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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

12 Nov. – Militares junto à Assembleia da República.

Concentração São bento - Associação Nacional de Sargentos. Nov 2013

Um ano depois da família militar ter mostrado um cartão vermelho ao governo, na
marcha entre a Praça do Município e os Restauradores, os militares voltam às ruas, amanhã, numa concentração no jardim de São Bento.

A convocatória, aqui mencionada, de 14 de Outubro, é da Associação Nacional de Sargentos, que representa cerca de 4.500 militares. 

A concentração junto à Assembleia da República, pelas 18.30H, vai protestar contra a desvalorização da condição militar os cortes orçamentais e o desmantelamento das Forças Armadas.

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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Militares voltam às ruas. Concentração em São Bento.

Militares voltam a manifestar-se em Novembro. Out.2013

Militares protestam junto ao Parlamento contra desvalorização da condição militar e os cortes orçamentais.

A Associação Nacional de Sargentos (ANS) anunciou uma concentração no jardim de São Bento, junto à Assembleia da República, para o próximo dia 12 de Novembro.

Militares estarão em 12 Nov. no  jardim de São Bento. Out.2013 
Os militares são abrangidos pelos cortes, nos rendimentos e nas pensões, previstos no Orçamento de Estado para 2014, conforme afirmou na última 3ª feira a secretária de Estado da Defesa, Berta Cabral, no Parlamento.

A ANS diz em comunicado:

“Não ficaremos a assistir impávidos à desvalorização dos sargentos de Portugal, à descaracterização da condição militar e ao desmantelamento das Forças Armadas”.


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domingo, 11 de novembro de 2012

Militares mostram cartão vermelho ao governo.

foto Manif. Militares 10 Novembro.Nov.2012

  Manifestação 10 de Novembro

Foi ao som de “Grândola Vila Morena”, com emoção, que a frente da manifestação da “família militar” entrou na Praça dos Restauradores. 

A marcha fez-se em silêncio, da Praça do Município (onde foi implantada a República) até à Praça dos Restauradores, que comemora a Restauração da Independência Nacional, em 1640. 

Tal foi lembrado por Paulo Amaral da Associação de Praças, que saudou os presidentes das associações sindicais da polícia (ASPP/PSP) da Investigação Criminal (ASFI/PJ) e profissionais da Guarda (APG/GNR) que acompanharam a manifestação. Leu e nomeou mensagens, entre elas de Vasco Lourenço.
 oclarinet Manif.Militares 10 Novembro.Nov.2012

Os presidentes das três associações, Luís Reis, Associação de Praças (AP); Pereira Carcel, Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA) e Lima Coelho, Associação Nacional de Sargentos (ANS) - na foto junto aos símbolos respectivos – discursaram. 

O coronel Manuel Pereira Carcel referiu-se aos cidadãos de Portugal como de “uma pátria ameaçada” cuja “independência e soberania está posta em causa”, declarou que “ninguém tem mandato para promover o desmantelamento das forças armadas”, e garantiu que as forças armadas “não serão um instrumento de repressão sobre quem juraram defender, o povo português”.

Luís Reis expressou a “indignação perante as medidas do Orçamento de Estado para 2013” afirmando ser “hora de dizer basta”. Deu também um recado ao ministro da Defesa, Aguiar Branco: “as ameaças veladas do Sr. Ministro, aos militares e às suas associações, não terão nenhum efeito”. Ainda sobre as polemicas declarações de Aguiar Branco (ver aqui) sobre a “vocação para servir nas Forças Armadas”, Luís Reis perguntou; “Sr. Ministro, o senhor tem a certeza de querer falar em vocação? É que se quer, provavelmente amanhã, Portugal e os portugueses não têm governo”.

Lima Coelho, que confessou terem-lhe vindo as lágrimas aos olhos quando entrou na praça ao som da “Grândola”, disse que “não é inevitável este malvado orçamento” pois é um projecto que “nós, cidadãos, temos a obrigatoriedade de alterar”. Referiu a Constituição a propósito dos direitos aí consagrados e as “10.000 crianças com fome”; “não admitimos a fome”, disse.

Cavaco Silva foi várias vezes referido pelos oradores (e apupado pelos manifestantes) para lhe lembrarem que jurou cumprir e fazer cumprir a Constituição. 

No final, foi aprovada por unanimidade dos milhares de militares presentes, uma resolução:

Considerando medidas na segurança interna no sentido de atribuírem aos militares um papel que vai além da sua missão, “tudo farão para impedir o uso dos militares em acções que visem reprimir a expressão do descontentamento dos portugueses”. Decidiram ainda “testemunhar com a sua presença” a votação final do Orçamento, dia 27 de Novembro. 

Nesse mesmo dia entregarão ofícios contra a aprovação do Orçamento de Estado (OE) ao Provedor de Justiça e ao Tribunal Constitucional seguindo-se uma vigília junto da presidência da República, apelando à não promulgação do OE e que Cavaco Silva peça a sua fiscalização preventiva.

 Os militares vão continuar na luta.

oclarinet.Manif.10 Novembro Militares.Nov.2012 
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sábado, 10 de novembro de 2012

Militares manifestam-se hoje em Lisboa.

Militares manifestam-se em Lisboa.Nov.2012

A manifestação - Ver Aqui

Desfile a partir da Praça do Município, pela Rua do Ouro e pelo Rossio até á Praça dos Restauradores.
 
Intervenção nos Restauradores, junto ao monumento da Restauração da Independência Nacional.
 
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