segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Visita de Merkel. Protestos CCB e S.Bento.

oclarinet. Foto Angela  Merkel CCB.12 Nov.2012

A segurança em torno da visita de Ângela Merkel serviu sobretudo para dificultar o acesso dos manifestantes à zona de Belém.

Foi possível ver a comitiva a curta distância como demonstra esta foto; com as faixas de rodagem e a linha do comboio entre os carros oficiais (a baixa velocidade por aproximação do CCB) e o fotógrafo. Neste caso foi apontada uma câmara de bolso, mas poderia ser apontado outra coisa - por exemplo…um dedo acusador.


Da visita de Ângela Merkel a Portugal ficaram os protestos.

oclarinet. A caminho do CCB. Nov.2012 oclarinet.A caminho de S. Bento.Nov.2012











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domingo, 11 de novembro de 2012

Militares mostram cartão vermelho ao governo.

foto Manif. Militares 10 Novembro.Nov.2012

  Manifestação 10 de Novembro

Foi ao som de “Grândola Vila Morena”, com emoção, que a frente da manifestação da “família militar” entrou na Praça dos Restauradores. 

A marcha fez-se em silêncio, da Praça do Município (onde foi implantada a República) até à Praça dos Restauradores, que comemora a Restauração da Independência Nacional, em 1640. 

Tal foi lembrado por Paulo Amaral da Associação de Praças, que saudou os presidentes das associações sindicais da polícia (ASPP/PSP) da Investigação Criminal (ASFI/PJ) e profissionais da Guarda (APG/GNR) que acompanharam a manifestação. Leu e nomeou mensagens, entre elas de Vasco Lourenço.
 oclarinet Manif.Militares 10 Novembro.Nov.2012

Os presidentes das três associações, Luís Reis, Associação de Praças (AP); Pereira Carcel, Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA) e Lima Coelho, Associação Nacional de Sargentos (ANS) - na foto junto aos símbolos respectivos – discursaram. 

O coronel Manuel Pereira Carcel referiu-se aos cidadãos de Portugal como de “uma pátria ameaçada” cuja “independência e soberania está posta em causa”, declarou que “ninguém tem mandato para promover o desmantelamento das forças armadas”, e garantiu que as forças armadas “não serão um instrumento de repressão sobre quem juraram defender, o povo português”.

Luís Reis expressou a “indignação perante as medidas do Orçamento de Estado para 2013” afirmando ser “hora de dizer basta”. Deu também um recado ao ministro da Defesa, Aguiar Branco: “as ameaças veladas do Sr. Ministro, aos militares e às suas associações, não terão nenhum efeito”. Ainda sobre as polemicas declarações de Aguiar Branco (ver aqui) sobre a “vocação para servir nas Forças Armadas”, Luís Reis perguntou; “Sr. Ministro, o senhor tem a certeza de querer falar em vocação? É que se quer, provavelmente amanhã, Portugal e os portugueses não têm governo”.

Lima Coelho, que confessou terem-lhe vindo as lágrimas aos olhos quando entrou na praça ao som da “Grândola”, disse que “não é inevitável este malvado orçamento” pois é um projecto que “nós, cidadãos, temos a obrigatoriedade de alterar”. Referiu a Constituição a propósito dos direitos aí consagrados e as “10.000 crianças com fome”; “não admitimos a fome”, disse.

Cavaco Silva foi várias vezes referido pelos oradores (e apupado pelos manifestantes) para lhe lembrarem que jurou cumprir e fazer cumprir a Constituição. 

No final, foi aprovada por unanimidade dos milhares de militares presentes, uma resolução:

Considerando medidas na segurança interna no sentido de atribuírem aos militares um papel que vai além da sua missão, “tudo farão para impedir o uso dos militares em acções que visem reprimir a expressão do descontentamento dos portugueses”. Decidiram ainda “testemunhar com a sua presença” a votação final do Orçamento, dia 27 de Novembro. 

Nesse mesmo dia entregarão ofícios contra a aprovação do Orçamento de Estado (OE) ao Provedor de Justiça e ao Tribunal Constitucional seguindo-se uma vigília junto da presidência da República, apelando à não promulgação do OE e que Cavaco Silva peça a sua fiscalização preventiva.

 Os militares vão continuar na luta.

oclarinet.Manif.10 Novembro Militares.Nov.2012 
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sábado, 10 de novembro de 2012

Militares manifestam-se hoje em Lisboa.

Militares manifestam-se em Lisboa.Nov.2012

A manifestação - Ver Aqui

Desfile a partir da Praça do Município, pela Rua do Ouro e pelo Rossio até á Praça dos Restauradores.
 
Intervenção nos Restauradores, junto ao monumento da Restauração da Independência Nacional.
 
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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Por onde andará Ângela Merkel no dia 12.

Manif.12 Nov.Receber Merkel - Nov.2012

Onde para a Merkel?

Dia 12, segunda-feira, muitos dos que se querem manifestar contra Ângela Merkel gostariam de saber por onde ela andará. O secretismo do programa da visita da chanceler da Alemanha é ridículo, tanto como o das saídas dos nossos governantes a eventos públicos. Fugir dos populares já é padrão dos governantes portugueses, agora estende-se às suas visitas.

As notícias contraditórias sobre o itinerário e horário de Merkel, tem como única razão esconder Merkel do povo, e esconder o povo que se manifesta, de Merkel. Inicialmente a Autoeuropa fazia parte dos destinos, últimos ecos apenas dão certos os encontros com Passos Coelho, com Cavaco Silva em Belém e a participação no Encontro Empresarial Luso – Alemão no CCB. Horas, em segredo.

Ângela Merkel vai ter esperas pelos locais onde consta ir, e vai ter manifestações; essas vão ser vistas, difundidas pelas televisões nacionais e estrangeiras. A convocada para Lisboa pela CGTP parte do Largo do Camões (15.00H) para São Bento e outra do movimento “Que Se Lixe a Troika” sai do Largo do Calvário (13.00H) para Belém. 

A recepção de más-vindas a Merkel vai dispersar-se por vários locais, os populares não deixarão de ir atrás das notícias que localizem a chanceler. Merkel tem seis horas para umas corridas entre encontros, enquanto o governo tentará escondê-la e esconder dela os protestos.

Se os portugueses ocorrerem em massa às manifestações nada poderá ser escondido.

Vamos lá!

Como receber Merkel dia 12 de Novembro. Nov.2012

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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

O que Ângela Merkel diz de nós.

Para memória futura

As politicas de austeridade.Nov2012

As políticas de austeridade

Destruiram economias.Nov.2012

destroem economias

 
Empobreceram os povos.Nov.2012

empobrecem os povos.

Ângela Merkel - “Seja mal - vinda a Portugal”!

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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Carta aberta “Seja mal-vinda a Portugal”.

Mal - Vinda Angela Merkel.Nov.2012

CARTA ABERTA A ANGELA MERKEL 

Cara chanceler Merkel,

Antes de mais, gostaríamos de referir que nos dirigimos a si apenas como chanceler da Alemanha. Não votámos em si e não reconhecemos que haja uma chanceler da Europa. Nesse sentido, nós, subscritores e subscritoras desta carta aberta, vimos por este meio escrever-lhe na qualidade de cidadãos e cidadãs. Cidadãos e cidadãs de um país que pretende visitar no próximo dia 12 de Novembro, assim como cidadãos e cidadãs solidários com a situação de todos os países atacados pela austeridade. Pelo carácter da visita anunciada e perante a grave situação económica e social vivida em Portugal, afirmamos que não é bem-vinda. A senhora chanceler deve ser considerada persona non grata em território português porque vem, claramente, interferir nas decisões do Estado Português sem ter sido democraticamente mandatada por quem aqui vive.

Mesmo assim, como o nosso governo há algum tempo deixou de obedecer às leis deste país e à Constituição da República, dirigimos esta carta directamente a si. A presença de vários grandes empresários na sua comitiva é um ultraje. Sob o disfarce de "investimento estrangeiro", a senhora chanceler trará consigo uma série de pessoas que vêm observar as ruínas em que a sua política deixou a economia portuguesa, além da grega, da irlandesa, da italiana e da espanhola. A sua comitiva junta não só quem coagiu o Estado Português, com a conivência do governo, a privatizar o seu património e bens mais preciosos, como potenciais beneficiários desse património e de bens públicos, comprando-os hoje a preço de saldo.

Esta interpelação não pode nem deve ser vista como uma qualquer reivindicação nacionalista ou chauvinista – é uma interpelação que se dirige especificamente a si, enquanto promotora máxima da doutrina neoliberal que está a arruinar a Europa. Tão pouco interpelamos o povo alemão, que tem toda a legitimidade democrática para eleger quem quiser para os seus cargos representativos. No entanto, neste país onde vivemos, o seu nome nunca esteve em nenhuma urna. Não a elegemos. Como tal, não lhe reconhecemos o direito de nos representar e menos ainda de tomar decisões políticas em nosso nome. 

E não estamos sozinhos. No próximo dia 14 de Novembro, dois dias depois da sua anunciada visita, erguer-nos-emos com outros povos irmãos numa greve geral que inclui muitos países europeus. Será uma greve contra governos que traíram e traem a confiança depositada neles pelas cidadãs e cidadãos, uma greve contra a austeridade conduzida por eles. Mas não se iluda, senhora chanceler. Também será uma greve contra a austeridade imposta pela troika e por todos aqueles que a pretendem transformar em regime autoritário. Será, portanto, uma greve também contra si. E se saudamos os nossos povos irmãos da Grécia, de Espanha, de Itália, do Chipre e de Malta, saudamos também o povo alemão que sofre connosco. Sabemos bem que o Wirtschaftswunder, o “milagre económico” alemão, foi construído com base em perdões sucessivos da dívida alemã por parte dos seus principais credores. Sabemos que a suposta pujança económica alemã actual é construída à custa de uma brutal repressão salarial que dura há mais de dez anos e da criação massiva de trabalho precário, temporário e mal-remunerado, que aflige boa parte do povo alemão. Isto mostra também qual é a perspectiva que a senhora Merkel tem para a Alemanha. 

 É plausível que não nos responda. E é provável que o governo português, subserviente, fraco e débil, a receba entre flores e aplausos. Mas a verdade, senhora chanceler, é que a maioria da população portuguesa desaprova cabalmente a forma como este governo, sustentado pela troika e por si, está a destruir o país. Mesmo que escolha um percurso secreto e um aeroporto privado, para não enfrentar manifestações e protestos contra a sua visita, saiba que essas manifestações e protestos ocorrerão em todo o país. E serão protestos contra si e aquilo que representa. A sua comitiva poderá tentar ignorar-nos. A Comissão Europeia, o Fundo Monetário Internacional e o Banco Central Europeu podem tentar ignorar-nos. Mas somos cada vez mais, senhora Merkel. Aqui e em todos os países. As nossas manifestações e protestos terão cada vez mais força. Cada vez conhecemos melhor a realidade. As histórias que nos contavam nunca bateram certo e agora sabemos serem mentiras descaradas.

Acordámos, senhora Merkel. Seja mal-vinda a Portugal

Subscritores AQUI

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Estado de bem-estar, o mal-estar do governo.

Seguro - Estado Social.Nov.2012

António José Seguro diz que não quer mas vai embarcando. A discussão do Estado Social, ou das funções do Estado, na versão furtiva da direita, entrou agora, como é sabido, na agenda política para não se discutir o Orçamento de Estado (OE). 

Como não é possível que as medidas do OE passem despercebidas; a sua hipotética aplicação vai (iria) afectar tanto e tanta gente, que se trata apenas de ganhar tempo e argumentos. Tempo de espera por melhores ares da Europa e argumentos para o caso da impossibilidade da execução orçamental e possível desenlace eleitoral.

O prazo do governo é incerto, depende de condições políticas que não têm perspectiva de melhorar. 

A recessão, como estratégia do governo, tem riscos; por um lado permite o discurso da insustentabilidade mais radical do Estado Social mas por outro alarga a contestação a sectores da sua já diluída base de apoio.

Portugal gasta com o Estado Social abaixo da média europeia (20,1% do PIB ou 25,5% incluindo Educação). Mas a sustentabilidade dessas despesas só é viável com o crescimento do produto; os cortes na protecção social e nos serviços do Estado serão infinitos sem crescimento económico, como todos vêm.

O que leva o governo a apostar na austeridade e a não renegociar os termos dos empréstimos é uma aposta no agravamento da recessão. Esse agravamento permite criar áreas de negócios sem risco, (as lucrativas privatizações) e manter o governo suportado pela troika e os seus empréstimos sob condições “gregas”.

O que faz António José Seguro é confuso e vacilante, parte de um discurso intransigente perante os ataques ao Estado Social, para uma prática de cumplicidade. A linha vermelha de Seguro: - “Os portugueses podem contar com a responsabilidade do PS para reformar o Estado Social, mas não para o triturar” - fica de que lado?

Se essa reforma do Estado Social é elaborada com Passos Coelho, que o quer destruir, só pode resultar do acordo menos Estado para todos e mais negócios para os privados.

…Em algum lugar para lá da linha vermelha.

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sábado, 3 de novembro de 2012

Merkel quer mais cinco anos de austeridade.


oclarinet.blogspot.com  Merkel quer marmelada.Nov.2012

Merkel pediu mais austeridade aos seus parceiros europeus. “Precisamos de um grande esforço de mais cinco anos”, disse. 

Defendeu a “necessidade de grandes reformas estruturais” para “recuperar a confiança dos investidores na zona euro”, e que é necessário “rigor para convencer o mundo de que vale a pena investir na Europa”.

Nada de novo no discurso, excepto a fasquia temporal de cinco anos, um prazo para a austeridade. Porque não 4, ou 6 anos, ninguém sabe. É propaganda interna e para ser ouvida externamente.

O discurso foi feito na 27ª Convenção Estadual de Sternberg, na sua região de origem, Mecklenburg – Pomerânea Ocidental, onde esteve em campanha; defendendo subsídios de assistência e lançando um programa tecnológico para a promoção da inovação.

Precisamente o que nós estamos a cortar em Portugal, (entre muitas outras coisas) e está a ser cortado nos outros países a quem Merkel pede mais cinco anos de austeridade.

Em vez de alargar o comentário e mandar recados, lembremos que ela vem cá dia 12 deste mês.

Os portugueses e os outros povos dirão o que pensam de mais cinco anos de empobrecimento.

Dia 12 conversamos.

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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

João Proença da UGT adere à Greve Geral. E a UGT?

FESAP com CGTP um ano depois.Nov.2012

João Proença gosta de mascaradas, quando o governo não lhas monta para fazer de “Bobo do Acordo Social”, trata ele de se aparelhar. Agora diz que adere à Greve Geral porque o seu sindicato (FESAP) aderiu. 

Mais, diz que a central sindical de que é líder “apoiará os sindicatos ligados à UGT que fizerem greve geral no dia 14 de Novembro”. É extraordinário.

João Proença começou por admitir, em Setembro, vir a aderir à greve geral convocada pela CGTP. Depois, ainda antes da reunião do secretariado da UGT de 5 de Outubro, afirmou à Lusa que “a greve não terá apoio da UGT porque se trata de uma greve político-partidária”.

Chegou a dizer que a greve era contra a UGT, e, (notícia no JN) “espero” que nenhum sindicato alinhe com a greve de 14 de Novembro.

Agora, perante a adesão de várias federações e sindicatos filiados na UGT e outros sindicatos Independentes, João Proença foi arrastado; cede, leva a UGT a apoiar quem adira, faz greve ele próprio, mas não é capaz de tomar a única decisão não sectária perante os factos - que seria levar a UGT a aderir oficialmente à greve geral.

A lista de sindicatos e federações sindicais que se têm juntado à greve geral já é vasta, há a compreensão no mundo do trabalho, de que o governo só não continuará a aplicar medidas destruidoras da economia nacional e da vida dos portugueses, se não tiver condições políticas para o fazer.

O governo não tem condições políticas se os portugueses se recusarem, em massa, a colaborar com ele. Protestar nas ruas, nas empresas, nas localidades, nos serviços do Estado. O protesto em família, nos círculos de amigos, na rede, não faz mossa; o poder só tem medo das manifestações e das greves, da sua continuidade, adesão e persistência - da união da oposição popular expressa nas ruas e nas empresas.

A luta é essa, sem divisões ou sectarismos.

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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Outubro acabou mal; no Parlamento e no país.

Foto manifestacao votacao orcamento. 31-10-2012

Os deputados da maioria tiveram medo; anteciparam a votação do Orçamento de Estado com receio das manifestações frente à Assembleia da República, o que é deplorável e indigno.

Mas não se livraram do bloqueio da saída do Parlamento, feito pelos Estivadores que chegaram mais cedo que os outros manifestantes. Houve deputados a fugir como ratos, trocando de lateral do edifício, por uma rampa protegida pela polícia de choque. 

Eleitos a fugirem do povo é prelúdio de maiores problemas, a golpada que a extrema-direita no poder, quer fazer ao regime constitucional, não vai ser fácil. 

Apesar do Orçamento aprovado pelo PSD e pelo CDS ser muito lesivo para a classe média, a maioria dos manifestantes em S. Bento era gente humilde; além dos funcionários públicos convocados pela Frente Sindical, viam-se muitos reformados (sustento de famílias novas no desemprego) e jovens urbanos radicalizados pela pobreza e dependência da família. Desempregados atirados para a miséria e empregados a lutar pelos seus direitos.
 Na rua ate o governo ir embora. Nov 2012

Como habitual, cada dia 1 os posts mais lidos no ClariNet no mês anterior. São também uma amostragem das inquietações de quem frequenta as redes sociais.

05/10 – 5 de Outubro. Incidentes nas comemorações.

25/10 – Borla nos transportes públicos para juízes, vergonha.

06/10 - JLS. Governo obriga empresas portuguesas a emigrar.

13/10 – 13 de Outubro. Praça da Figueira - Praça de Espanha.

18/10 – Greve Geral Ibérica dia 14 de Novembro.

11/10 – Setúbal. Marcha Contra o Desemprego, fotos.

09/10 – FMI. Previsões da dívida pública 3013 / 2017

12/10 – D. José Policarpo. A rua não resolve nada.

03/10 – Gaspar. Aumento de impostos, escalões e sobretaxas IRS.

16/10 – Cerco a S. Bento – fotos.

(clicar nos textos a cor para ler os artigos)

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