Paulo Portas, que desde 2011, pela Líbia e pela Venezuela (ver aqui) tem andado a fazer de Sócrates, seguindo-lhe os passos, acaba de vender mais 25.000 computadores portugueses “Magalhães”, ao México.
Os mexicanos dizem conhecer o projecto português há anos, querem avançar para além da experiência piloto iniciada com 7.000 máquinas, para uma cobertura de 750 mil a 950 mil crianças do ensino básico e médio.
O projecto português (que interessou os mexicanos e outros) do programa tecnológico para a Educação conhecido por E-escolas, do governo de José Sócrates, foi abandonado por este governo (o governo do ministro Paulo Portas).
Agora, o governo português vende no estrangeiro o que suspendeu em Portugal. Promove a compra dos computadores para melhorar a qualidade de aprendizagem das crianças de outros países e nega o mesmo aos alunos portugueses.
Não vai haver polémica por causa dos “Magalhães” de Portas, aliás, a controvérsia que cá existiu não foi por causa da máquina ou do ensino, foi mais uma discussão para aproximar a ida ao pote, do PSD e do CDS.
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