segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Alemanha. Peer Steinbruck quer governar com Os Verdes.

O rival de Merkel. Dez.2012

Há menos de uma semana, quando o congresso da CDU alemã reelegeu Ângela Merkel por mais de 90% de votos, foi notícia de abertura em todos os órgãos de comunicação portugueses. “Rainha e senhora da Alemanha” chamaram-lhe.

Ontem, Peer Steinbruck foi confirmado (com mais de 90% de votos) pelo Partido Social Democrata (SPD), candidato contra a reeleição de Merkel nas eleições de 2013, nem primeiras páginas nem relevo algum. Não pode ser obra de Miguel Relvas, há um leque referencial de merkelianos que domina os media portugueses. Adiante.

Steinbruck, não sendo do sector mais à esquerda do SPD, fez um discurso contra os excessos do sector financeiro, o isolamento a que Merkel leva a Alemanha com a análise e terapêutica unilateral da crise, a desvalorização do trabalho e o aumento das desigualdades entre ricos e pobres, provocado pelos salários baixos. Teve o apoio dos ex-chanceleres Schroeder e Helmut Schmidt.

É muito pouco provável, segundo as sondagens, a continuação da actual coligação de governo na Alemanha. A alternativa adiantada pela maioria dos analistas alemães, é de uma coligação de democratas-cristãos (CDU) e sociais-democratas (SPD) a grande coligação (o nosso bloco central). 

Steinbruck que foi ministro das Finanças num governo desse tipo, diz não querer repetir a experiencia. Tem defendido para mudar de política, uma coligação do SPD e dos Verdes.

As sondagens do duelo Merkel/Steinbruck têm grandes variações, quatro meses de 2011 (ainda hipotéticos candidatos) tiveram Steinbruck na frente, este mês têm uma diferença de dez pontos a favor de Merkel (reduzindo-se a diferença de Novembro) tendo ela descido 4% e ele subido 3%. 

Ângela Merkel pode encetar medidas populares, mas tem também problemas na economia alemã, de que é sinal o anúncio agora, do encerramento da Opel em Bochum, o que representa 3.100 postos de trabalho.

Trabalhadores da Opel em luta pelos postos de trabalho.Dez 2012

As mudanças no poder político na Alemanha têm reflexos decisivos na política europeia, no nível de submissão da europa ao poder financeiro, no projecto europeu e no futuro dos países intervencionados. 

CDU e SPD não são a mesma coisa, o fim do domínio da CDU na política alemã transforma tudo. 

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domingo, 9 de dezembro de 2012

Itália. Mário Monti demite-se, finalmente.

Mario Monti demite-se.Dez.2012

O primeiro-ministro italiano Mário Monti afirmou que se o orçamento puder ser passado rapidamente vai confirmar de imediato a demissão.

Em causa o apoio parlamentar do partido de Berlusconi, “Povo da Liberdade”, que lhe falhou em duas votações parlamentares. O centro esquerda italiano sobe nas intenções de voto enquanto a direita perde terreno devido ao apoio dado a Monti. Algo que não será apenas italiano.

Monti deixa a direita com problemas acrescidos devido a eleições antecipadas. Nem a entrada em cena de Berlusconi parece ser capaz de impedir que o centro esquerda saia vencedor. 

A consulta ao povo italiano responderá. O “demite-te” pedido nas ruas teve efeito na maioria parlamentar, que deixou de ser incondicional suporte de Mário Monti. Ele, obviamente, demite-se.

Pedir ou afirmar...Demite-te.Dez2012

O “demite-te” que os estudantes da Universidade Nova expuseram a Passos Coelho, ou o pedido de veto a Cavaco Silva ao Orçamento, (que deu aso a Marcelo Rebelo de Sousa para uma divagação herbívora sobre carnívoros ou vice versa) não são pedidos, solicitações ou súplicas aos próprios. Aponta um propósito, marca uma exigência. 

“Demite-te” levou o eco a Mário Monti, todos os “demite-te” fazem eco.

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sábado, 8 de dezembro de 2012

Medina Carreira ou o branqueamento do Monte Branco.

Monte Branco a ponta do iceberg.Dez.2012


É sabido que Medina Carreira tem um clube de fãs que vai desde gente muito à esquerda a gente muito à direita, consoante o assunto da sua truculência telegénica dê jeito a uns ou a outros. 

Nunca acusou ninguém nominalmente apesar de passar por denunciante de várias áreas de criminosos. No fundo não tem inimigos, ao contrário da tese de perseguição política agora inventada.

Ser suspeito de envolvimento no caso Monte Branco trama-lhe o ofício e desvaloriza um activo da TVI; percebe-se que abram os noticiários desse canal e lhe façam especiais para ele se dizer inocente. Seria uma solução para os avultados custos da investigação e da Justiça, substituir o tempo morto das televendas noturnas, pela audiência de suspeitos nas televisões, o povão apreciava, tele-votava, e os processos seguiam ou eram arquivados.

As coisas não são assim, mesmo quando o Ministério Público veio dizer que nada havia contra figuras públicas suspeitas, as suspeições continuaram, é o sistema. Começou com a investigação a castigar dessa forma delinquentes contra quem não conseguia juntar provas de acusação, continuou para aniquilar adversários políticos e ganhar eleições, não vai parar. 

O desenvolvimento deste caso leva a outras suspeitas. O Expresso diz hoje que uma fonte do processo refere que o nome do fiscalista poderá ter sido “usado como código” por Canas, e na realidade “pertencer a outra pessoa, considerada próxima de Medina Carreira”. Próxima é o quê? Um cliente? O DN não refere a proximidade, só o código.

Estaremos perante o branqueamento do Monte Branco? Desde que se sabe que os escritórios de advogados são alvo fáceis de buscas, (apesar dos protestos da Ordem) é óbvio que os possíveis documentos comprometedores estarão a recato, fora de casa ou dos escritórios. 

Qual a intenção da fuga para o semanário Sol de uma busca a uma figura mediática. Dizer à opinião pública que a investigação deste caso é feita com “tiros no escuro”, comprometendo com os métodos os resultados.

Há uma ligação estreita entre as fraudes e branqueamento de capitais do Monte Branco e o BPN, são investigados muitos empresários, banqueiros e homens da política. Até Passos Coelho acabou por ver uma escuta validada neste processo, pelo presidente do Supremo, de uma conversa com um banqueiro sobre privatizações.

Será mais um caso da Justiça que vai dar em nada? Há crimes, suspeitos e arguidos, haverá condenações?

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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Medina Carreira alvo de investigação policial.

Medina Carreira apanhado na rede.Dez.2012

A carreira de Medina Carreira como crítico das trafulhices nacionais acabou. 

Segundo o semanário Sol, “Medina Carreira consta da lista de clientes, com três offshores”,da rede suíça de fraude e branqueamento de capitais conhecida por Monte Branco. “A maior rede de sempre de branqueamento de capitais e fuga ao Fisco detectada em Portugal”. 

O DCIAP (Departamento Central de Investigação e Acção Penal) a mandado do juiz Carlos Alexandre fez buscas na sua casa e escritório. O ex-governante e comentador televisivo é suspeito de fraude fiscal e branqueamento de capitais. O motivo serão “transferências do banco UBS, na Suíça, para Portugal, efectuadas desde 2006 e no valor global de mais de meio milhão de euros”.

O fiscalista disse ao jornal: “não fui constituído arguido nem serei. Não conheço Michel Canals, nem Francisco Canas”. Canals é o arguido suíço líder da rede, que está em liberdade provisória e Canas o intermediário português, conhecido por “Zé das Medalhas”, que está preventivamente - “de cana”.

Medina Carreira deve saber que não é necessário ser constituído arguido, ou sequer testemunha, num caso de corrupção ou branqueamento de dinheiro, para ver o ofício arruinado. Ele próprio usou e abusou de epítetos arrasadores sobre a classe política e não só, classificando tudo à volta de intrujas para baixo.

 A desgraça bateu á porta do profeta da desgraça. A imagem de moralista, do impoluto possuído de todas as virtudes está corrompida.

Não vai ser fácil para ele tirar esta bota dos seus pés de barro.

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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Ângela Merkel e Netanyahu concordaram em discordar.

Netanyahu na Alemanha.Dez.2012


Fiasco de Netanyahu na Alemanha. Ângela Merkel disse à saída do encontro entre ambos, que os dois “concordaram em discordar” sobre novas construções em território palestiniano.

Entretanto ocorreu hoje a primeira iniciativa da delegação palestina na ONU. Foi apresentado um pedido, na sede em Nova Iorque, através de cartas dirigidas ao secretário-geral Ban Ki-moon e ao Conselho de Segurança, para que a ONU proceda de forma a impedir o aumento dos colonatos israelitas nos territórios ocupados da Cisjordânia e de Jerusalém Oriental.

O primeiro – ministro de Israel, Benjamim Netanyahu, iniciou ontem uma visita à Europa. De manhã foi a Praga agradecer aos actuais dirigentes da República Checa; o único país europeu a votar contra o estatuto de observador da Palestina. (ver AQUI como votou a Europa). Depois partiu para a Alemanha, habitual aliado de Israel, para tentar obter o apoio que Merkel não deu na ONU.

Netanyahu, desiludido com o revés da abstenção alemã e perante as poucas semanas que faltam para as eleições legislativas em Israel, queria alguma vitória no campo diplomático, não conseguiu.

A reacção de Israel, ao reconhecimento da Palestina como observador na ONU, foi anunciar a construção de 3.000 novas habitações para colonos israelitas em territórios ocupados; o desenvolvimento do “Bloco E1” (um projecto que corta Jerusalém Oriental da Cisjordânia) impedindo a continuidade territorial e pondo em causa o Estado Palestino; e ficar com cerca de 100 milhões de dólares dos impostos cobrados em nome da Autoridade Palestiniana.

Sucederam-se as críticas internacionais, com a convocação dos seus embaixadores por vários países e a reprovação dos Estados Unidos e da Alemanha, os mais próximos e tradicionais aliados.

As tensões diplomáticas existentes com Israel ligam-se com a política interna. Com eleições a 22 de Janeiro, o isolamento do estado judaico no mundo, por um lado, e as posições favoráveis à colonização acelerada dos territórios ocupados,por outro, são equações da campanha eleitoral. Sondagens em Israel dão vitória à direita em conjunto com as forças ultranacionalistas.

Parece longe o caminho da paz, razão para não esmorecer a pressão internacional.

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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Estudantes da Nova pedem demissão de Passos Coelho.

Antonio Borges desequilibrado.Dez.2012

Vem uma pessoa de trabalhar - almoçar fora de horas - liga a televisão para saber de notícias e pimba. António Borges. (sem comentários, a legenda da TV diz tudo).

Felizmente; para facilitar a digestão, uma notícia equilibrada. Estudantes da Universidade Nova desfraldaram uma faixa no auditório da reitoria, onde discursava Passos Coelho. “Demite-te”.
 Passos Coelho recebido na Universidade Nova.Dez.2012

Mais palavras para quê!?

Passos Coelho foi apupado à entrada e à saída das instalações, por estudantes que contestam os cortes na Educação. Ouviu-se em uníssono “Gatuno”, outra palavra simples.

Há uns dias relatei aqui manifestações em Itália, país onde os estudantes lideram as grandes manifestações com a combatividade e a criatividade da “malta jovem”. Em Portugal, houve tempos de grande desconforto nacional, em que os estudantes estiveram na primeira linha da denúncia e da luta contra as injustiças do poder.

“Demite-te” e “Gatuno” são palavras de ordem lúcidas e bastantes. Mas só serão suficientes com coeficientes e expoentes. Multipliquem, multipliquem.

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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Alterar Lei da Greve. Direito Constitucional em perigo?

Greve direito dos trabalhadores. Dez.2012


A justificação próxima é o prolongamento da greve dos estivadores até vésperas do Natal, a verdadeira razão é limitar o direito à greve conquistado pela democracia, com a Revolução de Abril.

A TSF ouviu hoje João Carvalho, presidente do Instituto Portuário, que deixou o aviso ameaçador de que poderá haver “mudança de atitude” e “medidas mais drásticas” por parte das administrações dos portos, como o despedimento de trabalhadores.

Despedimento por fazerem greve, a lei em vigor não permite.

No mesmo noticiário da TSF, Ferraz da Costa, ex-presidente da CIP e actual do Fórum para a Competitividade, disse a propósito; “a única solução é regulamentar a lei da greve” coisa “que tem de ser feita em acordo com o Partido Socialista” sem o qual “nada se pode alterar em Portugal”.

Ferraz da Costa disse agora que a “regulamentação” seria para que “não houvesse tantos excessos”; considerava em Outubro que a lei da greve devia ser regulamentada para evitar paralisações convocadas sem terem existido negociações prévias.

Ora, a greve dos estivadores tem sido contra a imposição da lei portuária e pela negociação do governo com os sindicatos. Com a “regulamentação à Ferraz da Costa” bastaria aos patrões não abrir negociações para que as greves fossem ilegais. 

A lei portuguesa considera a greve; “um direito dos trabalhadores”, que compete a eles “definir o âmbito de interesses a defender através da greve” e que é um direito “irrenunciável”.

Não vai ser fácil ao governo e aos patrões alterar a lei da greve, como agora se propõe, mas é urgente uma reacção do Partido Socialista, (de António José Seguro), às actuais pressões. 

Há matérias, como os Direitos e Liberdades Fundamentais consignadas na Constituição, que não podem suscitar dúvidas.

Deter a revolução anti-democrática em curso compete a todos, é uma tarefa anti-fascista.

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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

A ONG de Passos Coelho e os passos de outras ONGs.

Passos Coelho fundou uma ONG.Dez2012


O Público noticia que o actual primeiro-ministro criou uma ONG (organização não governamental) nos idos de 1996. Era deputado, mas “não consta do seu registo de interesses na Assembleia da República”, refere o jornal. A ONG era financiada pela Tecnoforma, empresa (hoje falida) que dava formação profissional a autarcas e técnicos de aeródromos (!). 

A Tecnoforma era de destacados dirigentes da JSD, Passos Coelho foi seu consultor, gestor e administrador, como se sabe. Também se sabe que Passos omitiu isso no seu currículo. A ONG, de seu nome, Centro Português para a Cooperação, com sede num escritório da Tecnoforma, teve como presidente do conselho de fundadores, desde o início, Passos Coelho, mais tarde administrador.

Diz-se por aí que Passos Coelho não tem experiência profissional, mas vão surgindo responsabilidades de direcção em empresas. Situações que não divulgou, nem quando era obrigado pelo estatuto de deputado, nem depois. Terá as suas razões.

O Público diz que “os três únicos projectos (da ONG) que conseguiu identificar” foram “financiados em cerca de 137 mil euros pelo Fundo Social Europeu e pela Segurança Social portuguesa”. Isto da Segurança Social preocupa-me, não deve ser nada ilegal, por isso, preocupa-me ainda mais.

Fico de pé-atrás quando me falam em ONGs, uma coisa é o que o nome indica e os objectivos, outra bem diferente é a sua prática e dependência de governos; entre outros interesses, que vão dos geoestratégicos aos económicos e ideológicos. Multiplicaram-se em sessenta anos de poucas dezenas a alguns milhares, atraíram decerto todo o tipo de oportunistas.

São dúvidas minhas, talvez má vontade; mas ONGs e IPSSs deviam ser passadas a pente fino. Há quem viva muito bem nestas organizações, passando melhores dias quando a desgraça aumenta; e destrinçar o trigo do joio é difícil.


Passos Coelho esqueceu-se de mais uma empresa em que foi administrador, é normal, já não se lembra do que disse a semana passada sobre o ensino secundário. 


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domingo, 2 de dezembro de 2012

Egipto sem juízes. Mohamed Morsi o ditador.

Juizes em greve no Egipto.Dez.2012

O Tribunal Constitucional egípcio está encerrado. Esta noite, centenas de partidários do presidente Morsi cercaram a suprema corte, pretendendo, segundo os juízes, queimar o edifício. Pela manhã impediram os juízes de chegar ao tribunal.

Os juízes do Tribunal Constitucional, ameaçados de morte pelos manifestantes, resolveram suspender os seus trabalhos por período indeterminado. Estava previsto para hoje, o exame, pelo Tribunal, sobre a legalidade da comissão que elaborou a nova Constituição.

O conflito entre os principais juízes egípcios e o presidente Morsi vem da crise iniciada com o alargamento dos poderes presidenciais, pelo próprio presidente.

Mohamed Morsi e os seus Irmãos Muçulmanos convivem mal com o Estado de Direito, como era previsível para todos os que não embarcaram nas promessas de democracia, da marcha alegórica da “primavera árabe”.

Um ditador, perante uma “força de bloqueio” que é o Tribunal Constitucional, convoca a turba islamita e incute o medo.

Por cá, também temos uma amostra que procura ver na nossa Constituição “alguma margem de liberdade” para torcer a sociedade. 

Não tem "Irmãos" a apoiá-lo - só uma múmia…e não é do Egipto.


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sábado, 1 de dezembro de 2012

1º de Dezembro.

Movimento Primeiro Dezembro recolhe assinaturas. Dez.2012

O Movimento 1º de Dezembro inicia hoje a recolha de assinaturas (40 mil) para levar à Assembleia da República um projecto de decreto-lei que restaure o feriado do 1 de Dezembro.

Há um ano, registámos o Dia da Restauração da Independência de Portugal, com uma canção do catalão LLuís LLach, A Estaca. (clicar aqui). Catalães e portugueses contra a dominação estrangeira; eles procuram a independência, nós, que não percamos a soberania.

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No dia 1 de cada mês os posts mais lidos no mês anterior no “ O ClariNet”.

Em Novembro e ao contrário do habitual, o post mais lido foi publicado no mês anterior, e mais dois posts de Outubro, sobre a Greve Geral Ibérica entraram nos primeiros dez - por ordem:

09/10 FMI. Previsões da dívida pública 2013/2017.

20/11 Imagens das manifestações.

18/10 Greve Geral Ibérica dia 14 de Novembro.

29/11 29 Novembro. Manifestação dos Estivadores.

19/10 Espanha. Confirmada greve geral dia 14 de Novembro.

25/11 Eleições históricas na Catalunha.

11/11 Militares mostram cartão vermelho ao governo.

15/11 Substituir os estivadores por militares. A demência.

07/11 Carta aberta “Seja mal vinda a Portugal".

01/11 Outubro acabou mal; no Parlamento e no país. 

(clicar nos textos a cor para ler os artigos)


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