros, para o grupo minoritário de Lafazanis, a Grécia devia cancelar unilateralmente a divida e sair da Zona Euro.

Nota: Panagiotis Lafazanis, porta-voz parlamentar do Syriza, é um histórico da luta contra a ditadura, ex-dirigente do Partido Comunista Grego e parlamentar pelo Synaspismos (ver partidos gregos) em 2000. Em 2007 e 2009 foi reeleito pelo Syriza.

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terça-feira, 19 de junho de 2012

Novo governo grego. ND,PASOK,DIMAR?

Governo grego ou sai das eleições ou da falta de entendimento dos partidos.Jun2012


Partidos de centro-direita e centro-esquerda estão a negociar os termos da participação de cada um no novo governo grego. À partida, a Nova Democracia (ND) e o PASOK (socialistas) estarão coligados (já estiveram seis meses, no inicio do ano) enquanto a esquerda Democrática (DIMAR) – (ver aqui quem são os partidos) não tinha decidido que forma irá tomar o apoio ao governo.

Recorde-se que Fotis Kouvelis, o líder do DIMAR, apresentou no Domingo sete pontos como condição para participar ou apoiar o governo. A limpeza do sistema político; a desvinculação da Grécia, em 2017, do memorando da troika; a restauração da capacidade produtiva grega; o desenvolvimento agrícola; a garantia de segurança dos cidadãos, o combate à imigração ilegal; a ampliação da segurança social.

As propostas de Kouvelis definem um programa de governo difícil de conciliar com o Memorando. Umas não trarão problemas, como o fim da imunidade parlamentar e ministerial para a investigação dos bens de membros do governo e altos funcionários desde 1974, ou a redução para metade do financiamento dos partidos, ou a introdução da representação proporcional, já outras como o congelamento dos cortes de salários e pensões, o fim da lei que permitiu reduzir o salário mínimo, o regresso dos contratos colectivos, ou o aumento do tempo de subsídio de desemprego, vão ter dificuldades em passar sem rever profundamente o acordo com a troika.

Mas é para isso que o governo grego tem de apontar, querendo continuar na Zona Euro e se a União Europeia “quiser” a Grécia. A renegociação do “resgate” nas medidas de austeridade e prazos é uma tarefa prioritária perante o agravamento das condições económicas da Grécia e dos gregos.

É evidente que os termos do acordo com a Grécia vão ser revistos, independentemente das ameaças de circunstância de Ângela Merkel. Nada funcionou com o anterior e tem de haver adaptações à nova situação grega.

A discussão eleitoralista entre partidos ditos contra ou a favor do resgate não passa de controvérsia bizantina, os gregos querem ficar no euro e ninguém lhes apresentou uma alternativa. A saírem, são eles mais meia dúzia, bem ou mal comportados, bons ou maus alunos.

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domingo, 17 de junho de 2012

17 Junho. Eleições para (quase) todos os desgostos.

Eleições.Calçada ou calçado. Jun2012

As eleições de hoje são todas muito importantes, mas exceptuando a segunda volta das legislativas francesas, em que se vai saber se Hollande governa em coabitação ou com maioria no parlamento, o que sendo determinante não é dramático, quer na Grécia quer no Egipto tudo aponta para que se instale maior confusão do que a que existe hoje.

Na Grécia o resultado parece depender da disposição psicológica na hora de votar, os gregos sabem o que querem mas têm dúvidas, como toda a gente, de que o voto (ou voto em quem) lhes traga o desejado. Fala-se em suspense como se uma vitória eleitoral de uma direita (Nova Democracia) ou de uma esquerda (Syriza) só por si decidisse o caminho da Grécia.

Apenas decide quem vai ser chamado a formar governo, ambos já tiveram essa missão e não conseguiram alianças que o viabilizassem. Daí que seja importante a votação nos outros partidos que caíram no esquecimento mediático. Como as sondagens na Grécia não acertam com um resultado pode haver surpresas.

O único partido grego que não aceita a União Europeia (EU) e o euro, é o comunista (KKE), todos os outros querem ficar na Zona Euro e todos os outros querem renegociar os termos do memorando da troika. Da própria EU vêm sinais que tal irá acontecer, independentemente dos resultados eleitorais. O dia seguinte à constituição de um governo, legislativo ou presidencial, ditará o futuro da Grécia.

A Grécia sai do euro se for ingovernável e é para essa situação que os partidos deveriam ter um plano B, O “plano B secreto” do Syriza (passar para a influência da Rússia?) não pode ser divulgado, e o da União Europeia só pode ser injecção de capital e redução da austeridade.

No Egipto a Primavera Árabe borregou, a democracia não veio com eleições, como aliás era esperado atendendo às forças políticas organizadas. Das manifestações não sai nada de orgânico e o poder político é sempre exercido por algo mais inteligente que um sapato no ar. No Egipto vai decidir-se quem nesta fase imporá a ordem (e de que tipo), se os islamitas se os militares e ambos têm dificuldades na coabitação.

As primaveras são cíclicas...como os invernos.

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terça-feira, 15 de maio de 2012

Novas eleições na Grécia. O que pode ser alterado?

oclarinet.blogspot.com Grécia a aquecer.Mai2012

A Grécia vai ter novas eleições legislativas. A ser assim, o que vai mudar? Pode mudar tudo se o voto anterior foi “um voto de protesto” a ser rectificado na próxima oportunidade, ou ficar tudo na mesma, sem capacidade de formar um executivo que negoceie ou aceite o acordo com a troika.

Antes das primeiras eleições, dizia no post " Eleições na Grécia. Quem são os partidos", que o futuro da Grécia dependia da capacidade política de Fotis Kouvelis, da Esquerda Democrática (DIMAR); ele não quis viabilizar o governo com PASOK e Nova Democracia (tinham 168 lugares, mais que o necessário), devido à elevada votação na Coligação de Esquerda Radical (SYRIZA). Seria incoerente com o que disse em campanha apoiando esse governo, como incoerente com o que tem dito depois. Já afirmou viabilizar tanto um governo de direita/centro esquerda (que negou antes) como um governo de esquerda.

Depois de exigir, durante as negociações com o presidente Papoulias o apoio do SYRIZA ao governo, Kouvelis rejeita agora a possibilidade de cooperar “mesmo após as próximas eleições” com o SYRIZA. Tal situação vai colocar os “radicais” perante um problema, com quem vão fazer um governo de esquerda? Ou simplesmente um governo!? O eleitorado já sabe agora (como já se sabia antes) que o Partido Comunista (KKE) é carta fora do baralho.

Ou há uma reviravolta na votação dando uma maioria aos “radicais” de Tsypras ou o PASOK e a Nova Democracia voltam a ter lugares suficientes para se entenderem a sós, ou com o DIMAR. O resto da direita apenas quer cavalgar o descontentamento.

Esta é a primeira parte; arranjar um poder interlocutor com a União Europeia que saia de eleições e não de tecnocratas nomeados. A outra, e definitiva, é colocar aos gregos a questão de quererem continuar ou não na União Europeia (UE), e em que condições. A “Europa” não deixou Papandreou fazer um referendo, que agora os gregos andam a fazer, da forma mais demagógica, confusa e anti-democrática que já se viu.

Os gregos não querem esta UE e ela ainda não dá mostras claras de ir mudar; devem-se pôr francamente as opções e decidirem em função dos níveis de austeridade e de capacidade de recuperação económica que uma ou outra solução transporta. O que se tem passado, que é consultar os gregos através de sondagens (ainda por cima nada fiáveis) para decidir posições políticas, é uma vigarice.

Não perguntaram aos gregos se queriam entrar na União Europeia (nem a nós) pelo menos perguntem-lhes se querem sair. Uma mudança na política europeia podia resolver o problema, que também é dos outros países da Europa, mas isso não cabe só aos gregos, que com muito risco e coragem já fizeram a sua parte.

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domingo, 13 de maio de 2012

Grécia,saída do euro? novas eleições decididas hoje.

oclarinet.blogspot.com Mai.2012

O referendo que propunha Papandreou está a ser feito escondendo dos Gregos as verdadeiras opções. A quadratura do circulo ensaiada em jogo de poker; demagogia, bluff e muita irresponsabilidade.

O presidente da Grécia, Karolos Papoulias faz hoje a última tentativa de formar um governo a partir dos últimos resultados eleitorais, vai consultar os partidos que já se consultaram entre si. Como já se previa, os três partidos convidados a conseguir uma maioria através de coligação, falharam no intento, nem há bloco central, nem governo à direita e muito menos governo de esquerda. Não há surpresa.

Só os socialistas de esquerda, do DIMAR, cederam, diziam na campanha não se coligar com a Nova Democracia e o PASOK, agora aceitam com a condição de entrar o SYRIZA – que recusa. A bola passada ao presidente Papoulias é fácil de jogar, ou demove os “Radicais” e consegue um governo que podia esperar pela queda de Merkel em 2013 e as consequentes alterações na União, ou convoca eleições.

Novas eleições que serão dominadas pela falsa questão da austeridade quando está em causa a permanência na Zona Euro. Austeridade haverá sempre, imposta pela troika ou pelo regresso ao dracma; alívio da austeridade só negociando os termos do resgate o que pressupõe continuar na União e aceitar reformar o Estado, coisa de que nenhum partido grego, nem de direita nem de esquerda, tem um esboço de plano.

Sair do euro é austeridade de choque, bancarrota sem panorama de financiamento da economia. Uma opção “argentina” de recusa em pagar a dívida (na realidade pagá-la em dezenas de anos) e partir para a recuperação económica com uma moeda 50% mais fraca que o euro. Cabe aos gregos decidir que caminho querem; seria sério que a alternativa lhes fosse colocada claramente.

Os sinais que vêm da Grécia são de facilidades que não existem, o SYRIZA diz que a Europa “vai pedir que a Grécia aceite mais dinheiro” (!) enquanto os dirigentes europeus dizem que não há financiamento sem condições de aplicabilidade do acordo de resgate. Não é um braço de ferro, é puro poker em que um parceiro acha que tem uma boa mão, sem levar em conta o jogo e intenções do adversário.

O que não conta no bluff é o desígnio dos militares, pois não se sabe se as alterações feitas por Papandreou, nas chefias, são suficientes para impedir a sua intervenção.

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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Eleições na Grécia. Resultados finais. Que saída?

Resultados finais 99,92% nacional.Mai 2012

Resultados 17 de Junho clicar AQUI

Ao contrário do que afirmam análises ligeiras às eleições gregas, não se pode ver a situação como antagonismos entre partidos pró austeridade e contra a austeridade, nem tão pouco falar em vitórias da esquerda ou da direita. Quem constituir governo na Grécia ou é para levar o país para fora do Euro, ou para gerir um plano “tipo troika” com as alterações que consiga introduzir – se a tanto ajudar o engenho e arte das mudanças que a eleição de Hollande irá permitir.

A grande maioria dos gregos não quer “sair do Euro”. Votaram furiosos contra a austeridade, conscientes da instabilidade que iam provocar, duvido que alguém saiba, na Grécia e nos arredores, como voltar a conseguir equilíbrios no curto prazo.

O memorando da troika falhou e os líderes políticos gregos foram incapazes, em mais de dois anos, de elaborar medidas para lidar com os credores, ou com as fragilidades estruturais da economia e do Estado. Estrangulados pelas opções da UE/FMI/Merkel, limitaram-se a ganhar tempo, esperando por uma mudança na política da União Europeia. Se ela chega a horas de poupar a Grécia a piores momentos não se sabe.

O sistema político grego complicou-se, nem a borla de 50 lugares para o vencedor permite maioria com dois partidos. Pelo perfil dos partidos (ver aqui) o que disseram em campanha e os resultados, nem há bloco central nem governo à direita e muito menos governo de esquerda. Se conseguirem uma coligação, será estranha e instável.

Os vencedores da Nova Democracia só constituem governo com alguém que tenha dito nunca se aliar com ela. O SYRIZA (erradamente designados de extrema-esquerda) apenas faria governo entrando os socialistas do PASOK e alguém à direita.

O normal seria novas eleições, mas aqueles que lucraram com o voto de protesto nem querem ouvir falar nisso. Governos nestas condições duram meses, como anteriores coligações contraditórias na Grécia.

Entretanto os capitais vão saindo, principalmente para a Alemanha, no mês que vem aumenta a tarifa da energia eléctrica e multinacionais como a Silchester tomam posição para dominar a empresa estatal de energia. Enquanto houver bens públicos para privatizar e bancos com créditos para receber, o dinheiro vai chegando só deixando para os gregos uma pequena parte, depois, depende da conjuntura na Europa.

Das esperadas mudanças na União Europeia, que se antevêem com a eleição de François Hollande, depende o futuro dos povos e da economia da Europa, mas dependerá também a paz. Uma preocupação latente raramente expressa.




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Nova Democracia (ND) – 18,85 % -108 lugares
Coligação da Esquerda Radical (SYRIZA) – 16,78% – 52 lugares
Movimento Socialista Pan-helénico (PASOK) – 13,18% – 41 lugares
Gregos Independentes – 10,60% – 33 lugares
Partido Comunista da Grécia (KKE) – 8,48% – 26 lugares
Alvorada Dourada (Golden Dawn) – 6,97% – 21 lugares
Esquerda Democrática (DIMAR) – 6,10% – 19 lugares.

domingo, 6 de maio de 2012

Eleições na Grécia - pré resultados. SYRIZA surpreende.

Eleições Grécia pré Resultados1.Mai2012


Resultados de 17 de Junho clicar AQUI


A Coligação da Esquerda Radical, SYRIZA, sobe em relação às sondagens que ontem aqui referi na caracterização dos partidos gregos. Os neo-fascistas da Alvorada Dourada entrarão no Parlamento grego, o que é histórico.

O Partido Comunista (KKE) e a Esquerda Democrática (DIMAR) ficam aquém do previsto. A Nova Democracia ganha com pouco menos do que lhe dava a sondagem e os socialistas do PASOK têm a previsão de subir.
Eleições Grécia pré resultados2.Mai.2012
A Grécia foi a eleições com a certeza de votar na instabilidade. Só uma coligação, de dois ou três partidos fará maioria, num sistema político sem hábitos de compromissos inter-partidários.

O Partido Comunista, sendo o único claramente contra a participação da Grécia na Zona Euro e na União Europeia, pode ver através da ingovernabilidade os seus desejos cumpridos. Governo fraco, como queriam, é o mais certo.

Resultados finais AQUI

(actualizações)
Actualização 6 Maio 23.30h (hora da Grécia)


Última actualização 7 Maio 12.08h (hora da Grécia) 99,64% nacional

Nova Democracia (ND) – 18,86 % -108 lugares
Coligação da Esquerda Radical (SYRIZA) – 16,77% – 52 lugares
Movimento Socialista Pan-helénico (PASOK) – 13,18% – 41 lugares
Gregos Independentes – 10,60% – 33 lugares
Partido Comunista da Grécia (KKE) – 8,48% – 26 lugares
Alvorada Dourada (Golden Dawn) – 6,97% – 21 lugares
Esquerda Democrática (DIMAR) – 6,10% – 19 lugares.

(Análise das eleições de hoje na França, Grécia e Alemanha em próximo post)

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