domingo, 16 de fevereiro de 2014

Passos Coelho ouve “insultos” em Castelo Branco.

Passos Coelho mal recebido em Castelo Branco. Fev.2014

É notícia (lusa) que Passos Coelho foi hoje “insultado” por manifestantes em Castelo Branco.

Como não li na notícia, nem até agora ouvi ou vi nas televisões quais foram os insultos, supõe-se que ultrapassam os apupos habituais que brindam os passeios domingueiros dos nossos governantes.

O que será para o relatador - insulto? Que pena não sabermos, quando afinal sabemos tudo o que se passa nas manifestações de fascistas, da América Latina à Ucrânia.

Será que as expressões, ditas em muitas das manifestações (e por todo o lado) contra este governo e o primeiro-ministro, vão passar a ser qualificadas pelos mensageiros das notícias, como se lhes encomendassem pareceres jurídicos.

Se calhar não são insultos.

Cá em casa, já tenho ouvido a uma professora reformada, aliás, de esmerada educação, alguns comentários (como quando lê os gamanços da sua pensão) impróprios para menores. Será isso insulto?

Ou é a expressão (vernácula) de quem está a ser insultado?


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sábado, 15 de fevereiro de 2014

Que a voz não te esmoreça.

oclarinet.blogspot.com - Cantar Grândola 40 Anos Depois. Fev.2014


Divulgar: Cantar Grândola 40 anos depois 
Coliseu de  Lisboa - 28 de Março

https://www.facebook.com/aja.lisboa

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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Absolvidos submarinos do processo dos submarinos.

Contrapartida, absolvição nas contrapartidas. Fev.2014

Pode-se juntar o Ministério Público aos ministérios do governo de Passos/Portas/Cavaco. Não conseguem!

Vergonha alheia é o sentimento. Foram absolvidos todos os dez arguidos no processo dos submarinos. Os tribunais portugueses, Portugal, dão uma sensação de mágoa, de impotência.

É a suspeita de um enorme polvo que tudo abarca.

Artigos sobre “submarinos” AQUI;AQUI;AQUI;AQUI; etc. E muitos outros por vários lados. Palavras…

Vassouras!...O que faz falta são vassouras!

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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Aborto em Espanha. Voto secreto do ante-projecto.

Aborto em Espanha.Fev.2014

Os deputados espanhóis vão hoje pronunciar-se sobre a retirada do ante-projecto de lei que restringe o aborto, do governo de Mariano Rajoy.

A iniciativa do projecto lei, aprovada pelo governo em 20 de Dezembro último, revoga a lei da interrupção da gravidez em vigor há 30 anos no Estado espanhol.

Apesar do voto ser secreto e praticamente toda a oposição estar contra, não é certo que na maioria parlamentar do Partido Popular de Rajoy haja número suficiente de deputados que, em consciência, contrariem o projecto de lei do governo.

Parar ou não a reforma da lei do aborto em Espanha terá repercussão no nosso país. A ofensiva contra a (nossa) lei da interrupção voluntária da gravidez tem aproveitado o caso espanhol para aumentar as suas movimentações.

No que toca à reacção – isto anda tudo ligado. E bem unido!

(em actualização)

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domingo, 9 de fevereiro de 2014

Vendo o meu Miró.

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Confesso-me sensibilizado com o paleio discurso do nosso primeiro-ministro Passos Coelho, sobre os quadros de Joan Miró, encontrados na posse da quadrilha (de políticos-ladrões-sociais-democratas) do BPN.

Disse o nosso Coelho que é preciso ser “extremamente criterioso” nas opções; “Quando temos dificuldade em ter dinheiro na área da cultura para recuperar o património que precisamos recuperar (…) e não temos dinheiro para isso”.

De certeza que o dinheiro dos Miró, seria para investir na recuperação do património cultural. Quem não acredita em Passos Coelho?

A “dação em pagamento da dívida”, do BPN à CGD, (que possui uma galeria publica de arte) como sugeriu Teixeira dos Santos, está fora de questão para Passos - passemos adiante.

Como isto da recuperação do património é muito importante, não só o da arte, mas também o outro património essencial - que são as nossas vidas, estou disposto a leiloar o meu Miró por tal causa.

Um caneco, mais valioso que as litografias da “Questions D´Art” que rondarão uns 50 dólares. Os canecos partem-se, tornam-se naturalmente raros, como é sabido…

Como um caneco não faz uma colecção do caneco, alguém tem de juntar um caneco das Caldas, para fazer uma colecção do pincel…pois, ou isso!

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sábado, 8 de fevereiro de 2014

Ucrânia. Uma fotografia perigosa.

Um quarteto da corda. Fev.2014

Quando a responsável do Departamento de Estado dos EUA, Victoria Nuland, é apanhada a dizer “fuck the EU” num diálogo com o seu embaixador em Kiev, Ucrânia, revela algo importante.

A European Union é, para o governo dos EUA, uma “potência” que não merece respeitabilidade; está degraus abaixo, das duas únicas e verdadeiras potências. Russos e Americanos fizeram um simulacro de intervalo na Guerra Fria que, como é patente, está a terminar.

O teor da conversa entre os responsáveis diplomáticos americanos (reproduzida no Público) denuncia uma flagrante ingerência nos assuntos internos da Ucrânia.

A ver passar outros glutões, fica a despeitada Ângela Merkel. Os alemães estão a ter sucesso imperial na velha europa, mas o velho sonho da Grande Germânia, a leste, tem outra concorrência. Nem os russos abrirão mão da Ucrânia, nem os Estados Unidos deixarão de ultrapassar os aliados da NATO para afirmar os seus interesses geoestratégicos.

Com as convulsões em crescendo nos Balcãs e a destabilização na Ucrânia, um país que está verdadeiramente em leilão, o confronto pela influência política pode descambar em algo mais que retórica e escaramuças de baixa intensidade.

Especialistas em espalhar discórdia, para benefício próprio, são habitualmente os iniciadores dos sarilhos bélicos.

Prefigura-se uma Europa perigosa - onde se estão a juntar motivações para um novo conflito armado em grande escala.

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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

A violência da praxe.

Irrevogável irregovável. Fev.2014

A maior parte das vezes em que os canais nacionais de TV estão a “dar notícias”, estou de costas, frente ao monitor do computador. Por vezes ouço aqui ao lado, - isto é uma violência! - O quê? - As legendas! Ter dado aulas de português e ler o rodapé das “têvês”, pode ser irritante.

Hoje, logo pela manhã, a violência da praxe. Não aquela dos doutores da mula ruça, isentos (não se sabe porquê) de cumprir o código penal, mas das legendas. Confrontos no Rio; deve ser o Rio do mês passado (tal como na canção do Zeca, de 1975, o PPD fascista era do Sábado passado, calculem); com bombas de chorar que são para fugir; dentro e fora da estação porque chove pancada em qualquer época. Come-se.

Ao mesmo tempo, “RETIRADA DE MARCELO NÃO É IRREGOVÁVEL” passa a correr na tira das gralhas fugidias. Esperamos esperançados que na próxima volta a bicha tenha voado, mas a cada nova viagem o “irregovável” retorna. “Irregovável” é irrevogável porque veio para ficar, seja qual seja o desacordo ortográfico.

É como aquela mosca da TV que não se sabe se volta, volta não volta, pela atracção das luzes se pelo cheiro da programação.

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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Conferência–A alternativa é a Saída do euro?

Moeda única ou paralela.Fev.2012

Realiza-se hoje na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, uma Conferência com o tema: “A Alternativa é a Saída do Euro?”.

O assunto é quase tabu na sociedade portuguesa, ao contrário dos outros países da Europa, onde se discute abertamente a influência desta moeda única nas dificuldades de desenvolvimento de vários países da Zona Euro.

A conferência promovida pelo Instituto Europeu e o IDEFF conta com os Professores João Ferreira do Amaral e Nuno Cunha Rodrigues, bem como os convidados alemães, Prof. Bernd Lucke da “Alternativa para a Alemanha” e o empresário Dr.Wolgang Kemper.

A conferência, pelas 18.30h, é de entrada livre, com inscrição prévia.

Já que a esquerda parlamentar portuguesa, recusa abordar esta problemática, escute-se as individualidades que têm coragem suficiente para o fazer. Entretanto surgem movimentos anti-euro, de direita, (como este do PND) para disputar as Eleições Europeias e mudar qualquer coisa no panorama partidário nacional.

PS: Reuniões associativas impediram-me de estar presente na Conferência. Pelo relato do jornal Público houve um debate interessante sobre as formas da nossa permanência, ou não, na Zona Euro. Satisfaz e promete.
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