segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Caetano Veloso . 71 anos.


Parabéns a Obama pelo aniversário e pelas promessas, ao Caetano Veloso parabéns por se "abalar" que o seu aniversário é só depois de amanhã. 

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domingo, 4 de agosto de 2013

Papagaio de telejornal – a máquina intacta.

Máquina PSD intacta. Ago.2013

Post em baixo do vídeo


Quem domina os meios de comunicação social, faz o que quer. Deforma, cria falsos alarmes, aterroriza as pessoas acerca do seu futuro e manipula os factos de maneira a montar a “informação conveniente”. 

A iliteracia política da classe média é um espanto (como dizia o anúncio); mesmo aqueles que sabem descodificar a linguagem política, na sua maioria, não deixam de acolher a “agenda do poder” e de nela se enredarem.

Discute-se a discussão em vez de projectos alternativos, os próprios partidos minoritários almejam apenas ser menos minoritários, e nisso se consomem quilómetros de textos nas redes sociais e nos jornais, anos de vida.

Não há nenhum projecto alternativo de sociedade que seja compreensível e tenha sido apresentado à população (mesmo a uma minoria dela). Há apenas queixas sobre a inexistência de mudança, o que é muito pouco e nada inteligível.

A classe média tem interesses conflituantes no seu interior, é na maioria egoísta, clientelar e autoritária. Se há algo que faz pouco sentido é a actual campanha contra os partidos e os políticos, eles representam bem e em escala as virtudes e as debilidades do português médio. 

Pode-se não acreditar em sondagens mas elas são elucidativas, espelham a sociedade e o seu estado de desenvolvimento político. 

Como só se alteram políticas fazendo política, era bom que aqueles que pensam saber o que se passa não levem o povo a afastar-se da política. 

A máquina que elegeu este governo e este presidente da República está intacta e a funcionar, o resto são ilusões que nos impingem.

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sábado, 3 de agosto de 2013

Tribunal de Contas quer recapitalização do SNS.

Privados querem gerir o SNS.Ago.2013


Auditoria do Tribunal de Contas (TC) leva alguma comunicação social (como a televisão estatal) a agitar a falência do SNS. O TC diz que “a insustentabilidade económico-financeira do Serviço Nacional de Saúde se acentuou em 2011” face aos dois anos anteriores.

Era esperado, o desinvestimento e subfinanciamento iniciado ainda no governo anterior, evidenciou-se ainda mais desde que tomou posse o governo actual, descaradamente defensor da Privatização da Saúde. 

Segundo os juízes do TC, “os indicadores financeiros fazem transparecer o elevado grau de descapitalização do Serviço Nacional de Saúde”; por isso recomendam aos ministros das Finanças e da Saúde, “um plano que garanta a sustentabilidade da prestação de cuidados de saúde à população no médio e longo prazo”

À espreita, o presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada manifestou a intenção de “gerir os hospitais do Serviço Nacional de Saúde, (consultas, cirurgias e 80% das camas) ”. 

O ex-ministro Correia de Campos disse a propósito à Lusa, que “os grupos privados não têm competência para gerir hospitais públicos porque a sua lógica é fazer o máximo número de actos possíveis, com boa ou má qualidade, desde que não se note”.

O Bastonário da Ordem dos Médicos pronunciou-se na televisão dizendo que “o problema não está no excesso de despesa do SNS, está no país”. Acrescentou que “nós temos um sistema de elevadíssima qualidade e barato, sobretudo barato para o Estado” e precisou, “Portugal é dos países da OCDE em que as populações mais contribuem do seu bolso para as despesas da Saúde; tem é um problema de financiamento” que “decorre do Orçamento Geral do Estado e não de problemas no Serviço Nacional de Saúde.

“É preciso deixarmos isso muito bem claro”! Terminou o Bastonário.

Que os privados não desistem do Grande Negócio da Saúde também é claro…

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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Aniversário do nascimento de José Afonso - 84 anos.

O sempre assumido PREC.

O ano passado lembrou-se aqui uma canção do PREC, nesta apresentação é o próprio Zeca que refere o Período Revolucionário e os companheiros da canção popular e de intervenção.

Mais Zeca Afonso n´oclarinet; Clicar etiqueta Zeca Afonso no fim deste post.

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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Swapgate. Ministra disponibilizou-se para se afastar.

Ministra das Finanças demissionária. Jul.2013


O que fica do Swapgate? 

Fica a exibição da máquina PSD, a tal que elegeu Cavaco Silva e Passos Coelho, com a ajuda preciosa de grande parte dos opositores.

No último Expresso, num artigo sobre a ministra das Finanças Maria Luís Albuquerque, diz-se a certa altura: “Albuquerque alertou mesmo várias vezes o primeiro-ministro – a última das quais quando este a convidou para o cargo – para a polémica, (dos swap), disponibilizando-se para se afastar. Mas este reafirmou-lhe a confiança e tem mesmo dado a cara por ela”. (fim de citação)

Temos uma ministra disposta a demitir-se antes (!) de ser nomeada e um primeiro-ministro a fazer finca-pé da sua decisão, contra qualquer bom senso. 

Não é invulgar, Vítor Gaspar governou oito meses demissionário e as nomeações polémicas de ministros e secretários de Estado, por Passos Coelho, são um padrão. A teimosia de Passos é um modelo artificioso de fazer política; provocador, contra as instituições democráticas, desafiador do julgamento popular e de qualquer prudência estadística.

Passos Coelho é um aventureiro, imponderado, arrogante, e autoritário. 

Aos portugueses que estão a ir para férias, desejo que repousem, durmam bem, e… sem pesadelos.
 
(mas…com cavacos portas e passos podem realizar qualquer sonho de terror).

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Curiosidades. Mais lidos em Julho.


Mais lidos Julho. Jul.2013

Como habitual, no dia 1 de cada mês os dez posts mais lidos neste blogue no mês anterior:

03/07 – Avião de Evo Morales. Governo português uma vergonha.

10/07 – Cavaco demite-se. E a democracia, pá?

15/07 – As PPPs de José Sócrates.

16/07 – Grécia. Tsipras eleito líder do Syriza unificado.

17/07 – Compromissos de salvação nacional. As negociações.

23/07 – O novo governo de Passos Coelho.

09/07 – Avião de Evo Morales. Portas faz número irrevogável.

09/07 – Aplausos. Mário Soares e a Missa nos Jerónimos.

18/07 – Grécia e Portugal – os mesmos planos de despedimento.

19/07 – Não há acordo. E agora?

(Para ler os artigos clicar nos textos a cor)

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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Falta de transparência nas contas públicas.

Governo precisa de ser vigiado - para nossa segurança.Jul.2013

Rigor das contas públicas continua a ser comprometido, diz Tribunal de Contas (TC).

O Tribunal de Contas, citado pelo Público, refere hoje; “omissão de lançamentos” e “fragilidades do sistema informático” que podem afectar a integridade do respectivo histórico informático”. Aponta “desrespeito de princípios orçamentais; incumprimento de disposições legais que regulam a execução e a contabilização das receitas e das despesas”.

O relatório do TC, de acompanhamento da execução orçamental da Administração Central, levanta reservas aos desvios das previsões do Orçamento de Estado (OE) de 2012:

“A redução dos impostos indirectos é particularmente significativa quando comparada com o crescimento de 8,7% previsto no relatório do OE para 2012”

Também em relação ao IVA o Tribunal lembra que o Orçamento previa um crescimento de 12,6%, e verificou-se uma redução de 2%.

O Tribunal de Contas alertou ainda para a situação dos fundos de pensões que foram transferidos para a CGA; para as perdas provocadas pela crise da dívida e para o esgotamento dos fundos do BNU Macau e dos CTT.

O TC volta a ser uma “força de bloqueio”. Passos Coelho diz que está tudo a melhorar, e passa em toda a comunicação social (várias vezes); diz que as autárquicas “não vão ser favas contadas” (e nisso talvez tenha razão), mas prestar contas claras não é com o governo.

Omitir a realidade e fazer de conta, é a estratégia da coligação Passos/Portas/Cavaco.
É preciso vigilância sobre o governo e exigência de transparência.

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domingo, 28 de julho de 2013

Passos Coelho fala da adega para o país. Sóbrio?

Rhyncospernum ( jasmin) perde a flor perde o cheiro.Jul.2013

A preparação do orçamento (fora-da-lei) de 2014

O ambiente vinícola, em particular a companhia dos vinhos acabados das adegas, favorece o discurso, tenha nexo ou seja desarrumado.


Passos Coelho tem queda para ser notícia ao abrir a boca. É uma técnica, já dizia o dono dos móveis Baía: “não interessa que digam que os móveis não prestam, é preciso que falem na marca”. Falar, fala-se; comprar é outra loiça.

Passos Coelho quer que compremos um primeiro-ministro sóbrio e preocupado com os impostos desmedidos que os portugueses pagam. O mesmo Passos Coelho que antes dizia que não aumentava impostos e depois os agravou como se sabe, e sente.

Em visita a uma adega de Alijó foi dizendo: “nós não conseguimos recuperar a nossa economia para futuro, aumentando impostos”. Ou é um pensamento que saiu em voz alta, ou algo estranho anda a aumentar os impostos. A política tributária é responsabilidade do governo e do seu primeiro-ministro e de mais ninguém.

Passos queria chegar à desresponsabilização, por isso acrescentou que o Estado “não pode reduzir (a despesa) por razões constitucionais, como é conhecido, o que obrigou a aumentar ainda mais alguns impostos”. 

Por mais remodelações e acrescentos, este governo, com este primeiro-ministro não consegue governar dentro da lei, confessa-o a toda a hora.

Pode não ser uma má notícia, afinal o que Passos Coelho anda a preparar é o clima para um orçamento fora-da-lei para 2014.

Venha ele e venha a lei.

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sábado, 27 de julho de 2013

União Nacional – o clima.

Fronteira Vila Verde da Raia - Chaves.Jul.2013

Os meus afazeres pelo norte incluem quase sempre umas visitas à Galiza, umas compras; o gasóleo está agora mais caro lá, mas o tabaco de cachimbo compensa bastante, e deito uma olhadela de viés à casa onde nasci, a poucos passos do então estrangeiro inacessível para a maioria. A fronteira existe, e outras fronteiras lá se reclamam (imagem).

Estive, portanto, fora. Regressado, pareceu-me ouvir Passos Coelho falar em união nacional. Confirmei no Público, quer “um clima de união nacional” e confirmou que “não é de unidade nacional, é de união nacional”. 

O nosso primeiro-ministro é novo, e mal informado, devia saber que há coisas ditas que são ouvidas por gerações de portugueses como provocações. União Nacional tem uma carga fascista neste país, faz lembrar a ditadura, a ANP, Salazar e Caetano.

Faz de propósito ou é ligeireza infantil?

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