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segunda-feira, 7 de abril de 2014

Insultos. Sócrates – José Rodrigues dos Santos.

José Rodrigues dos Santos - o ofendido - Abr.2014
Quem insulta quem na RTP1? No seguimento da tensão criada há duas semanas, no espaço de comentário de José Sócrates na RTP, esperava-se que, em conformidade com a defesa que José Rodrigues dos Santos fez do seu comportamento agressivo, o jornalista continuasse ao ataque.

Afinal amansou. Foi José Sócrates o belicoso e provocador.

Responde Sócrates a José Rodrigues dos Santos:
“Eu compreendo o seu ponto de vista. Você acha que se deve comportar de forma adversarial, no sentido de se colocar no papel do advogado do diabo. Mas até o advogado do diabo pode ser inteligente e pode perceber. Não basta papaguearmos tudo aquilo que nos dizem para fazermos uma entrevista”, ao que José Rodrigues do Santos respondeu: “Fica registado o seu insulto, ao qual não vou responder.”

José Rodrigues dos Santos ficou-se… provavelmente para respeitar o espaço de opinião do ex-primeiro-ministro; Sócrates é da opinião que o jornalista é burro e presta-se a fazer fretes. Opiniões.

Há poucas semanas, no Bar Santa Maria, em Chaves, propriedade de um jornalista, conversávamos, eu e o dono, sobre a manipulação das notícias engendrada pelos profissionais da informação. Dizia-me o César, o jornalista dono do bar. - Já viste que o José Rodrigues dos Santos foi à Crimeia enviado especial da RTP (nas vésperas do referendo), e entrevistou quatro pessoas, todas elas contra a anexação russa, não encontrou ninguém que fosse pró-russo para entrevistar… na Crimeia?

Curiosamente, as palavras do César, foram, ipsis verbis, o comentário que fiz em casa quando vi a reportagem de José Rodrigues dos Santos, em directo.

O jornalista da RTP já disse que foi educado no estrangeiro e por isso percebe mal os portugueses. Digo-lhe eu; se pensa que engana todos os portugueses com os fretes as manipulações que faz, é burro.

Há um “jornalismo”, neste país, que é um insulto aos portugueses e um insulto à profissão de jornalista.


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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Morreu o Mestre Nadir Afonso.

Nadir Afonso fica connosco.Dez.2013

O arquitecto e pintor Nadir Afonso morreu esta quarta-feira aos 93 anos. 

Modernista e mestre do abstracionismo geométrico, natural de Chaves (também a minha terra) onde tive por duas vezes a oportunidade de falar com ele.

Infelizmente não assistiu à inauguração da obra do Siza Vieira, em Chaves, a Fundação Nadir Afonso; esteve prevista para este ano (Julho), mas foi adiada (será em Julho de 2014) porque o governo de Passos Coelho retirou ao projecto o estatuto de utilidade pública.

Em Chaves foi decretado dois dias de luto.

Mestre Nadir Afonso fica connosco através da sua obra. Está há uns anos por cima do meu posto de trabalho (imagem em cima).

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sexta-feira, 26 de julho de 2013

Sabores de Chaves. Feira do Pastel. Festival Folk.


Agosto - Sabores de Chaves no Jardim Público Jul.2013

Dias 2, 3 e 4 de Agosto, no Jardim Público da cidade de Chaves, decorre a primeira feira de Verão dos “Sabores de Chaves”. O Pastel de Chaves, (folhado de massa tenra) com 150 anos de história, será o produto gastronómico em evidência.

Agosto - Festival de Música tradicional Folk de Chaves. Jul.2013 

Associado à Feira do Pastel, realiza-se a 3ª edição do Festival de Música Tradicional Folk de Chaves, música do mundo, também no Jardim Público.

O projecto da autarquia, “Sabores de Chaves” promove a valorização dos produtos flavienses e da região. A Feira do Pastel, este Verão, realiza-se após as feiras dedicadas ao Fumeiro no Inverno e ao Folar na Primavera.

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quinta-feira, 21 de março de 2013

Feira do Folar – Sabores em Chaves.

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A preparar a trouxa para viajar até Lisboa, deixo uma sugestão de turismo gastronómico - Chaves.

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Nos dois dias anteriores ao Domingo de Páscoa, há Sabores de Chaves/ Feira do Folar, no Largo General Silveira (antigo Jardim das Freiras). 

Umas inteligências autárquicas deram cabo do jardim para plantar lajes de pedra; pelo menos aproveite-se o espaço nu do largo, quando vestido das gentes das aldeias circunvizinhas. Nessa altura mostram os seus produtos e o saboroso folar é o centro das atenções.

Não estou cá (em Chaves) nessa data, levo já o folar e um cabritinho do Barroso para a Páscoa da minha família. Este ano perco a Feira, mas não perco a queda do governo.

Se o governo cai antes da Páscoa, o cabrito também marcha antes - certo!?

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terça-feira, 30 de outubro de 2012

Combustíveis baixam mas são os mais caros.

Combustivel - marca branca - Out.2012

O preço dos combustíveis baixaram ontem, em Portugal. Mais uma ligeira variação para baixo, que somadas as variações para cima, resulta no aumento de preços que todos conhecem. Neste caso (imagem acima), em Chaves, é possível encontrar valores ainda mais reduzidos, no posto de um supermercado.

Combustiveis GALP - Espanha - Out.2012

No entanto, quem se deslocar onze quilómetros, até ao primeiro posto na Galiza, em Feces, tem combustíveis ainda mais baratos (na imagem em cima), é um dos postos GALP no Estado espanhol, que não reduziu os preços ontem.

Posto GALP desactivado - Portugal - Out.2012

Resultado perverso - um posto GALP desactivado na cidade de Chaves.

A política de preços da gasolineira portuguesa (do cartel das marcas em Portugal) e o volume de impostos que o governo soma ao preço dos combustíveis, tem consequências nefastas, quer para as contas públicas quer para a actividade económica.

Parte dos impostos sobre os produtos petrolíferos que deviam ficar em Portugal, são pagos no país vizinho. Temos preços mais elevados de combustíveis que tornam a nossa economia comparativamente menos competitiva.

O preço dos combustíveis, das telecomunicações ou das portagens nas ex-SCUTs, pesam muito mais nas empresas que o conseguido com as reduções de salários promovidas pelo governo; mas eles não entendem ou fazem-se desentendidos.

Repetir é preciso, por todo o lado e principalmente na rua. Vamos lá…

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domingo, 21 de outubro de 2012

Em Portugal, a cair de velho.

Antiga fronteira Feces - Vila Verde da Raia (Chaves).Out.2012 - Cpia

Apareceu no meu Facebook a foto (em cima) da antiga fronteira de Portugal (Vila Verde da Raia – Chaves) com a Galiza (Feces-Verín). Nasci ali, nas primeiras casas em território português, nas traseiras do edifício da alfândega. Nasci em casa como antes se nascia. Ali, porque o meu pai, funcionário das Finanças na Alfandega do Porto, pediu transferência “para a terra”.
 
Origens.Out.2012

A casa, (na foto) propriedade do Estado até há poucos anos, foi comprada por alguém que a mantém… ao abandono. Do princípio dos anos cinquenta, as casas de habitação dos funcionários públicos deixaram de ter serventia com o fim das fronteiras, a alfândega idem, mas ao contrário do lado galego, em que deram uso ao pequeno posto aduaneiro, em Portugal tudo cai de velho.  

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domingo, 22 de julho de 2012

Onde fica o Porto?

E o Porto aqui tão perto. Jul.2012

Começou por ser uma boa ideia, como ia ao norte ver o meu pai e tinha uma série de material informático para deitar fora, resolvi reciclar o dito material para lá usar, um velho monitor Sony que ainda não tinha ido à vida por pesar mais que uma saca com batatas e eu viver num 2º andar sem elevador, uma torre que ardeu aqui há dias e uma impressora do tempo em que a minha filha estudava. 

Foi a única parte que correu bem. Com a torre arranjada quase de borla, levei tudo, instalei, e a coisa funcionou. Os problemas vieram depois com a Internet, a banda larga móvel “afunila” dentro da nossa casa na aldeia, quando é lenta chateia quando se vai a meio de qualquer coisa chateia ainda mais.

Fui a Chaves, que é perto, mas Sábado à tarde é muito tarde, o que procurava abre 2ª feira. No regresso ouvi um ruído no carro, fiquei sem direcção assistida e ar condicionado, mas andava. Procurei “oficinas auto”, sabendo que Sábado à tarde em Chaves é muito tarde. Por sorte, achei uma a fechar os portões e um patrício prontificou-se a ver o problema.

Um apoio do motor do ar condicionado cedeu, partiu uma correia que desligou uma série de mecanismos, abreviando, tem de parar. Ficou lá para arranjar na segunda.

Liguei para a companhia de seguros, pois o meu seguro diz que tenho direito a carro de substituição, mas não é bem assim: A menina que me atendeu na companhia disse que como era Sábado só tinha carros nos aeroportos.

Chaves tem um aeródromo, pensei, para o efeito não deve ser a mesma coisa. A menina esclareceu; - em Faro, Lisboa e no Porto, o senhor como está no norte pode ir ao Porto. Eu podia explicar onde fica o Porto e onde fica Chaves, mas não adiantava, a menina ficou no call center e eu apeado.

Apeado e sem poder sair da aldeia pois ao fim-de-semana não há carreiras, como também não tenho televisão depois de comprar “duas caixas” de TDT, tenho andado a jardinar. Espero a todo o momento ouvir a chiadeira das rodas com os veios de madeira dos carros de bois – ou será que não recuei tanto no tempo?

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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Semana Santa; do lava-pés ao lava mãos.

Amêndoas. Abril 2012


Hoje de manhã, estavam os bispos a lavar os pés ao clero, estava eu (via canal parlamento) a ver Vítor Gaspar meter as mãos pelos pés. Devia ter ido dar um passeio pelo deserto do Sinai, a areia sempre sai mais facilmente dos sapatos que a lama de certa conversa.

Como já ontem e antes de ontem e dias antes falei de mentirosos, e dado ser hoje um dia de reconciliação dos penitentes, dê-mos, Senhores, uma pausa aos governantes, que depois da liturgia da palavra (dada), têm muito para celebrar.

É portanto numa atitude de comunhão com o governo, que passa agruras pelo que prega, que venho apoiar uma medida que atingiu o meu pai – a sua bênção.

O velho tem 90 anos, gasta 200 euros por mês em medicamentos e tiraram-lhe 40 e tal da reforma. Não lhe sobra nada, diz ele, depois de pagar o lar onde come e pernoita. Sabemos como os velhotes são rezingões; eu próprio, mais novo que o meu pai (quem diria) também já fervo em pouca água.

Parece que foram atingidos por tal medida 15.000 idosos. Nos outros casos não sei, mas para o meu pai foi uma medida acertada. Ainda anda dois quilómetros por dia e vive perto de Chaves, a 16 km da fronteira com a Galiza.

O ministério das finanças deve ter feito as contas; mesmo sem dinheiro para os transportes, o meu velho põe-se na Galiza, a pé, em oito dias, e, quarenta euros dão para comprar muitos caramelos; deve ter sido por isso que lhe tiraram o dinheiro.

Eu, que concordo com o equilíbrio da balança externa, até percebo; ele, está inconsolável, e com uma linguagem contra o governo nada própria para a Semana Santa.

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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

PSD contra políticas de Passos Coelho.

Que mudança...

Transcrevo uma notícia do Diário de Notícias de hoje, da rubrica “Autarcas”, titulada “PSD de Chaves contra política de Passos”.

O grupo municipal do PSD Chaves apresentou e aprovou, por maioria, seis moções em Assembleia Municipal com críticas ao actual Governo (PSD/CDS-PP), propostas também apoiadas pelos restantes partidos políticos no Município (PS, CDS-PP e PCP).


Numa das seis moções apresentadas o PSD manifestou ao governo de Passos Coelho o “mais veemente protesto” com o fim da discriminação positiva dos benefícios fiscais às empresas do interior do país em sede de IRC.


Quanto ao hipotético encerramento do pólo de Chaves da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), os sociais-democratas “repudiam” o eventual fecho e apoiam “inequivocamente” as medidas que possam vir a ser tomadas que visem a continuidade do pólo.


Uma outra apresentada pelo PSD passa por reivindicar ao Governo o retorno da A24 como uma via sem custos para o utilizador para residentes e empresas nas zonas servidas pela auto-estrada.


O estado de graça do governo acabou nesta autarquia, pode dizer-se que demorou, pode dizer-se que estavam avisados e que ainda há pouco tempo recebiam em Chaves, Passos Coelho de braços abertos.

Mas é preferível apenas apontar o inevitável, “pode-se enganar a todos por algum tempo; pode-se enganar alguns por todo o tempo; mas não se pode enganar todos, todo o tempo”.

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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Ladrões de comboios, da memória, da cultura.

Museu CP (Chaves)


O jornal Público diz hoje que a “Federação de Caminhos-de-Ferro Turísticos apelou a museus para não comprarem o comboio de via estreita estacionado na Régua, em nome da defesa do património português”.

“A CP tentou vender junto de museus ferroviários europeus o comboio histórico de via estreita estacionado na Régua, mas a federação Europeia das Associações de Caminhos-de-Ferro Turísticos (Fedecrail) boicotou essa tentativa, pedindo aos museus que renunciassem à compra, mesmo que estivessem interessados”.

A fotografia que está em cima tem uns vinte anos, são os meus filhos ainda pequenos inteirando-se do que eram os comboios e a linha do Vale do Corgo onde o pai e os avós viajavam entre a Régua e Chaves.

O pequeno museu da Estação da CP de Chaves tinha para além de duas máquinas, vários apetrechos dos ferroviários que ajudavam a entender (e a explicar) a história das viagens de comboio. Era a minha memória e do meu pai que passávamos à geração seguinte. Depois fechou, ouvi dizer que tinham ido para um museu no Porto. Não gostei, mas guardo em slides as diversas peças expostas nesse museu.

É um escândalo, como classifica o vice-presidente da Fedecril, que património nacional e raro possa ser posto à venda, para mais no estrangeiro. Que gentinha pequena é capaz de trocar por alguns euros a memória colectiva, a história do que fomos e como vivemos.

E os senhores deputados? Tanta lei parida e não há nenhuma que impeça que se venda ao desbarato (até o preço é sugerido ser adiantado pelo comprador) o que é de todos. Quando prometeram mais pobreza para todos os portugueses nunca imaginei que chegassem ao ponto de vender o património histórico como sucata.
 
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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Novos preços das portagens nas ex-SCUT.

Chaves - Viseu Dez2011
(Acesso à tabela no fim da página)


Durante anos escrevi no Semanário Transmontano sobre as acessibilidades do Interior, agora que o governo de Passos Coelho concretizou a traição às perspectivas das populações e dos investidores nesse Interior, colocando a barreira das portagens nas SCUT e promovendo assim a desigualdade no país, recordo algumas linhas:

“Apesar do território continental ser pequeno, regiões inteiras mantiveram-se distanciadas do litoral desenvolvido, e inter-regiões, devido à má qualidade das acessibilidades. Os fundos europeus permitiram encetar a construção de estruturas viárias que começaram por ser atabalhoadas com os IPs do cavaquismo, mas nos governos seguintes melhoraram e fizeram-se obras que ajudaram à fixação das populações.

Durante anos a imprensa regional fez eco da exigência dos habitantes locais, para a construção de estradas capazes de contribuírem para tirar o interior do subdesenvolvimento; a guerra mais prolongada foi decerto a do Jornal do Fundão, pela construção do túnel da Gardunha, feito após dezenas de anos de espera, no tempo de Guterres”.

“Na minha região de Trás-os-Montes, pediu-se durante anos que acabassem o IP3 que começava na Figueira da Foz e nunca mais alcançava, como planeado, Chaves. Veio a ser a auto-estrada A 24 que só chega a Viseu, pois há umas inteligências estrábicas que acham que uma estrada entre Coimbra e Viseu é uma paralela à A1 que vai de Lisboa ao Porto”.
“Não me lembro de alguém pedir uma auto-estrada, algo semelhante às vias rápidas de Espanha servia, embora de Vila Real à fronteira fizesse sentido auto-estrada, por ser a principal saída do norte do país para a Europa, viajando pelo Cantábrico (Irun)”.

“As SCUT tinham critérios razoáveis para introduzir portagens: 80% do PIB nacional, índice do poder de compra concelhio superior a 90% da média nacional, tempo de percurso não superior a 130% do tempo na SCUT e obviamente, via alternativa. Aplicar portagens sem que essas condições se verifiquem é retirar competitividade a grande parte do país”.

Fazer a A 24, da fronteira de Vila Verde da Raia (Chaves) a Viseu (IP3/A 25) Custa para a Classe 1 – 14,00 euros; Classe 2 – 24,70 euros; Classe 3 – 31,80; Classe 4 – 35,25 euros.

Ida e volta da Amadora a Chaves (pelo IP3/ Viseu) custa agora em portagens 60,50 Euros. É quanto pago para ir à minha terra. Para ver em quanto ficam as suas viagens clicar na página: - portaria 303/2011 Diário da República.

E agradeçam ao governo Passos/Portas!

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