domingo, 3 de março de 2013

Manif. 2 de Março. A contramanifestação dos números.

Foto manifestação 2 de Março. Mar.2013

O jornal Público engendrou um novo tipo de repórter, na linha muito publicitada do “ganhe dinheiro trabalhando em casa”. 

João Pedro Pereira, o repórter sentado, especialista em escrever sobre coisas que lê na Internet, abalançou-se a fazer uma contra-manifestação ao protesto popular de ontem.

Para tal, contou (de casa) clareiras no Terreiro do Paço e muitas aldrabices no texto. Estive na manifestação de Lisboa, não sei ao certo quantos manifestantes lá estiveram, mas sei que o repórter (!?) do Público ainda o sabe menos. O método dele é uma intrujice, seja voluntária ou fruto da ignorância.

Os metros quadrados do Terreiro do Paço são estáticos, as pessoas não. Os manifestantes do 2 de Março não preencheram a praça, agrupando e ajeitando-se no espaço, esperando uns pelos outros, não arredando pé até fazer uma massa de gente. Isso faz a batida Intersindical, o que levou outro “repórter sentado”, (o Ricardo Costa da SIC/Expresso) a dizer que esteve mais gente na Manif. (da Greve Geral) da CGTP que agora. É falso, afirmo eu que estive nas duas.

Entrei na manifestação na Avenida da Liberdade, perto dos Restauradores, a seguir ao primeiro sector (o silencioso). Quase toda a manifestação estava a montante. Foi enchendo à frente com populares que foram entrando daí para baixo e passado pouco tempo da nossa chegada ao Terreiro do Paço cantou-se a “Grândola”.

É visível nas televisões a saída de gente ainda antes do hino, e muitos mais saíram daí em diante. Foi uma caminhada com passagem pela Praça e não uma concentração, como facilmente qualquer jornalista que fez reportagem (no local, que é onde se fazem) notou. Foram horas a entrar e sair gente. Saí já noite, pelas 19 horas porque não aguentava, nem quem foi comigo, as já 4 horas em pé e ao frio – estava ainda a chegar a “maré da saúde”.

Foi patente que os manifestantes, todos ao mesmo tempo no Terreiro do Paço, não caberiam; as contas do “repórter sentado” do Público não servem de nada aos leitores. Servem para a organização “que se lixe a troika” corrigir procedimentos; tempo de saída, itinerários, distâncias e estrangulamentos, cabeça de manifestação, etc, ou mesmo o modelo, aprendendo com a experiência e com quem faz bem. 

O que é mais importante é a grande manifestação nacional contra este governo.
Pois é.
Mas não podemos esquecer como este governo foi lá parar e com quem conta para lá se manter.

Post Scriptum:
O Público volta hoje (2ªF) à carga com a ocupação por metro quadrado, quando se sabe que a manifestação de 2 de Março obedeceu a uma dinâmica de passagem pelo Terreiro do Paço e não a uma concentração “tipo Fátima”. É o argumentário para as discussões das segundas-feiras, a razão por que se vendem os jornais ditos desportivos. Haja paciência…



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sábado, 2 de março de 2013

Saúde de Chávez. A baixa política internacional.

Nicolás Maduro vice-presidente da Venezuela.Mar.2013

O estado de saúde de Hugo Chávez tem sido alvo de rumores pelos seus inimigos políticos internos e externos. As campanhas internacionais de desestabilização da Venezuela fazem-se sem qualquer decoro pela doença de uma pessoa, a tal ponto que o vice-presidente Nicolas Maduro qualificou o presidente eleito como “o paciente mais acossado da história”.

No jornal Público de hoje diz-se que “As especulações sobre o estado de saúde cresceram, em parte devido a uma declaração de um antigo embaixador do Panamá na Organização de Estados Americanos, Guilhermo Cochez, de que teria morrido.” (sublinhado meu).

Sendo verdade, é conveniente acrescentar que há uma razão recente para que Guilhermo Cochez seja um antigo embaixador. Cochez foi despedido pelo governo do Panamá, de embaixador na OEA, precisamente por causa das suas declarações contra a Venezuela. 


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sexta-feira, 1 de março de 2013

Manifestação 2 de Março vai por marés.

Barroso primeiro-ministro aumentou a dívida, escolhas económicas europeias também - Eu Não. Mar.2013
.
Há quem vá à manifestação de amanhã organizado em marés. A minha é a maré de azar. Somos muitos.

Azar, pelo presidente da Comissão Europeia que temos, Durão Barroso; depois de fugir do país foge às suas responsabilidades, (enquanto primeiro-ministro e como líder europeu) nas “escolhas das políticas” para Portugal.

Azar, por terem elegido o PSD Cavaco Silva, azar por terem elegido o PSD Passos Coelho, juntando uma maioria de direita no Parlamento a um presidente da mesma maioria. O azar é maior porque ambos foram eleitos por quem não votou contra eles abstendo-se ou votando em seco.

Com outro presidente já não havia este governo, mas o outro candidato era um “chucha” e a maré era contra os “chuchas” (os portugueses foram na onda).

A manifestação irá do protesto - ao ódio pelo governo. Uns ainda acreditam que
com Passos Coelho pode mudar a política, outros farão o que aconselhou o merceeiro do Pingo – Doce, apresentarão uma proposta, a única em minha opinião que pode mudar as coisas; demitam-se, demitam-nos, rua.

Como se faz? A solução vem nas marés, é preciso juntar muitas águas, engolir alguns pirolitos e sapos à mistura. É a nossa praia.

VAMOS LÁ!


Como habitual no início do mês os títulos mais lidos no ClariNet no mês anterior:

14/02 – Eleições em Itália. Bersani ou Berlusconi-Monti.

07/02 – Manifestação 16 de Fevereiro. Isto está mesmo mal.

21/02 – Manifestação 2 de Março. Próxima meta.

10/02 – Aos cortes chamam-lhe poupança.

06/02 – TGV. Sócrates telefonou a Vítor Gaspar.

28/03 (2011) - Vagas em lares, um negócio lucrativo.

15/02 – Francisco José Viegas plagiou Beppe Grillo.

05/02 – Fraude do BPN na SIC. Promete mas...

19/02 – Relvas. Grândola é o 25 de Abril – Estúpido!...

26/02 – Um Grillo em Itália. Redes sociais ou televendas. 

(clicar nos textos a cor para ler os artigos)


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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Governo finge não ter medo de manifestações.

As Manifestações Não Se Repetem. Quem Vai...Vai! Fev.2013

Passos coelho foi ontem apertado (em Direito) pelos estudantes, e diz ter gostado.

Às anteriores provas de medo sucedem agora ensaios de arrogância, a que se seguirão o controlo de danos através dos meios de comunicação que controlam.

Se os governantes não dão importância as demonstrações “ordeiras”, que esperam que venha a acontecer?

O medo motiva a arrogância de Passos Coelho. Fev.2013

Se algum ministro levar uma latada de um cidadão, isso não é um comportamento representativo dos que se manifestam pacificamente! Só isso!

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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Um Grillo em Itália. Redes sociais ou televendas.

Nicola Vendola. Fev.2013

Nicola (“Nichi”) Vendola, fundador do SEL (partido; Esquerda, Ecologia e Liberdade) que Beppe Grillo tratou num comício por buson (bichona), definiu bem, ontem, os tempos italianos - ”televendas”.

O fenómeno Grillismo não é das redes sociais, o pivot nasceu na televisão e o “tsunami” fez-se sobretudo pelas televisões; a proposta do M5S de Grillo para “um referendo sobre a concessão dos canais públicos” não será alheia ao apoio televisivo, e por outro lado, a cassete primária da anti-corrupção vende que se farta em Itália.

Para a cassete contribuíram os juízes anti-máfia durante anos e Mário Monti durante o seu falhado governo tecnocrático. Monti e os juízes (António Ingroia nem foi eleito) levaram com o boomerang da demagogia do anti-partidarismo que alimentaram. 

O marketing de Gianroberto Casaleggio, “productor” de Grillo, expropriou a anti-corrupção, marca de sucesso, juntou-lhe um actor popular e um guião estridente de meias e completas verdades mais umas piadas e obscenidades quanto baste. O resultado está à vista; publicidade bem embrulhada e target definido, com acesso aos grandes meios, resulta com Berlusconi como com qualquer outro produto.

O anti-partidarismo como fórmula de democratização é contraditório com a formação do M5S, um partido que fez primárias (?) on-line como se isso o aproximasse da qualquer democracia directa. Unipessoal, personalizado e ditatorial, (expulsou quatro militantes por fazerem declarações na televisão), o M5S não tem nada a ver com os movimentos sociais (de expressão democrática) nascidos na Internet.

Neste momento os eleitos do M5S são tão políticos como os outros, não se sabe porque serão mais honestos que os outros e parece que nem eles sabem o que vão fazer para o Parlamento (pelo que se ouviu da boca deles ontem). 

Beppe quis concorrer à liderança do PD, não conseguiu, agora é contra os partidos. Pode não se concordar com a linha política do Partido Democrático, mas lá todos falam e muitos mais falaram nas primárias que elegeram Luigi Bersani, um processo “hiperdemocrático”, como se diz em Itália - que fazia falta aqui.

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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Itália. Resultados eleitorais. Projecções 15.00h.

Centro Esquerda vence eleições em Itália
Ganha Parlamento, Senado "ingovernável".
 




primeiras projecções 15.00H
 
Parlamento.Fev 2013
Senado Italiano.Fev.2013

Primeiras projecções dão vitória à esquerda, o ClariNet vai continuar a seguir o evoluir dos resultados. Comentários em seguida.

Duas horas após as primeiras projecções (que não se confirmam); a proximidade entre o centro esquerda, o M5S e o centro esquerda, dizem que, a manter-se essa tendência, não haverá governo com qualquer estabilidade em Itália.

Comentário no próximo post

Sobre as eleições italianas clicar AQUI e AQUI.

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sábado, 23 de fevereiro de 2013

Eleições Itália. Quem são. Na senda do populismo.

Sondagens Italia. Fev.2013
  Sondagens: clicar na imagem.

Em Itália assiste-se à refundação da política, contra o populismo, o domínio externo e a própria história política conturbada dos últimos 20 anos. Parece uma batalha desigual perante as primeiras páginas italianas dedicadas à comédia política e às pressões da finança internacional.

Depois do desaparecimento dos partidos tradicionais na década de 1990, que dominaram a vida política, o cenário partidário italiano fez-se de coligações com antigos membros desses partidos, distribuídos por uma miríade de organizações. A grande maioria dos protagonistas políticos de hoje em Itália é ex- qualquer partido.

As duas actuais grandes coligações de centro esquerda e centro direita, vêm de outras composições para as legislativas de 2001, período vegetativo (L´Ulivo; La Margherita) de recomposição partidária, e do aparecimento de Berlusconi, subproduto da operação anti-corrupção “mãos limpas” (!).

O CENTRO ESQUERDA: Partido Democrático (PD), esquerda reformista; líder das sondagens, de Pier Luigi Bersani, resulta da fusão (em 2007) dos Democratas de Esquerda (DS) ex-Partido Comunista Italiano (PCI) mais alguns movimentos, com “A Margarida”, (católicos progressistas). Outros movimentos e partidos que fizeram parte de “A União” para as eleições de 2006 (eleito Romano Prodi contra Berlusconi) compõem o PD.

A aliança do PD com a formação Esquerda Ecologia e Liberdade (SEL) de Nichi Vendola, governador de Puglia e ex-dirigente da Refundação Comunista (ex-PCIs) põe entraves a uma hipotética aliança pós eleitoral do PD com Monti.

O CENTRO DIREITA: Povo da Liberdade (PdL), direita, segunda maior coligação nas sondagens, foi fundado em 2009 pela fusão da Forza Italia de Silvio Berlusconi e a Aliança Nacional de Gianfranco Fini, outros pequenas organizações conservadoras, liberais e democratas cristãs aderiram. Foi governo em coligação com a Liga Norte de 2008 até 2011. Apoiou o governo tecnocrático de Mário Monti e tirou-lhe o tapete o ano passado. Berlusconi faz as promessas irrealizáveis do costume.

OUTROS: Movimento 5 Estrelas (M5S), terceira força política nas sondagens, populista e aparentemente radical, é um movimento político que se aproveita de sentimentos anti partidos para eleger políticos. É um partido fraude, uninominal como um Cristo sem apóstolos (normas locais proíbem que militantes se expressem nos meios de comunicação); Beppe Grillo é a única voz pública, é homofóbico e xenófobo, egocêntrico que empresta o logotipo do blogue a quem o venerar. Diz que as ideologias acabaram, aceita os neofascistas da Casa Pound, mescla propostas reacionárias com o que o povo gosta de ouvir. Grillo tem uma visão contabilista e administrativa (neo-liberal) da política, é um Gaspar com os estudos do Relvas. Mas prega bem o moralismo, portanto, o M5S vai dar muitos tachos políticos em nome do combate aos tachos.

CENTRO: O centro é de Mário Monti, o Partido do Centro (UDC) democrata-cristão, de Ferdinando Casini, é o mais antigo e maior partido centrista em Itália, apoia Monti. A formação Escolha Cívica – Monti pela Itália é apoiada por Monti para apoiar Monti, o homem da Goldman Sachs. 

O tecnocrata da União Europeia, onde foi comissário, ainda pode ter um papel em Itália, não pelos votos nele, mas pelos votos que quer os juízes anti-máfia (como António Ingroia) ou Beppe Grillo tiram ao centro-esquerda, (em particular na Lombardia e na Sicília) através da prédica primária anti-corrupção. Um discurso que faz menos sentido agora que em outros tempos, pois as organizações principais têm elementos que combatem ou combateram a máfia ou limparam as hostes. 

Não é certa a vitória de Bersani, a diferença para a direita está dentro dos indecisos, mas não é indiferente para a política europeia e para os países intervencionados, uma mudança em Itália no sentido do reformismo de centro-esquerda.

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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Manifestação 2 de Março. Próxima meta.

Boaventura Sousa Santos na SIC. Fev.2013
Clicar na foto - SIC

Para Boaventura Sousa Santos a actual contestação “é um sinal do crescente isolamento do governo em relação aos portugueses” (SIC).É visível. Por mais que todos os Mass Media Mafiosi ponham os seus “jornalistas” e comentadores (ou os políticos do regime) contra quem se manifesta, é patente o desagrado geral em Portugal. Com ou sem manifestações o governo perdeu a grande maioria dos portugueses, como é notório por todo o lado.

Boaventura observa que os movimentos sociais em Portugal “nunca foram muito fortes” e que tanto eles como as forças partidárias não estão a responder aos anseios dos mais jovens. Sendo verdade, esses desejos não se saciam no acto da contestação.

As organizações informais de manifestantes funcionam como expressão momentânea do descontentamento, divulgam os sentimentos populares, agregam e ajudam a mobilizar para demonstrações de massa, mas se não têm continuidade  e trazem organização, podem servir substancialmente de escape da tensão social.

Vejo por aí a meta de 2 de Março como se não houvesse 3 de Março; o crescendo de agitação até 2 de Março justifica-se, mas também se justifica que fique algo após essa meta. Ou em 2 de Março há a “explosão social” que leve à demissão do governo, do Cavaco, ou de outro objectivo similar, ou é preciso continuar na rua e continuar a “Cantar as Fevereiras” aos governantes, ao CDS, ao Presidente da República, e talvez ao António José Seguro.

Mas as movimentações produzem efeitos; como diz Boaventura, podem levar até a que haja partidos “que se mobilizem um pouco mais”, por exemplo, “a que o próprio PS, se dê conta que este movimento está a passar à margem do maior partido da oposição” e o leve a “fazer parte da solução e não do problema”.

Temos de estar preparados para um 2 de Março meta final ou meta volante, para a resposta do poder e dos enormes meios à sua disposição, desde logo a totalidade dos Mass Media Mafiosi que controla. Eles vão medir, comparar e relevar dados das manifestações, vão tentar minimizar e controlar danos.

A contrapartida só pode ser mais mobilização e mais organização, mais firmeza na resposta. 

Não se podem dar tréguas – forte contestação até o governo ir embora!

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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Relvas. Grândola é o 25 de Abril – Estúpido!…

Grândola é o 25 de Abril - Estúpido!... oclarinet.blogspot.com Fev.2013

Às vaias e aos cânticos da Grândola (como estou certo que o Zeca aprovaria este uso do hino…) os governantes têm posto o seu melhor sorriso…amarelo.

Relvas ainda tentou cantar a canção… mas não tem jeito nem teve ensaios, não cursou nem tem equivalência - para o canto. 

Resulta ridículo, mais ridículo ainda - que a fala deste símbolo do governo que todos desligam. Porque será que Relvas não alcança que não gostam dele? Porque será que não tem um amigo que o informe? É penoso!

Aos manifestantes, organizados ou desorganizados, que não tenham canseira nas cordas - não se calem!

Eles, os governantes, são os únicos a não entender que a Grândola - é o 25 de Abril!

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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Chavez regressa à Venezuela, vivo.

Chavez anunciou no Twiter o regresso à Venezuela.Fev. 2013

Presidente Venezuelano recorre ao Twitter para anunciar que está de volta a Caracas, onde vai prosseguir os tratamentos oncológicos. (Público).

O director – adjunto do Expresso, Nicolau Santos, assumiu no site do semanário, a culpa do “tempo de antena” dado a Artur Baptista da Silva, o falso consultor da ONU.

Se Chávez sobreviveu, por agora, à terrível doença, graças a um qualquer milagre, maior milagre seria ver em qualquer jornal um pedido de desculpas pelas notícias falsas acerca do estado de saúde de Chávez. 

Os meios de informação nacionais deram como confiável as notícias do jornal espanhol ABC, (ver aqui) que “asseguravam estar programado um desligamento” da máquina suporte de vida à qual Chávez estaria ligado. Durante semanas foi feita uma campanha de especulação e desinformação. 

Aqui chegados faltam os pedidos de desculpas aos leitores e telespectadores; Artur Baptista da Silva ainda dizia coisa com coisa sobre economia, enquanto o jornal ABC já era conhecido pelas notícias falsas que veiculava. 

Assim…

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