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terça-feira, 26 de novembro de 2013

Manifestação 26 Nov. Marca 19 de Dezembro.

Foto1- Manif.S.Bento rejeita Orç. de Estado 2014.Nov.2013

Este ano já fui mais vezes a São Bento, em manifestação, que à minha terra transmontana. As razões ligam-se, é mais caro e tenho menos dinheiro para me deslocar e é também essa penúria que me carrega para a correnteza das manifestações. 

Lá marcham iguais, por motivos semelhantes. Não são os mesmos, são mais. Nota-se o desacostumado das andanças de rua contra qualquer coisa, observam-se principiantes de muita idade, gente surpreendida mas não assustada, ora alegre ora irritada, lançando acusações aos sem vergonha da governação.

Ladrão, gatuno e muito calão se grita. “Eu salvei o BPN quem me vai salvar a mim?” Veio na frente e de táxi, muitos táxis, enfileirados e irados com o aumento do pagamento especial por conta.

 “É preciso é urgente correr com esta gente”! “Fartos de aldrabões, queremos eleições!”E contam-se histórias de vida, de falta de vida, enquanto se aguardam os discursos. A CGTP através de Arménio Carlos falou, está nos jornais, passa nas televisões, ao vivo sentiu-se.

O que se sente nos presentes, é que vão estar na rua até o governo ir para a rua.
Vão estar nos locais de trabalho, frente aos ministérios ou nas galerias da Assembleia da República a baterem-se pela dignidade de quem trabalha, de quem trabalhou toda a vida e de quem não tem trabalho.

O Dia de Protesto e Luta foi o dia da Rejeição do Orçamento para 2014  - na Rua.

Tem continuação: Concentração-vigília junto à presidência -  19 DEZ. Nov.2013 
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quarta-feira, 26 de junho de 2013

O Povo Unido – É Mais Bonito.


oclarinet.blogspot.com - Greve Geral 27 de Junho. Jun.2013

A Greve Geral é dos trabalhadores. Passos Coelho é o único primeiro-ministro da democracia punido com três greves gerais, duas das quais (24 Nov.2011 e amanhã) convocadas em conjunto pelas centrais sindicais, CGTP e UGT. Terá efeito relevante nos transportes e espera-se grande adesão com as críticas balofas do costume. A greve geral junta o movimento sindical, é o mais valioso politicamente.

Para Carlos Silva, líder da UGT, “o dia 27 é o dia de um grito de insubmissão às políticas de austeridade” e o “momento que o movimento sindical tem, para dizer basta a quem nos governa”. 

O secretário-geral da UGT sustenta que “esta política, implementada nos últimos dois anos falhou,” pois “ o país continua a empobrecer, o desemprego aumenta, a economia não cresce, os empresários não investem”. “Basta de políticas de austeridade”, diz Carlos Silva.

Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP, afirmou que “uma grande adesão dos trabalhadores à próxima greve geral corresponde a uma grande derrota do governo e uma fragilização da sua base de apoio”. 

O líder da CGTP diz ter assistido nos plenários que realizou, à disponibilidade de trabalhadores que votaram PSD, para participar na greve geral. Arménio Carlos acusa o governo de provocar o conflito quando aprova legislação que desregula as relações laborais e reduz a protecção social e as condições de trabalho. (imprensa)

CGTP e UGT juntas novamente numa greve geral. Falava-se disso desde a Jornada de Luta da CGTP de 29 de Setembro, que transformou o Terreiro do Paço no Terreiro do Povo. João Proença (ex-líder da UGT) ficou pelos ameaços, acreditando nos acordos na Concertação Social. Já nessa altura Carlos Silva defendia a renúncia do acordo tripartido, há portanto, circunstancialmente, novas condições no movimento sindical.

Os trabalhadores portugueses têm neste momento, sindicatos independentes e as duas centrais sindicais a bater para o mesmo lado, é o instante para – unidos - afirmarem a urgência da mudança de governo. 

O governo está unido contra todos os trabalhadores…

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quinta-feira, 30 de maio de 2013

30 de Maio. Dia da reforma estrutural.

Greve do Metro inicia confluência CGTP - UGT (novo líder). Mai.2013
 

O dia de hoje, as zero horas em que se iniciou a Greve do Metro, marca uma mudança estrutural na frente de luta sindical. A CGTP e a UGT, já antes tinham estado juntas em eventos da luta dos trabalhadores, mas obedecendo a episódios de receio de isolamento, perante os que representam, e sob a acusação de obedecerem a estratégias de afirmação político-partidárias. 

Julgo que agora, a união na acção, dos sindicatos da CGTP, da UGT e Independentes, resulta da exigência dos trabalhadores, que nos seus locais de trabalho são afectados por igual, não entendendo a divisão artificial da acção do movimento sindical. 

A mudança de líder na UGT já previa uma mudança, a própria CGTP não resistiu muito tempo com o sectarismo, talvez aceitável pelas anteriores traições da UGT, mas inadmissível perante as vitórias do governo e da troika.

A “confluência na luta” é para durar, pelo menos enquanto a ofensiva do Governo Gaspar/Passos/Portas não recuar. Nesse sentido vai a reunião de amanhã do Conselho Nacional da CGTP, onde a linha de convergência, sectorial e nacional, irá, segundo palavras de Arménio Carlos; Uni-los na acção, “com todos os trabalhadores, independentemente das opções sindicais, e com todos os sindicatos sejam da UGT ou Independentes. 

Maio termina em grande conflitualidade laboral, Junho será um mês de luta, de luta unitária e convergente, contra as medidas do governo e da troika.

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sábado, 25 de maio de 2013

Milhares em Belém pela demissão do governo.

Foto manifestação Belém 25 Maio. Mai.2013

Cavaco Silva e o governo foram apupados por milhares de manifestantes, que convergiram para o largo frente aos Jerónimos e jardim da Praça do Império.

Foto Manif.25 Maio. Milhares a caminho dos Jerónimos. Mai.2013

A manifestação, organizada pela CGTP-Intersindical, partiu de concentrações por sectores profissionais e regiões do país.

 Foto manif.25 de Maio concentração CGTP. Mai.2013

Para além das palavras de ordem, exigindo que Cavaco cumpra a função de presidente e demita o governo, alguns manifestantes equiparam-se com dísticos que apelidavam Cavaco Silva de “Palhaço”; narizes e outras representações de palhaço, cartazes com palhaços, e, chamaram-lhe palhaço. É uma nomeada já popularizada, efeito da queixa à Procuradoria.

Palhaços às costas! Tinha de ser...Mai.2013

A CGTP marcou nova jornada de luta para 30 de Maio, e Junho vai ser um mês de greves, (Função Pública) podendo haver Greve Geral com convergência das duas centrais sindicais, UGT e CGTP.

Arménio Carlos disse: “Maio vai acabar com uma elevada temperatura no que respeita à conflitualidade social, mas em Junho essa temperatura vai aumentar”.

 Vamos lá!

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sábado, 15 de dezembro de 2012

Manif.15 Dez. Milhares pedem veto do Orçamento 2013.

foto manif.15 Dez.Milhares pedem que presidente cumpra a Constituio.Dez 2012

Perante dezenas de milhar de manifestantes concentrados frente ao Palácio de Belém, Arménio Carlos, da CGTP, pediu ao presidente da República para ouvir o povo.

“Ouça o povo e exerça os poderes que a Constituição da República Portuguesa lhe concede.

Ouça o povo e não cometa o erro de promulgar o Orçamento de Estado para depois solicitar a fiscalização sucessiva.

Ouça o povo e envie de imediato o Orçamento de Estado para o Tribunal Constitucional, para que este faça a respectiva fiscalização preventiva.

Ouça o povo, mas ouça bem - e não promulgue este Orçamento de Estado”.

Foi isso que dezenas de milhar de manifestantes exigiram hoje a Cavaco Silva.

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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Manifestação 27 Nov. protesto contra OE 2013 continua.

Foto Manif.27 Novembro.Nov.2012

Milhares de manifestantes estiveram em S. Bento para protestar contra a aprovação do Orçamento de Estado (OE) para 2013. Não houve violência. 

Era escusado o McDonald´s ter passado à clandestinidade e alguns comerciantes da zona terem encerrado. As autoridades sabem que basta não aparecer a polícia de choque e que os paisanos estejam com dono, para baixar o risco de provocações ou confrontos. Andaram a espalhar receios com a colaboração da comunicação social, o que é duplamente lamentável.

Manif.27 Novembro CNA.nov.2012

Até quando as demonstrações ordeiras, não se sabe. A violência que vem do interior da Assembleia da República não deixará de ter resposta no país. A paz social não é compatível com a aplicação do OE de 2013.

O papel das “manifestações pacíficas da CGTP” corre o risco de não servir para guião do Portugal de 2013. O poder gosta da contenção existente mas não tem retribuído, as propostas da CGTP não são atendidas nem discutidas. Como disse Arménio Carlos, esperam há três semanas resposta a um pedido de reunião com Cavaco Silva.

Com as medidas violentas que se vão sentir a partir de Janeiro, que se somam às dificuldades de hoje, é bem possível que muitos portugueses mandem as passeatas passear.

O que se seguirá logo se vê, mas não acredito que tudo vá emigrar. Quem cá ficar tem de acabar com a roubalheira.
 Manif.27 Novembro parlamento.Nov.2012

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sábado, 29 de setembro de 2012

Manifestação 29 Setembro. Greve Geral. Governo Rua.

foto 1 - oclarinet.blogspot.com Manif.29Set2012

A maior Jornada de Luta de sempre, organizada pela CGTP - encheu a Praça e as ruas adjacentes, transformando o Terreiro do Paço no “Terreiro do Povo”.

Na primeira intervenção dos organizadores, um membro da Interjovem disse que a grande mobilização corresponde ao intenso trabalho realizado pelos activistas sindicais junto dos trabalhadores, nos seus locais de trabalho de norte a sul do país.

foto 3 - oclarinet.blogspot.com Manif.29Set.2012 
Nesta grande demonstração, que não se ficou pelas críticas, mas pediu claramente a demissão do governo, o líder da CGTP Arménio Carlos, alertou mais uma vez para as medidas de austeridade que vêm aí, “para compensar o recuo na TSU”. Essas propostas só não foram já avançadas, segundo disse; pelo receio, do governo, de mais pessoas se terem juntado à manifestação de hoje.

Arménio Carlos fez a proposta de uma Grande Greve Geral que mobilize todos os trabalhadores independentemente da sua filiação partidária ou sindical. Avança assim a ideia admitida em 11 deste mês (ver aqui) por Arménio Carlos e no dia seguinte por João Proença da UGT.

foto 2 - oclarinet.blogspot.com Manif.29Set2012

O discurso do líder da CGTP centrou-se nas medidas alternativas propostas pela central sindical (ver aqui), com as quais o ministro das finanças disse concordar. Arménio Carlos desafiou vítor Gaspar a pôr em prática as propostas da Inter, pois “não basta dizer que está de acordo”.

foto 4 - oclarinet.blogspot.com MAnif. 29Set.2012

A CGTP-Intersindical reúne a 3 de Outubro para aferir das condições para avançar com a Greve Geral.

Governo para a Rua - oclarinet.blogspot.com 29Set2012

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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Manifestação 29 de Setembro.Greve Geral CGTP e UGT?



(Sobre a manifestação realizada no Terreiro do Paço a 29 de Setembro - ver aqui)


A CGTP-Intersindical marcou hoje uma grande Jornada de Luta para o dia 29 de Setembro, em Lisboa (Terreiro do Paço, 15.00h), um Sábado, contra as medidas de austeridade anunciadas pelo governo. “Acabar com esta política e com este governo antes que este governo e esta política acabem com o país”.

Arménio Carlos ontem e João Proença hoje admitiram a convocação de uma Greve Geral. 

O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, disse ontem que a Greve Geral é um dos cenários em discussão “considerando as políticas que o governo está a desenvolver e que constituem uma declaração de guerra aos trabalhadores, reformados e pensionistas, aos jovens e aos desempregados, bem como aos micro e pequenos empresários”.

UGT na Greve Geral. Set.2012

João Proença, secretário-geral da UGT, admitiu hoje que a sua central sindical possa participar numa Greve Geral. João Proença afirmou ainda que “o governo está a afundar o acordo de concertação social” mas que a UGT não o rasga.

Proença fica aquém do futuro líder da UGT, Carlos Silva, que considera que “A UGT deve dizer ao governo que os acordos de concertação social acabaram e o acordo tripartido assinado em Janeiro deve ser renunciado”.

A UGT tem o mesmo problema do Partido Socialista, não tem o líder certo para o momento político. Uma Greve Geral convocada pelas duas centrais é uma incógnita, mas seria uma resposta adequada do mundo do trabalho às medidas do governo.


Post Scriptum.

Subscritores das manifestações "Que se lixe a troika" com a manifestação de 29 de Setembro convocada pela CGTP: - (clicar AQUI)


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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Financiamento às empresas? Dívida pública é melhor.

O Plano de Ajustamento e do governo e nao da Troika. Set 2012

Arménio Carlos, da CGTP, referiu à saída do encontro (decepcionante) de hoje com a troika, que “ mil grandes empresas viram aumentado o crédito bancário em 1.000 milhões de euros, enquanto Um Milhão de pequenas e médias empresas (PME) sofreram uma redução no crédito de 4.000 milhões de euros.

Um artigo de hoje do jornal i (aqui) diz que “os bancos não estão a cumprir os planos de recapitalização assinados com o governo há dois meses no que respeita ao financiamento da economia”, o que “está a ter um efeito devastador”. O i lembra que “quando recorreram à ajuda estatal, O BCP, o BPI e também a CGD, noutros moldes, ficaram obrigados a investir 45 milhões de euros em pequenas e médias empresas e nas famílias”.

E eu lembro que em Abril deste ano, o presidente do BPI, Fernando Ulrich, disse que “os bancos portugueses têm deixado de dar crédito às empresas do Estado para comprar dívida pública portuguesa”.

O quadro (em cima, canal É) mostra a rentabilidade, segundo a agência Bloomberg divulgou em meados de Agosto, das dívidas portuguesa, alemãs e espanholas; sem dúvida o que está a dar é investir sem risco (enquanto durar o troikismo) e com grandes lucros, na compra da dívida pública nacional.

 As empresas do Estado estão em segundo plano, algumas grandes empresas ainda têm algum crédito e as PME vão para o fim da bicha - quase nada lhes chega.

O financiamento dos maiores empregadores (que são as PME) é o mais urgente problema da economia (real) portuguesa, cada dia que passa fecham mais empresas viáveis (muitas delas exportadoras) mas o governo tem mostrado total incompetência a tratar do assunto.

O governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, já em 2011 tinha afirmado que a “compra da dívida pública por parte dos bancos estava a limitar a capacidade de concessão de crédito à economia”.

Os portugueses estão a passar mal para socorrer a banca, vivemos uma crise de dívida privada provocada pelas más práticas bancárias, a banca pede a 1% ao BCE para emprestar a 7% e mais; temos um banco do Estado (CGD) e o governo não consegue lidar com o problema do financiamento da economia.

Não quer. Passos Coelho assumiu uma posição passiva perante a banca, Portugal é vítima de um programa ideológico. A economia devia ser controlada pelo Estado Democrático e não pelos mercados mas com esta gente a governar não é possível.

“O plano de ajustamento é do governo e não da troika”. POIS!

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sábado, 16 de junho de 2012

16 Junho. Milhares na manifestação da CGTP em Lisboa.

Manifestação 16Junho CGTP - oclarinet.blogspot.com

Como no passado sábado, no Porto, milhares de trabalhadores manifestaram-se em Lisboa em protesto contra a política do governo. Quando Arménio Carlos, líder da CGTP-Intersindical, iniciou o seu discurso nos Restauradores ainda saíam manifestantes do Marquês de Pombal.

Sob o lema do “combate à exploração e ao empobrecimento” estiveram presentes trabalhadores, reformados e muita juventude, dos distritos a sul de Leiria. Os protestos foram acompanhados de palavras de ordem comuns à manifestação nacional de 11 de Fevereiro e do 1º de Maio, o discurso actualizado para um momento de maior degradação das condições de vida, do aumento do desemprego e da precariedade.Manif.16 Jun.CGTP - oclarinet.blogspot.com Arménio Carlos, criticou a situação de haver dinheiro para os bancos e não para socorrer os trabalhadores que caíram no desemprego, responsabilizou Cavaco Silva (que à mesma hora era apupado na Póvoa do Varzim), caso não vete o diploma de revisão da lei laboral, de violar as normas internacionais do trabalho.

Mais manifestações serão realizadas enquanto não houver uma mudança na política do governo. Estiveram presentes membros do Movimento Sem Emprego, que distribuíram a sua convocatória para a manifestação de 30 de Junho.Manif.16 Junho.CGTP -oclarinet.blogspot.com
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Arménio Carlos responde a Mário Crespo.


Arménio Carlos, da comissão executiva da CGTP-Intersindical, comenta a Concertação Social, as leis laborais, e outras matérias, suscitadas pela bagagem do "jornalismo" de Mário Crespo. A seguir - tanto um, como o outro.

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