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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Governo finge não ter medo de manifestações.

As Manifestações Não Se Repetem. Quem Vai...Vai! Fev.2013

Passos coelho foi ontem apertado (em Direito) pelos estudantes, e diz ter gostado.

Às anteriores provas de medo sucedem agora ensaios de arrogância, a que se seguirão o controlo de danos através dos meios de comunicação que controlam.

Se os governantes não dão importância as demonstrações “ordeiras”, que esperam que venha a acontecer?

O medo motiva a arrogância de Passos Coelho. Fev.2013

Se algum ministro levar uma latada de um cidadão, isso não é um comportamento representativo dos que se manifestam pacificamente! Só isso!

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sábado, 24 de novembro de 2012

Itália. Protestos contra Monti e pela Escola Pública.

Manifestantes em Roma.Nov.2012

Este Sábado, muitos milhares de estudantes e sindicalistas pararam Roma; para isso também contribuiu o aparato da segurança policial, montado para impedir que a manifestação chegasse ao parlamento italiano. 

Os protestos, contra os cortes no sector na Educação e a política de austeridade, tiveram em Roma a participação de milhares de sindicalistas das Comissões de Base, professores, e estudantes universitários.

Aos 30% de desemprego jovem em Itália, soma-se uma lei, em discussão no parlamento, para a privatização da gestão escolar. Os estudantes transportaram “escudos” feitos em esferovite, reproduzindo livros de autores universais. Os protestos contra a política de Mário Monti decorreram também em outras cidades italianas.

Manif.Palermo.Nov.2012     Manif.Npoles.Nov.2012    


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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Violência policial em Valência revolta espanhóis.

Perigosos inimigos.Fev.2012

Milhares de manifestantes voltaram ontem a sair às ruas de Valência. A repressão policial contra estudantes em Valência gerou protestos em várias cidades espanholas envolvendo milhares de jovens; só em Madrid, 3.000 cortaram o trânsito em solidariedade com os estudantes de Valência.

Desde 25 de Janeiro que às quartas-feiras jovens estudantes do instituto Lluís Vives cortavam por 10 minutos o trânsito em frente do estabelecimento de ensino; um protesto simbólico contra os cortes na educação, que levaram inclusive à falta de aquecimento e a terem de levar cobertores para as aulas.

A 15 de Fevereiro a policia deteve e manteve por horas incomunicável um estudante de 17 anos, que fazia parte de uns 30 ou 40 alunos que se manifestavam pacificamente em frente ao Lluís Vives. Foi a origem da manifestação de segunda-feira, na qual a polícia teve um comportamento abusivamente violento e desproporcionado perante jovens (na maior parte menores) e cidadãos que nada tinham a ver com os protestos.

O ministro da Justiça, Alberto Ruiz-Gallardón defendeu a actuação policial.
O chefe da polícia António Moreno e a delegada do governo na Comunidade Valenciana Paula Sánchez de León deram uma conferência de imprensa em que a delegada classificou os incidentes como “anedota” e o responsável da polícia negou a carga policial. Moreno recusou dizer o número de efectivos policiais para não         “ proporcionar essa informação ao inimigo”.

Inimigos 1  Inimigo 2 inimigo 3

As repercussões da difusão das imagens da violência policial pelos meios de comunicação internacionais, levaram o primeiro-ministro Mariano Rajoy (em Londres) preocupado com a imagem de Espanha e do seu governo, a pedir tranquilidade. O ministro do Interior reconheceu “alguma actuação infeliz da polícia” e o porta-voz do Partido Popular (PP) no Congresso de Deputados manifestou preocupação pela imagem de Espanha no estrangeiro.

O PP, que inicialmente tinha fornecido uma cartilha de justificações para a repressão, aos seus porta-vozes, vai tentar minimizar os acontecimentos, enquanto a oposição e os estudantes querem demissões dos responsáveis.

Com razão chamaram “Primavera Estudantil de Valência” aos protestos, não há como esconder a repressão nos dias de hoje. Fica um sinal da mudança política em Espanha, interpretada por alguns como favorável à “ordem musculada”. Mas em democracia, protestar é um direito – reprimir é um delito.

Vídeos AQUI.

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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Natal Negro. Estudantes protestam 5ª feira na AR.

Natal Negro. Dez 2011


Amanhã, 22 de Dezembro, os estudantes do Ensino Superior levam a sua contestação à Assembleia da República. Dirigentes associativos, representando os estudantes de todo o país darão uma conferência de imprensa no local e entregarão um Manifesto pela Acção Social no Ensino Superior aos partidos políticos.

É o culminar de três dias de acção, que passou no primeiro por divulgar a imagem corporativa, símbolo do Natal difícil para os estudantes, a que se seguiram manifestações simbólicas em várias cidades, como a colocação de árvores de Natal negras. Frente à Assembleia da República decorrerá uma vigília nocturna.
Natal Negro no Ensino Superior.Dez 2011
Os estudantes protestam pelos “atrasos nas análises das candidaturas e no respectivo pagamento das bolsas de acção social, bem como a insuficiência do Regulamento da Atribuição de Bolsas de Estudo”.

São muitos os alunos que passam por necessidades económicas, uns ponderam desistir dos estudos, outros já abandonaram; notícias recentes diziam serem já mais de seis mil os alunos que deixaram o ensino por dificuldades em suportar o seu custo.

Os estudantes lutam por um Ensino Superior acessível a todos, como lhes tem sido prometido por todos os governantes e candidatos a governantes. Só isso.

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